Especialista em Hérnia Incisional em São Paulo | Dr. Rodrigo
A correção começa por medir o defeito com precisão — e por um plano que reduz a chance de a hérnia reaparecer.
“Recebo muitos pacientes que convivem com aquele abaulamento no lugar da cirurgia antiga, sem saber se chegou a hora de operar. A decisão depende menos do tamanho e mais do risco de complicação, e é isso que eu explico exame por exame.”— Dr. Rodrigo Barbosa
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- Cirurgia Geral pela Santa Casa de São Paulo
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- Proctologia pelo Hospital Sírio-Libanês
- Pesquisa Clínica pela Harvard Medical School
- SBCBM (Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica (cirurgia para tratar a obesidade) e Metabólica) · IFSO (International Federation for the Surgery of Obesity) · Sociedade Brasileira de Coloproctologia · Colégio Brasileiro de Cirurgia Digestiva
- Hospital Sírio Libanês, Hospital 9 de Julho, Hospital HCOR, Hospital Vila Nova Star, Instituto Medicina em Foco, Solare Trials
- Cirurgião do Aparelho Digestivo
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Atendo hérnia incisional toda semana — paciente que já operou o abdômen e percebe que nasceu um caroço na cicatriz. A maioria deixa passar meses antes de procurar ajuda, achando que é normal. Não é. Quanto antes a gente avalia o tamanho do defeito e o risco de complicação, mais simples fica planejar a correção definitiva.— Dr. Rodrigo Barbosa
Como um especialista em hérnia incisional avalia o defeito
Na nossa prática, o primeiro passo é entender a história: qual cirurgia originou a hérnia e há quanto tempo o abaulamento apareceu. Muitas hérnias nascem depois de uma cirurgia bariátrica com o Dr. Rodrigo Barbosa ou de outra operação no abdome.
O que o especialista em hérnia incisional procura no exame
A palpação revela o tamanho do anel e se o conteúdo volta para o abdome. Em defeitos maiores, a ultrassonografia (exame de imagem com ondas sonoras) ou a tomografia ajudam a medir a abertura com precisão. É essa leitura completa que permite escolher a técnica certa, com segurança.
Leitura complementar: Mayo Clinic.
Leitura complementar: falha muscular.
Por que a parede abdominal cede no local operado
Toda incisão deixa uma cicatriz com resistência menor que a do tecido original. Quando a pressão dentro do abdome aumenta, ao tossir ou carregar peso, essa região pode ceder e abrir uma falha muscular. É por essa abertura que o intestino ou a gordura empurram.
Fatores que aumentam a pressão na cicatriz
O excesso de peso multiplica a pressão sobre a cicatriz e é um dos fatores que mais favorecem a hérnia. A obesidade, o tabagismo e a tosse crônica entram na avaliação antes de propor qualquer correção.

Nem todo abaulamento é igual na hérnia incisional
Hérnias incisionais variam em localização, tamanho e comportamento. Algumas reduzem com um simples toque; outras permanecem fixas ou crescem progressivamente. Entender o tipo de hérnia e em que camada da parede ela se instalou é decisivo. Isso define se o tratamento será cirúrgico e qual via usar.
Como a classificação orienta a conduta
Essa classificação também ajuda a estimar o risco. Defeitos maiores e hérnias irredutíveis (que não voltam para o abdome) demandam mais planejamento. Abaulamentos pequenos e sem sintomas podem ser acompanhados com vigilância.
Quando a correção cirúrgica passa a ser indicada
Nem toda hérnia incisional precisa ser operada de imediato. Abaulamentos pequenos, redutíveis e sem sintomas podem ser acompanhados. A cirurgia passa a ser indicada quando há dor, crescimento progressivo ou limitação das atividades. A diretriz de 2023 da European Hernia Society apoia esse critério.
O guia da Cleveland Clinic descreve os sintomas do abaulamento pós-cirúrgico. Ele reforça a correção cirúrgica quando o abaulamento causa dor ou limita a rotina.
O encarceramento é o fator decisivo
O risco de encarceramento é o fator decisivo. Nele, o conteúdo fica preso e o sangue para de chegar ao intestino. Quando essa chance é real, a correção programada é mais segura do que esperar por uma urgência.
Hérnia incisional encarcerada: sinais que não podem esperar
O encarceramento acontece quando o conteúdo herniário fica preso no anel e não volta para o abdome. Os sinais de alerta são dor forte e contínua no local, abaulamento endurecido que não reduz e náuseas e vômitos persistentes.
Quando procurar atendimento imediato
Nesse cenário, a avaliação deve ser imediata. Uma revisão de 2025 sobre hérnias ventrais encarceradas reforça que dor intensa, abaulamento irredutível e alterações intestinais pedem atendimento sem esperar.
Se a circulação do intestino é comprometida, o quadro evolui para estrangulamento — uma emergência. O atendimento hospitalar imediato é a conduta segura, e o especialista precisa ser acionado sem demora.
O papel da tela na correção da hérnia incisional
A correção da hérnia pode ser feita de duas maneiras principais. A herniorrafia aproxima as bordas do defeito com pontos, enquanto a hernioplastia usa uma tela que reforça a parede. Na hérnia incisional, a tela é a regra na maioria dos casos. Essa é a recomendação de 2023 da European Hernia Society, pois a cicatriz original já nasceu de um tecido fragilizado.
Onde a tela pode ser posicionada
A tela pode ser posicionada em diferentes camadas da parede — sobre o músculo, entre as camadas ou dentro da cavidade. A escolha depende do tamanho do defeito e da anatomia de cada paciente. É um dos fatores que mais influenciam a durabilidade da correção.
Técnicas de correção: via aberta, laparoscópica e robótica
A via aberta expõe o defeito por uma incisão direta e costuma ser a escolha em hérnias grandes ou em reoperações. A via laparoscópica e a robótica corrigem a hérnia por pequenas incisões, com câmera e instrumentos finos. Isso costuma reduzir a dor e acelerar a volta às atividades.
O que os estudos comparam
A comparação entre as vias evoluiu com os estudos recentes. Uma revisão sistemática de 2025 reuniu ensaios clínicos comparando a correção aberta e a laparoscópica. Ela reforça que a escolha precisa ser individualizada: não existe uma técnica superior para todos os casos.
Por que a recorrência acontece e como reduzir o risco
A recorrência é a volta da hérnia no mesmo local da correção. Os principais fatores são o tamanho do defeito, a pressão sobre a cicatriz e a qualidade da correção. Pacientes com obesidade, tabagismo ou tosse crônica têm risco maior e se beneficiam de um preparo antes da cirurgia.
A posição da tela e o risco de recorrência
O posicionamento da tela também pesa. Uma revisão de 2023 sobre onlay e sublay compara as duas posições da tela: sobre ou entre as camadas da parede. Essa escolha influencia os desfechos do pós-operatório.
Quanto custa a correção da hérnia incisional
O custo da correção varia bastante. Ele depende da via utilizada, do tamanho do defeito, do tipo de tela e da estrutura hospitalar. Casos que exigem via robótica ou internação mais longa têm valores diferentes dos procedimentos menores.
Por que o valor é calculado caso a caso
Por isso, não existe um número único. O custo da correção da hérnia precisa ser avaliado caso a caso. Entram na conta a via escolhida, o tipo de tela e a estrutura hospitalar que o caso exige.
Quando procurar avaliação especializada
Vale procurar o especialista quando o abaulamento causa dor, cresce de forma perceptível ou interfere nas atividades do dia a dia. A avaliação também é recomendada para quem tem dúvida sobre a necessidade de cirurgia. Vale esclarecer qual via é mais segura no seu caso.
O que o especialista em hérnia incisional recomenda
O Colégio Brasileiro de Cirurgiões (CBC) orienta que hérnias com sintomas ou risco de complicação sejam avaliadas por cirurgião capacitado. Na avaliação com o Dr. Rodrigo Barbosa Novais, você recebe um plano da técnica ao pós-operatório. Isso é o que mais reduz a chance de a hérnia voltar.
Termos relacionados à hérnia incisional
Outros termos aparecem na conversa sobre hérnias e ajudam a entender o diagnóstico. A hérnia umbilical se forma ao redor do umbigo, e a inguinal surge na virilha. Uma revisão abrangente de 2025 situa a epigástrica na linha média, acima do umbigo, e a femoral, abaixo da virilha.
A diástase abdominal é o afastamento dos músculos retos, sem defeito de passagem. Já a eventração é o abaulamento que aparece logo após uma cirurgia, com conteúdo que pode ou não conter uma hérnia verdadeira. Conhecer esses termos evita confusão na hora de decidir.
O que dizem os pacientes
Gostaria de agradecer ao Dr. Rodrigo pela cirurgia e pós operatório. A cirurgia foi tranquila e bem realizada. Agradeço também a anestesista desse dia, Dra. Amanda, que me ligou antes para conversar e foi muito paciente no dia. Dr. Rodrigo é um ótimo profissional e se nota que possui muito conhecimento na área que trabalha. Foi muito prestativo no pós operatório e preocupado que eu fizesse os retornos necessários para avaliar a evolução. Se você precisa fazer uma cirurgia no trato gastrointestinal, estará em boas mãos.— Marcela (mai/2026)
Excelente profissional! A cirurgia foi perfeita e o Dr. Rodrigo nos surpreendeu também pelo acompanhamento cuidadoso tanto na pré, quanto no pós. Sempre disponível para tirar dúvidas e monitorar a recuperação, ele trata o paciente com humanidade e respeito. Não apenas o Dr, mas toda a sua equipe, de psicólogo, nutricionista, endócrino…recomendo de olhos fechados!— Anna Fidelis (jan/2026)
Minha experiência na consulta com o Dr. Rodrigo Barbosa foi excelente. Marquei porque estava com dúvidas e preocupação com meu caso e queria uma avaliação realmente cuidadosa. Ele me ouviu com muita atenção, fez perguntas bem direcionadas, revisou meu histórico e analisou meus exames com calma. O que mais gostei foi a forma como ele explica: sem termos difíceis, sem pressa, e com muita clareza sobre o que pode estar acontecendo, quais são as possibilidades e quais seriam os próximos passos. Também gostei porque ele não “empurra” procedimento — ele mostra critérios, fala de alternativas e deixa a decisão bem segura. Saí da consulta com um plano organizado (o que fazer agora, quais exames valem a pena e quando retornar) e me sentindo muito mais tranquila. A clínica é bem estruturada, atendimento pontual e a equipe foi muito educada e acolhedora. Recomendo fortemente.— Georgia Souza (jan/2026)
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Perguntas frequentes
Quando devo procurar um especialista em hérnia incisional?
Procure quando o abaulamento causa dor, cresce progressivamente ou limita suas atividades. Também é importante buscar avaliação se a saliência fica endurecida e não reduz ao deitar. O especialista avalia o defeito e indica se o acompanhamento é suficiente ou se há indicação de cirurgia.
A hérnia incisional desaparece sozinha?
Não. Diferente de algumas hérnias em bebês, a hérnia incisional do adulto não regride espontaneamente. Ela tende a crescer com o tempo e, em alguns casos, pode encarcerar. Por isso, o acompanhamento ou a correção programada são as condutas indicadas.
Qual a diferença entre hérnia incisional e hérnia umbilical?
A hérnia incisional surge no local de uma incisão de cirurgia anterior, enquanto a umbilical se forma ao redor do umbigo. As duas são defeitos da parede abdominal, mas a origem é diferente. Ambas podem ser corrigidas com tela, dependendo do tamanho e da avaliação.
É preciso usar tela na correção?
Na maioria dos casos, sim. A tela reforça a parede e reduz a chance de a hérnia voltar, especialmente em defeitos maiores. A decisão sobre o tipo e a posição da tela é individualizada. Ela leva em conta o tamanho do defeito e as características do paciente.
A cirurgia é feita por corte grande ou por laparoscopia?
Depende do caso. Defeitos maiores e reoperações costumam ser abordados por via aberta, enquanto a laparoscopia e a robótica corrigem por pequenas incisões. A escolha considera o tamanho, a localização e o histórico cirúrgico de cada paciente.
Quanto tempo de recuperação depois da correção?
A volta às atividades leves costuma ocorrer em poucos dias. O esforço físico é retomado de forma gradual, ao longo de semanas. O tempo varia com a via utilizada e o tamanho da hérnia. O especialista orienta cada etapa da recuperação.
A hérnia incisional pode voltar depois da cirurgia?
Pode, embora a tela reduza bastante essa chance. Os principais fatores são o tamanho do defeito, a pressão abdominal e a qualidade da correção. Controlar o peso e seguir a orientação no pós-operatório ajudam a reduzir o risco.
Hérnia incisional encarcerada é uma emergência?
Sim. Quando o conteúdo fica preso e a circulação do intestino é comprometida, o quadro é urgente. Dor intensa, abaulamento irredutível, náuseas e vômitos são sinais de alarme. Nesses casos, procure atendimento imediato.




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