Infectologista para HIV: Como Escolher o Especialista
O ângulo que muda tudo: por que essa decisão funciona melhor quando a família entra na conversa cedo.
“Boa parte de quem chega até mim recebeu o resultado sozinha e adiou o tratamento por medo de contar em casa. Quando a família participa da primeira consulta, a adesão ao antirretroviral melhora de forma visível e o controle do vírus acontece mais rápido.”— Dr. Celso Mendanha
Ver currículo do profissional
- Título de Especialista em Infectologia pela SBI (RQE 101779)
- Fellowship em Imunologia Clínica (UNIFESP)
- Mestrando em Imunologia aplicada às infecções (UNIFESP)
- Especialização em ISTs e Saúde LGBTQIA+
- Capacitação em Medicina do Viajante.
- Membro Titular da Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI)
- Membro da Sociedade Brasileira de Imunologia
- Membro-Fundador do NAISBDST
- Vinculado à Disciplina de Alergia
- Imunologia Clínica e Reumatologia da UNIFESP.
- Instituto Medicina em Foco (SP); Hospital São Paulo (HSP-UNIFESP); Hospital do Rim (Hrim); ICESP; Rede D'Or São Luíz; Prevent Senior; NuDII; Ambulatório de Imunologia Clínica da UNIFESP.
- Infectologia

Agende sua avaliação com Dr. Celso
Atendo pacientes com HIV há mais de quinze anos e posso afirmar: o momento do diagnóstico define a evolução de todo o tratamento. Toda semana recebo no consultório pessoas que adiaram a primeira consulta por medo ou desinformação, e isso sempre complica o controle da carga viral. Quanto mais cedo a gente inicia o acompanhamento, mais simples fica manter a saúde.— Dr. Celso Mendanha
Passo a passo
- 1Primeira consultaAnamnese, revisão do teste reagente e orientação sobre os próximos passos.
- 2ConfirmaçãoSolicitação de exames confirmatórios, carga viral e contagem de CD4.
- 3Plano terapêuticoEscolha do esquema antirretroviral conforme o perfil clínico do paciente.
- 4Início do tratamentoOrientação sobre adesão, horários e o que fazer diante de uma dose esquecida.
- 5AcompanhamentoRetornos programados para monitorar resposta, efeitos e prevenir infecções.
Quando procurar um infectologista para HIV
Logo após o diagnóstico
Um teste rápido reagente precisa de confirmação, e é o especialista quem conduz essa etapa sem que o paciente fique semanas no limbo. Procurar um infectologista para HIV nesse momento evita a angústia de interpretar exames sozinho e antecipa o início do tratamento. Em São Paulo, é possível organizar o atendimento de infectologia na capital paulista para que a confirmação e a primeira prescrição aconteçam na mesma janela.Sinais que não podem esperar
Febre que não cede, emagrecimento rápido, manchas na pele ou infecções de repetição pedem avaliação imediata. Nesses casos, buscar um infectologista para HIV deixa de ser planejamento e vira prioridade da semana.O que o infectologista faz no cuidado do HIV
Muito além da prescrição
O acompanhamento inclui monitorar carga viral, contagem de CD4, função renal e hepática, além de rastrear outras infecções sexualmente transmissíveis. As diretrizes da sociedade brasileira de infectologia reforçam que esse seguimento estruturado é o que sustenta o controle da doença ao longo dos anos.Prevenção de infecções oportunistas
Quando a imunidade está baixa, o médico indica profilaxias específicas e vacinas. É aqui que a experiência de um infectologista para HIV faz diferença: reconhecer sinais sutis antes que uma pneumonia ou uma infecção neurológica se instale.
Sintomas e sinais que merecem avaliação
Fase aguda
Febre, dor de garganta, ínguas, manchas na pele e cansaço surgem entre duas e quatro semanas após a exposição. Muita gente confunde com virose e não procura testagem, por isso a avaliação com um infectologista para HIV é indicada sempre que há histórico de risco recente.Fase assintomática
Sem tratamento, o vírus segue ativo mesmo sem sintomas, reduzindo silenciosamente as defesas. Nessa etapa, só a Infectologia com exames periódicos identifica a progressão a tempo de agir.Como é feito o diagnóstico
Testes disponíveis
O teste rápido e os sorológicos de quarta geração detectam anticorpos e antígeno com alta precisão. Os critérios de testagem recomendados internacionalmente orientam repetir o exame dentro da janela imunológica quando a exposição foi recente.Da confirmação ao plano
Confirmado o resultado, o infectologista para HIV solicita carga viral e CD4 para definir o ponto de partida do tratamento. Esses números guiam desde a escolha do esquema até a frequência dos retornos.Tratamento antirretroviral: o que esperar
Adesão é tudo
Tomar o remédio no mesmo horário, todos os dias, é o que mantém o vírus suprimido. Um infectologista para HIV acompanha efeitos colaterais e ajusta o esquema quando algo incomoda, evitando que o paciente abandone por conta própria.Indetectável igual a intransmissível
Quando a carga viral fica indetectável por pelo menos seis meses com boa adesão, o risco de transmissão sexual é considerado nulo, conceito conhecido como I=I. É uma mudança que reorganiza a rotina do casal e alivia o medo dentro de casa.Decisão em família: como envolver quem cuida
A conversa com quem divide a casa
Levar o cônjuge à consulta ajuda a alinhar expectativas e a esclarecer que, com tratamento, a vida em casal segue normalmente. O infectologista para HIV pode mediar essa conversa quando há receio ou culpa envolvidos.Quando o cuidado é coletivo
Em pacientes idosos ou com outras doenças, o cuidador participa da gestão das medicações. A mesma estrutura que coordena casos complexos de outras áreas, como as cirurgias de próstata pela rede de convênios, aplica essa lógica de decisão em conjunto também na Infectologia.Perguntas para a consulta e quando pedir segunda opinião
Perguntas para levar
Vale perguntar sobre efeitos colaterais do esquema, interações com outros remédios, frequência dos exames e o que fazer se esquecer uma dose. Quem procura um infectologista para HIV pela primeira vez também deve perguntar sobre prevenção para o parceiro.Sinais para pedir segunda opinião
Se as dúvidas não são respondidas, se não há plano claro de acompanhamento ou se o paciente não se sente à vontade, pedir uma segunda avaliação é um direito, não uma ofensa ao médico.Atuação integrada no Instituto Medicina em Foco
Especialista da equipe do Dr. Rodrigo Barbosa
O Dr. Celso Mendanha integra a equipe do Dr. Rodrigo Barbosa no Instituto Medicina em Foco, contribuindo com a Infectologia dentro de uma proposta assistencial coordenada. Isso significa que o paciente que busca um infectologista para HIV tem acesso não só ao olhar da especialidade, mas a uma discussão clínica integrada com outras áreas.Cuidado em rede
Essa mesma estrutura conduz casos de alta complexidade em outras especialidades, como as cirurgias robóticas de próstata pela Notredame, mantendo padrão de acompanhamento e segurança. Para o paciente com HIV, isso se traduz em continuidade: exames, retornos e ajustes conversados entre profissionais que se conhecem.O que dizem os pacientes
Excelente profissional. O Dr. Celso Mendanha é um infectologista extremamente atencioso, competente e atualizado. Explica tudo com clareza, demonstra muito conhecimento e passa segurança desde a primeira consulta. Atendimento humano, cuidadoso e respeitoso. Recomendo fortemente. Muito obrigada, Dr!— Mariana Corinti (fev/2026)
Fui atendida pelo Dr. Celso e só tenho elogios. Atendimento extremamente atencioso, humano e cuidadoso. Ele escuta com calma, explica tudo de forma clara e passa muita segurança, além de ter um conhecimento impecável. Recomendo fortemente.— Marilia Gomes Costa (fev/2026)
Dr Celso simplesmente é o melhor infectologista que conheci, extremamente técnico, acolhedor e atualizado, sempre dando suporte ao paciente. Indico de olhos fechado!!!! Por mais médicos assim— Ligia Machado (fev/2026)
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Uma avaliação estruturada organiza a confirmação do diagnóstico, os exames de carga viral e CD4 e o início do tratamento com um plano claro para você e sua família.
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