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Infectologista em São Paulo | Dr. Celso Mendanha

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Pontos-chave deste guia

  1. O infectologista trata doenças infecciosas complexas, imunodeficiências e condições como HIV, tuberculose e ISTs.
  2. Dr. Celso Mendanha é infectologista e imunologista clínico pela UNIFESP, membro titular da SBI.
  3. A avaliação inclui histórico clínico detalhado, exames laboratoriais direcionados e análise imunológica.
  4. PrEP, PEP e medicina do viajante fazem parte do escopo do infectologista em São Paulo.
  5. Infecções de repetição podem indicar erro inato da imunidade — diagnóstico que requer especialista.
  6. O acompanhamento regular reduz risco de resistência antimicrobiana e recidiva de infecções.
  7. Pacientes com doenças crônicas ou imunossupressão se beneficiam de planos preventivos individualizados.
  8. O Instituto Medicina em Foco integra infectologia, imunologia e outras especialidades em um único centro.
InfectologiaDr. Celso Mendanha

Introdução

Cada paciente que chega ao consultório com uma infecção difícil de explicar ou de tratar carrega consigo meses — às vezes anos — de incerteza. Acolher essa trajetória e transformá-la em diagnóstico preciso e plano de cuidado personalizado é o que move nossa prática clínica diária. — Dr. Celso Mendanha
Um infectologista em São Paulo como o Dr. Celso Mendanha atua no diagnóstico e tratamento de doenças infecciosas complexas, imunodeficiências, HIV, PrEP e medicina do viajante, com formação pela UNIFESP e vínculo ao Instituto Medicina em Foco.
O momento em que uma febre persistente, uma infecção de repetição ou um resultado de exame inesperado começa a interferir no trabalho, no sono e na qualidade de vida costuma ser o ponto de virada: é quando buscar um infectologista em São Paulo deixa de ser opção e passa a ser decisão necessária. Quem busca informação confiável sobre infectologista em São Paulo também encontra contexto na consulta para PrEP: avaliação, exames e proteção. O Dr. Celso Mendanha, médico infectologista e imunologista clínico formado pela UNIFESP, integra a equipe do Instituto Medicina em Foco justamente para atender esses casos com a profundidade que exigem. Para comparar cenários com mais segurança, vale conhecer em profundidade o trabalho do Dr. Celso Mendanha. Neste guia, você vai entender quando consultar um especialista em doenças infecciosas, o que esperar da avaliação clínica, quais condições estão no escopo dessa especialidade e como o acompanhamento contínuo protege a saúde a longo prazo.
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O que faz um infectologista e quando procurar um

Leia mais sobre o que faz um infectologista e quando procurar um

Na prática clínica do consultório, observamos que grande parte dos pacientes chega ao infectologista após meses percorrendo outras especialidades sem diagnóstico definitivo.
O infectologista é o médico especializado no diagnóstico, tratamento e prevenção de doenças causadas por microrganismos — bactérias, vírus, fungos e parasitas. Mais do que tratar infecções pontuais, esse especialista avalia o contexto imunológico do paciente, identifica padrões de recorrência e orienta sobre riscos específicos conforme o histórico de cada pessoa.
Procurar um infectologista em São Paulo faz sentido em diversas situações: febre de origem indeterminada, infecções que não respondem ao tratamento habitual, diagnóstico recente de HIV, necessidade de PrEP ou PEP, preparação para viagens internacionais e investigação de imunodeficiências primárias ou secundárias.
Sintomas como linfonodomegalia persistente (gânglios aumentados por mais de quatro semanas), suores noturnos, perda de peso sem causa aparente e infecções de repetição — como pneumonias, sinusites ou abscessos — são sinais de que a avaliação por um especialista em doenças infecciosas se torna prioritária, não eletiva.
A fronteira entre infectologia e imunologia clínica é tênue. Por isso, contar com um profissional com formação dupla — como o Dr. Celso Mendanha, que alia infectologia a imunologia clínica — amplia a capacidade diagnóstica, especialmente nos casos em que a vulnerabilidade imunológica está na raiz das infecções repetidas.

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Condições tratadas pelo infectologista em São Paulo

Leia mais sobre condições tratadas pelo infectologista em São Paulo
A abrangência da infectologia é vasta. Na prática ambulatorial de um infectologista em São Paulo, as condições mais frequentes incluem HIV/AIDS e manejo antirretroviral, infecções sexualmente transmissíveis (ISTs) como sífilis, gonorreia, herpes genital, HPV e monkeypox, além de tuberculose e outras micobacterioses. Hepatites virais B e C, infecções fúngicas sistêmicas, doenças parasitárias — como leishmaniose, toxoplasmose e malária em viajantes — e infecções de pele e partes moles de difícil resolução também integram o escopo do especialista. No campo da imunologia aplicada, o infectologista avalia imunodeficiências secundárias — aquelas decorrentes de uso de imunossupressores, quimioterapia, diabetes mal controlado ou outras doenças crônicas — e erros inatos da imunidade (EII), condições genéticas que predispõem a infecções graves e atípicas desde a infância. Pacientes transplantados, em uso de terapia biológica ou com neoplasias hematológicas formam um grupo especial: a imunossupressão iatrogênica cria janelas de vulnerabilidade que exigem acompanhamento preventivo ativo, com calendário vacinal adaptado e monitoramento laboratorial periódico.
Principais condições atendidas pelo infectologista — escopo clínico resumido
Área Condições frequentes Abordagem principal
ISTs e HIV Sífilis, gonorreia, HPV, monkeypox, HIV/AIDS Diagnóstico, tratamento, PrEP/PEP
Infecções respiratórias Tuberculose, pneumonias recorrentes, micobacterioses Cultura, antibiograma, terapia prolongada
Imunodeficiências EII, imunodeficiência comum variável, hipogamaglobulinemia Investigação genética, reposição de imunoglobulina
Imunossuprimidos Transplantados, biológicos, oncologia Profilaxia, vacinação adaptada, vigilância
Medicina do viajante Malária, febre amarela, dengue, hepatite A Vacinação, quimioprofilaxia, orientação pré-viagem
Atendimento com Dr. Mendanha Infectologista em São Paulo: Prevenção e Acompanhamento 2026 — imagem complementar Toque na foto para falar com Dr. Mendanha pelo Whats. App

Como funciona a primeira consulta com o Dr. Celso Mendanha

Leia mais sobre como funciona a primeira consulta com o Dr. Celso Mendanha
A consulta com um infectologista em São Paulo começa pela anamnese detalhada: histórico de infecções anteriores, doenças crônicas, medicamentos em uso, histórico familiar, exposições ocupacionais e comportamentais e viagens recentes. Esses dados constroem o mapa clínico que orienta os próximos passos. O exame físico avalia sinais de infecção ativa — febre, adenopatias, lesões cutâneas, comprometimento respiratório — e marcadores indiretos de imunodeficiência. Com base nisso, o especialista solicita exames dirigidos: hemograma com leucograma diferencial, sorologias específicas, culturas, PCR para agentes virais e, quando indicado, painéis imunológicos como dosagem de imunoglobulinas e subpopulações linfocitárias. A solicitação de exames não é protocolar — ela segue a lógica clínica do caso. Não há uma lista fixa válida para todos os pacientes; o que define quais exames são necessários é a hipótese diagnóstica construída na consulta. Esse raciocínio individualizado é o que diferencia a avaliação especializada do check-up rotineiro. Ao final da primeira consulta, o paciente sai com um plano claro: diagnóstico provisório ou definitivo, exames pendentes, tratamento (quando indicado) e data de retorno. Para condições crônicas como HIV ou imunodeficiências, já se estabelece a frequência do acompanhamento e os marcos de avaliação ao longo do tempo.
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PrEP, PEP e saúde sexual: o infectologista como aliado

Leia mais sobre PrEP, PEP e saúde sexual: o infectologista como aliado
A profilaxia pré-exposição ao HIV (PrEP) é um dos pilares da medicina preventiva contemporânea para pessoas com risco aumentado de exposição ao vírus. O infectologista em São Paulo é o profissional mais indicado para prescrever, acompanhar e ajustar a PrEP, pois a avaliação envolve não apenas a indicação do medicamento, mas o rastreamento regular de ISTs, função renal e densidade óssea. A PEP (profilaxia pós-exposição) segue lógica diferente: deve ser iniciada em até 72 horas após a exposição de risco — sexual, ocupacional ou acidental — e mantida por 28 dias. O Dr. Celso Mendanha orienta sobre ambas as profilaxias, com atenção à saúde integral da pessoa atendida, incluindo triagem de outras ISTs e suporte para decisões de saúde sexual. A saúde LGBTQIA+ é uma das áreas de atenção do Dr. Celso Mendanha, membro-fundador do NAISBDST (Núcleo de Atenção Integral à Saúde de Pacientes com IST/DST). O cuidado oferecido parte do respeito às especificidades de cada trajetória, sem julgamento, com informação precisa e vínculo terapêutico duradouro. Além da PrEP e da PEP, o acompanhamento periódico com um especialista em doenças infecciosas inclui rastreamento de sífilis, gonorreia, clamídia e hepatites B e C — ISTs que frequentemente cursam sem sintomas e cujo diagnóstico precoce muda o prognóstico de forma significativa.

Medicina do viajante: proteção antes e depois da viagem

Leia mais sobre medicina do viajante: proteção antes e depois da viagem
Viajar para regiões tropicais, países em desenvolvimento ou zonas endêmicas exige preparo médico específico. A medicina do viajante é a subespecialidade da infectologia que avalia o perfil de risco individual — destino, duração, atividades planejadas, estado imunológico — e define as intervenções preventivas necessárias. O calendário vacinal para o viajante pode incluir febre amarela, hepatite A e B, febre tifoide, meningite meningocócica, encefalite japonesa e raiva pré-exposição, entre outras. A quimioprofilaxia da malária, quando indicada, também é prescrita e monitorada pelo infectologista. Quem retorna de viagem com febre, diarreia persistente, lesões cutâneas ou linfadenopatia deve procurar avaliação especializada o quanto antes. Doenças como malária, dengue e leishmaniose podem ter apresentação inicial inespecífica, e o diagnóstico tardio piora o prognóstico. Para quem reside ou trabalha frequentemente no exterior — diplomatas, executivos, missionários, pesquisadores de campo — o acompanhamento periódico com um infectologista são paulo perto de mim especializado em medicina do viajante representa uma camada de proteção que o clínico geral raramente consegue oferecer com a mesma profundidade.
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Acompanhamento contínuo: por que não basta um diagnóstico pontual

Leia mais sobre acompanhamento contínuo: por que não basta um diagnóstico pontual
Infecções complexas raramente se encerram com o fim do tratamento. A fase de acompanhamento — com retornos programados, exames de controle e reavaliação da resposta imunológica — é parte integral do cuidado, não um detalhe opcional. Para condições como HIV, tuberculose e imunodeficiências, o monitoramento contínuo determina a qualidade de vida e a longevidade do paciente. O risco de resistência antimicrobiana é real e crescente. Pacientes que interrompem antibióticos antes do prazo ou que repetem esquemas sem cultura de controle contribuem para a seleção de cepas resistentes — problema que afeta não só o indivíduo, mas a coletividade. O infectologista em São Paulo orienta sobre adesão ao tratamento e ajusta esquemas quando necessário, com base em antibiogramas atualizados. Para pacientes com doenças crônicas — diabetes, lúpus, artrite reumatoide, doenças inflamatórias intestinais em uso de biológicos — o acompanhamento com infectologista complementa o cuidado do especialista de base. O objetivo é antecipar infecções oportunistas, adequar o calendário vacinal e reduzir internações evitáveis. No Instituto Medicina em Foco, o Dr. Celso Mendanha atua de forma integrada com outras especialidades presentes no centro, permitindo que o paciente com condições multissistêmicas receba avaliações coordenadas sem precisar gerenciar múltiplos consultórios de forma fragmentada.
Voz da clínica

Como cuidamos no Instituto Medicina em Foco

O Dr. Celso Mendanha integra a equipe do Instituto Medicina em Foco sob a coordenação do Dr. Rodrigo Barbosa, compondo um núcleo de especialistas que compartilham prontuário, discutem casos complexos e oferecem ao paciente uma experiência de cuidado verdadeiramente integrada — não um conjunto de consultas isoladas. A combinação de infectologia clínica e imunologia em um único profissional é pouco comum em São Paulo. Quando essa dúvida aparece na consulta, costumo complementar com informações sobre o Instituto Medicina em Foco. Essa formação dupla, aliada ao vínculo com a UNIFESP e à atuação como médico pesquisador, garante que o diagnóstico siga os critérios mais atualizados da literatura, sem abrir mão do cuidado humanizado e do vínculo terapêutico com cada paciente. Se você busca um infectologista em São Paulo com respaldo acadêmico, experiência em casos complexos e atenção integral à saúde — incluindo saúde sexual, medicina do viajante e imunodeficiências — o Instituto Medicina em Foco é o ambiente certo para iniciar ou continuar esse acompanhamento.

O que dizem os pacientes

Luiz Gustavo★★★★★
Porém ao longo da consulta, além de me ouvir nos mínimos detalhes, me examinar e sanar todas as minhas dúvidas de maneira profissional e humanizada, foi extremamente proativo e atencioso em relação a outras ocorrências que surgiram ao longo da conversa e que da minha parte eram de menor importância, mas que mesmo assim o Dr. Celso fez questão de dar a devida atenção. No fim, saí da consulta com a sensação de tranquilidade e segurança de ter sido atendido por um médico extremamente profissional, humano e que apresenta vasto conhecimento técnico. Para aprofundar essa decisão, veja também médico que prescreve PrEP Para além disso, consegue ser muito didático e objetivo, fazendo com que o paciente saia de seu consultório com sentimentos de completude e serenidade.
Paula Inglez★★★★★
Ao sair da primeira consulta com o Dr. Celso me sinto muito esperançosa, acredito que finalmente um médico irá dar atenção ao meu problema como não sendo algo corriqueiro, normal, que um remedinho passa. Pelos exames pedidos, pelas explicações em atendimento, pelas perguntas, investigações, sinto que o Dr. Celso vai a fundo para resolver uma questão importante para mim. Trouxe honestidade à consulta quando diz que Candidiase de repetição é algo tratável mas que deverei ter cuidados para o resto da vida. Trouxe muita informação e seriedade ao assunto. Trouxe orientações para já dar início a um tratamento e trouxe dados para fazer mais investigações. Saio da primeira consulta com uma sensação de cuidado e de alívio!
Hygor Mendes★★★★★
Excelente profissional. O Dr. Celso Mendanha é extremamente atencioso, ético e muito seguro nas orientações. Demonstra amplo conhecimento técnico aliado a uma escuta cuidadosa, explicando tudo de forma clara, acessível e sem pressa. Transmitiu muita confiança desde o primeiro atendimento, com abordagem humana e responsável, o que faz toda a diferença em um acompanhamento na área de infectologia. Recomendo fortemente a quem busca um médico competente, atualizado e verdadeiramente comprometido com o cuidado ao paciente.

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Rua Frei Caneca, 1380 — Térreo, Consolação, São Paulo — SP (cruzamento com a Av. Paulista) · CEP 01307-002 · São Paulo/SP
11996603770

Conteúdo informativo: não substitui consulta presencial. A conduta é definida após avaliação clínica individualizada.

Fontes e referências

Diretrizes, sociedades médicas e literatura consultadas na elaboração deste conteúdo. Esse raciocínio ganha contexto quando comparado com materiais da Sociedade Brasileira de Infectologia - SBI

Perguntas frequentes

Que tipo de acompanhamento é recomendado após o tratamento de uma infecção complexa?
Após o tratamento de uma infecção complexa, recomendam-se consultas de retorno para avaliar a resposta clínica e laboratorial, exames de controle — como hemograma, culturas e sorologias específicas — e, em alguns casos, avaliação imunológica para identificar vulnerabilidades subjacentes. A frequência dos retornos varia conforme a condição tratada: infecções bacterianas graves podem exigir retorno em duas semanas; condições crônicas como HIV demandam acompanhamento trimestral ou semestral contínuo.
Quais são os principais riscos de não realizar acompanhamento regular com um infectologista em São Paulo?
Sem acompanhamento especializado, infecções tratadas de forma incompleta podem evoluir para cronificação ou recidiva. Há ainda o risco de desenvolvimento de resistência antimicrobiana quando esquemas inadequados são repetidos sem orientação. Em pacientes imunossuprimidos, a ausência de monitoramento aumenta a chance de infecções oportunistas graves, que frequentemente resultam em internação. A detecção precoce de falha terapêutica depende de avaliação periódica com especialista.
Como o Dr. Celso Mendanha ajuda a prevenir infecções em pacientes com condições crônicas?
A expertise em imunologia clínica permite ao Dr. Celso Mendanha identificar o perfil de risco infeccioso de cada paciente com doença crônica — seja diabetes, lúpus, artrite reumatoide ou outra condição. Com base nisso, elabora planos preventivos que incluem atualização do calendário vacinal para imunossuprimidos, orientação sobre higiene e exposições de risco, profilaxias medicamentosas quando indicadas e monitoramento laboratorial periódico para detectar infecções em fase inicial, antes que se tornem graves.
Quais hábitos de vida impactam a imunidade e a recuperação após uma infecção?
Dieta equilibrada com adequação de micronutrientes — zinco, vitamina D e vitamina C têm papel documentado na imunidade. A prática regular de atividade física moderada, sono de qualidade (7 a 9 horas para adultos) e manejo do estresse crônico são os pilares comportamentais com maior evidência de impacto na resposta imunológica. Tabagismo e uso excessivo de álcool comprometem barreiras físicas e a função de células imunes, aumentando a suscetibilidade a infecções respiratórias e oportunistas.
É necessário fazer exames de sangue em todas as consultas de acompanhamento com infectologista?
Depende da condição clínica e do objetivo da consulta. Para pacientes em uso de antirretrovirais, a carga viral e a contagem de linfócitos CD4 são avaliadas periodicamente. Em infecções bacterianas tratadas, um hemograma de controle pode confirmar a resolução. Já em consultas de revisão sem queixa ativa, exames podem não ser necessários. A decisão é sempre individualizada — o especialista define o painel com base na hipótese clínica, não por protocolo fixo.
Como o acompanhamento com infectologista pode auxiliar no controle do HIV a longo prazo?
O infectologista monitora a supressão viral, avalia a adesão ao tratamento, gerencia efeitos adversos, rastreia comorbidades associadas — como dislipidemia, resistência insulínica e doenças renais — e atualiza profilaxias conforme o nível de imunossupressão. Com acompanhamento regular, a expectativa de vida de pessoas vivendo com HIV tratadas adequadamente se aproxima à da população geral.
O infectologista também atende casos de tuberculose em São Paulo?
O especialista confirma o diagnóstico, define o esquema terapêutico conforme o perfil de sensibilidade do Mycobacterium tuberculosis, monitora a adesão ao tratamento de longa duração (mínimo seis meses) e investiga contatos próximos. Em casos de TB resistente (MDR-TB ou XDR-TB), o acompanhamento especializado é ainda mais crítico, pois os esquemas alternativos são mais complexos e com maior potencial de efeitos adversos.
Qual a diferença entre PrEP e PEP, e quem pode indicá-las?
A PrEP (profilaxia pré-exposição) é um medicamento tomado diariamente por pessoas sem HIV, mas com risco elevado de exposição, para prevenir a infecção. A PEP (profilaxia pós-exposição) é usada após uma exposição de risco já ocorrida e deve ser iniciada em até 72 horas. Ambas são indicadas e acompanhadas pelo infectologista, que avalia elegibilidade, prescreve o esquema correto e realiza o monitoramento clínico e laboratorial durante o uso.
Quando devo procurar um infectologista ao voltar de uma viagem internacional?
Na maioria dos casos, qualquer febre que surja nos 30 dias após retorno de área endêmica para malária, dengue ou febre amarela deve ser avaliada por infectologista com urgência. Outros sinais de alerta incluem diarreia persistente por mais de cinco dias, icterícia, lesões cutâneas atípicas e linfadenopatia. Quanto antes o diagnóstico for estabelecido, menor o risco de complicações — doenças tropicais podem evoluir rapidamente quando não tratadas.
O infectologista atende crianças com infecções de repetição ou possível imunodeficiência?
Em geral, crianças são acompanhadas por infectopediatras ou imunologistas pediátricos. No entanto, adolescentes a partir de certos limites etários e adultos jovens com suspeita de erro inato da imunidade diagnosticado na infância podem ser acompanhados pelo infectologista clínico adulto, como o Dr. Celso Mendanha, especialmente nos casos em que a transição do cuidado pediátrico para o adulto está em curso. A avaliação inicial define o encaminhamento mais adequado.
Aviso médico: este conteúdo é informativo e não substitui consulta médica presencial. Para diagnóstico e tratamento individualizado, agende avaliação com um profissional habilitado. Dr. Celso Mendanha — CRM-SP 189080 / RQE 101779. Publicado em 31/05/2026. Última revisão: 31/05/2026. O médico atende em diferentes hospitais e unidades parceiras; condições de atendimento, convênios aceitos e valores podem variar conforme o local escolhido. Confirme os detalhes no momento do agendamento.

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