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Check-up masculino a partir dos 40 com urologista: é frescura?

Check-up masculino a partir dos 40 com urologista: é frescura?

Por que a avaliação urológica aos 40 enxerga bem mais do que a próstata e muda o que vem depois.

“Muitos homens chegam à primeira consulta preventiva por insistência da parceira, quase pedindo desculpas. Nessa conversa, costumo encontrar pressão alta, glicose alterada ou queixa urinária tolerada em silêncio por muito tempo.”— Dr. José Augusto

CRM 185703RQE 100170Urologia
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Formação acadêmica
  • Residência Médica em Cirurgia Geral na Santa Casa de São Paulo
  • Residência em Urologia no Hospital Santa Marcelina de São Paulo
  • Fellowship em Cirurgia Robótica em Urologia na Santa Casa de Santos-SP
  • Pós-Graduação em Cirurgia Robótica em Urologia no Hospital Albert Einstein
Títulos de especialista
  • Destaque na American Urological Association (AUA) por contribuições à urologia minimamente invasiva brasileira
Sociedades médicas
  • Membro Titular da Sociedade Brasileira de Urologia
  • Membro da American Urological Association (AUA)
  • com destaque na associação por suas contribuições à urologia minimamente invasiva brasileira
Onde atende
  • Hospital Beneficência Portuguesa, Hospital Santa Catarina, Hospital Sírio Libanês, Rede Dor São Paulo, Hospital Nove de Julho, Instituto Medicina em Foco
Áreas de atuação
  • Urologia
Dr. José Augusto, Urologia — check-up masculino a partir dos 40 com urologista: é frescura?
21 min de leituraRevisado por Dr. José AugustoJose Augusto Farias Da Silva Junior · CRM 185703 · RQE 100170Atualizado em 1 de outubro de 202612 referências citadas
Sumário
  1. Check-up masculino a partir dos 40 com urologista: é frescura? A resposta curta
  2. Consulta não é pacote de exames: o que o urologista avalia de verdade
  3. Quem deve começar antes: histórico familiar, homens negros e outros fatores de risco
  4. PSA aos 40: quando faz sentido e quando é cedo demais
  5. Toque retal ainda é necessário ou o PSA já substitui?
  6. O que um PSA alterado significa (e o que ele não significa)
  7. Os riscos de rastrear sem critério: falso-positivo, sobrediagnóstico e sobretratamento
  8. Além da próstata: ereção, sintomas urinários, testículos e testosterona
  9. Pressão, glicemia, colesterol e peso: por que entram na avaliação urológica
  10. Sinais que não esperam a idade certa: quando procurar o urologista agora
Urologia

No consultório, quem chega cedo costuma ter mais escolhas.

— Dr. José Augusto
A pergunta “check-up masculino a partir dos 40 com urologista: é frescura?” costuma vir acompanhada de vergonha ou adiamento. Sou o Dr. José Augusto, Urologia do corpo clínico do Instituto Medicina em Foco, e escrevo para desfazer esse receio. Consultar sem sintomas não é exagero: é a chance de conversar com calma sobre saúde urinária e sexual antes que algo incomode.
Nas próximas seções, explico o que acontece na consulta, quais sinais antecipam a visita e como os exames são decididos. Também falo de testosterona baixa (queda do hormônio masculino), que pode causar cansaço, irritabilidade e menos desejo sexual. A ideia é que você chegue à consulta sabendo o que perguntar, com mais informação e sem constrangimento.
Como funciona

Passo a passo

  • 1Conversa inicialO urologista pergunta sobre jato urinário, ereção, desejo sexual, remédios em uso e casos de câncer na família.
  • 2Exame físicoMede-se a pressão e examinam-se abdome e genitais; o toque retal depende do risco individual e de decisão conjunta com o paciente.
  • 3Pedido de examesPodem entrar PSA (exame de sangue da próstata), glicemia e colesterol; testosterona, quando a avaliação clínica sugere queda hormonal.
  • 4Leitura dos resultadosNo retorno, cada resultado é comparado ao histórico, e as dúvidas sobre próstata, ereção e hormônios são esclarecidas.
  • 5Plano combinadoSe algo aparece alterado, discutem-se ajuste de hábitos, acompanhamento ou tratamento, sempre em decisão compartilhada com o paciente.
  • 6Reavaliação periódicaO intervalo até a próxima visita depende do risco individual, e sintomas novos justificam antecipar o retorno.
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Check-up masculino a partir dos 40 com urologista: é frescura? A resposta curta

Análise completa
Um homem de 40 anos sem queixas pode, sim, marcar a primeira consulta urológica. Doenças da próstata, alterações hormonais e problemas de ereção podem avançar sem sinais claros. A visita cria um ponto de partida, com referência pessoal de saúde para comparar nas consultas seguintes.

Por que a ausência de sintomas engana

Temos visto homens que se consideram saudáveis só porque nada dói. Ereção um pouco mais fraca, sono interrompido para urinar e cansaço persistente costumam ser atribuídos à idade. Quando o incômodo finalmente aparece, o problema muitas vezes já pede tratamento mais trabalhoso do que exigiria antes.

O que a primeira consulta oferece

Procurar um urologista em São Paulo aos 40 não significa sair com uma lista longa de exames. A conversa define o que faz sentido para o seu perfil, sem pedidos automáticos. O ganho principal é decidir com informação, e não por medo ou por pressão de alguém.A consulta também funciona como porta de entrada para outros cuidados. Quando aparece algo fora da área urológica, o paciente recebe encaminhamento para o especialista adequado, sem perder o fio do acompanhamento. Assim, uma única visita pode organizar prioridades que estavam espalhadas por muito tempo.Frescura seria ignorar sinais que o corpo dá com discrição. Cuidar da saúde urinária e sexual nessa idade é uma atitude prática, comparável a revisar o carro antes da viagem longa.
02

Consulta não é pacote de exames: o que o urologista avalia de verdade

Análise completa
O urologista começa pela sua história, não pelo pedido de exames. A partir dela, estima-se o risco individual e define-se o que realmente acrescenta informação. Dois homens de 40 anos podem sair da consulta com pedidos bem diferentes, e ambos estarem corretos.

O que a conversa investiga

Perguntas sobre jato urinário, vontade urgente e idas noturnas ao banheiro mostram como a próstata está funcionando. Falar de ereção, desejo e qualidade do sono ajuda a separar causas ligadas à circulação, aos hormônios ou ao emocional. A lista de remédios em uso também conta, porque alguns alteram a ereção ou o resultado de exames.

Os fatores que pesam na decisão

Idade, câncer de próstata em pai ou irmão e ascendência negra elevam o risco da doença. A Sociedade Brasileira de Urologia orienta antecipar para esses homens o rastreamento (busca da doença antes dos sintomas). Sintomas urinários, ereção mais fraca e sinais de testosterona baixa também mudam a lista de exames considerados.

Por que mais exames não significa mais cuidado

O PSA (exame de sangue da próstata) pode subir por inflamação, aumento benigno da glândula ou ejaculação recente. Pedido sem critério gera resultados duvidosos, ansiedade e, às vezes, biópsias (retirada de fragmentos para análise) que não seriam necessárias. Se o seu valor já veio alterado, veja o que fazer com PSA alto.Sair da consulta com poucos exames, mas bem escolhidos, costuma ser sinal de avaliação cuidadosa, não de descaso. Medo do diagnóstico não deveria adiar a visita, porque descobrir cedo amplia as opções de tratamento. Se houver indicação de operar, vale conhecer como funciona a cirurgia robótica de próstata pela Care Plus.
Imagem ilustrativa — check-up masculino a partir dos 40 com urologista: é frescura?
Imagem ilustrativaAgende sua avaliação com Dr. José →
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Quem deve começar antes: histórico familiar, homens negros e outros fatores de risco

Análise completa
Homens com pai ou irmão que teve câncer de próstata têm risco maior, sobretudo se o diagnóstico veio jovem. As diretrizes europeias de câncer de próstata 2026 orientam oferecer o PSA a partir dos 45 anos para esses homens bem informados. Bem informado significa conhecer benefícios e limites do exame antes de fazê-lo.

Ascendência negra muda o calendário

Homens negros tendem a desenvolver câncer de próstata mais cedo e, em parte dos casos, com comportamento mais agressivo. Esse padrão, descrito em estudos reunidos no acervo científico do PubMed, justifica antecipar a conversa sobre rastreamento aos 45 anos.

Genes herdados e câncer nas mulheres da família

Mutações no gene BRCA2 (alteração herdada ligada também ao câncer de mama e ovário) elevam o risco de tumores prostáticos agressivos. Por isso, mãe ou irmã com câncer de mama ou de ovário em idade jovem também merece ser contada ao urologista. Quando há suspeita, o aconselhamento genético (consulta que avalia o risco hereditário da família) ajuda a entender essa herança.

O que levar para a consulta

Antes da visita, vale perguntar aos parentes quem teve câncer, de qual órgão e com que idade aproximada. Essa informação simples ajuda o urologista a estimar seu risco com mais precisão. Anote também se algum parente fez teste genético e qual foi o resultado.Ter um ou mais desses fatores não significa ter a doença nem receber diagnóstico certo no futuro. Significa apenas que vale olhar o próprio caso com mais atenção, sem pânico e sem adiamento.
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PSA aos 40: quando faz sentido e quando é cedo demais

Análise completa
Completar 40 anos, por si só, não torna obrigatório o PSA (exame de sangue da próstata). O pedido depende de histórico familiar, ascendência, sintomas e da sua disposição para lidar com resultados incertos. Sem fatores de risco, o resultado aos 40 tende a trazer mais dúvidas do que respostas.

Quando antecipar o exame faz sentido

A dosagem aos 40 entra em pauta quando há câncer de próstata em parentes próximos, sobretudo em idade jovem. Queixas urinárias ou toque retal alterado mudam a lógica: o PSA deixa de ser rastreamento e passa a investigar sintomas. Um programa de rastreamento liderado na atenção 2026 discute como critérios claros organizam quem deve ser testado.

Quando ainda é cedo demais

Para quem não tem fatores de risco, o PSA isolado aos 40 pode gerar falso-positivo (resultado alterado sem doença). Também existe o risco de sobrediagnóstico (encontrar tumores lentos que nunca causariam problema) e de tratamentos desnecessários. Adiar o exame, nesse caso, não é descuido: é escolher o momento em que ele ajuda mais.Uma consulta marcada por outro motivo, como entender quanto custa a vasectomia, já abre espaço para decidir o momento do PSA. Leve à visita o histórico da família e os exames anteriores que tiver. Assim, o PSA nasce de uma avaliação individual, e não apenas do aniversário.
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Toque retal ainda é necessário ou o PSA já substitui?

Análise completa
O PSA e o toque retal enxergam coisas diferentes. O exame de sangue mede uma proteína liberada pela glândula, enquanto o toque percebe nódulos e endurecimentos. Alguns tumores produzem pouco PSA e só aparecem ao toque.

O que mudou nas recomendações recentes

A atualização da diretriz alemã de 2025 não recomenda o toque isolado para rastreamento. O texto privilegia o PSA interpretado conforme o risco de cada homem. A ressonância magnética (exame de imagem detalhado sem radiação) multiparamétrica (imagem detalhada da próstata) ganhou espaço antes da biópsia.

Quando o toque ainda acrescenta informação

Mesmo fora do rastreamento, o toque fornece dados que o sangue e a imagem não trazem sozinhos. Ele estima o tamanho da glândula, sente sua consistência e ajuda a interpretar um PSA que veio alterado. O exame dura poucos segundos e costuma causar desconforto leve, não dor.O laudo da ressonância usa o PI-RADS (escala de 1 a 5 de suspeita na imagem). Entender o que significa PI-RADS 4 ajuda a conversar sem susto sobre os próximos passos.

Uma escolha conversada, não imposta

A próstata também entra em pauta em consultas motivadas por outros temas, como a queda hormonal. Vale entender antes da visita qual especialista trata testosterona baixa.A conduta adequada depende da avaliação individual realizada pelo médico assistente, considerando histórico, exames e contexto clínico de cada paciente. O ideal é decidir juntos qual combinação de exames faz sentido para o seu risco. Vergonha não deveria ser o motivo para pular uma etapa útil.
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O que um PSA alterado significa (e o que ele não significa)

Análise completa
O PSA é uma proteína que a próstata libera no sangue, presente tanto em glândulas saudáveis quanto doentes. O exame mede a quantidade, não a causa da alteração. Um resultado fora da faixa esperada é um sinal de alerta inicial, interpretado junto da idade e do histórico.

Valor alto não é diagnóstico

Próstata aumentada de forma benigna, prostatite (inflamação da próstata) e infecção urinária também elevam o PSA. Diante de valor alto, repete-se a dosagem e, se persistir, considera-se ressonância (exame de imagem detalhado) antes da biópsia (retirada de fragmentos). Entenda melhor quando o PSA alto indica câncer e quais passos vêm depois.

Valor normal não é garantia

Remédios como a finasterida (usada para próstata aumentada e queda de cabelo) reduzem o valor medido do PSA. Por isso, contar ao urologista todos os medicamentos em uso evita uma leitura falsamente tranquilizadora. Um número dentro da faixa, mas que subiu muito desde o exame anterior, também merece atenção.

A tendência vale mais que um número isolado

A comparação entre dosagens feitas ao longo dos anos mostra a velocidade de subida, informação que um resultado isolado não oferece. Guarde os laudos antigos e leve todos à consulta. Saber como escolher urologista em São Paulo ajuda a manter o mesmo acompanhamento ao longo do tempo.Nem pânico diante de um número alto, nem descuido diante de um normal: o PSA orienta, mas não decide sozinho.
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Os riscos de rastrear sem critério: falso-positivo, sobrediagnóstico e sobretratamento

Análise completa
O PSA feito sem indicação clara pode desencadear uma sequência de exames, procedimentos e decisões difíceis. Cada etapa traz desconfortos e riscos próprios, mesmo quando a intenção é proteger. Entender esse encadeamento ajuda a pesar o exame antes de pedi-lo, e não depois do susto.

Falso-positivo: o alarme que não se confirma

Um PSA elevado por inflamação ou aumento benigno da glândula pode levar à biópsia (retirada de fragmentos da próstata). Ansiedade, novas coletas e dias de espera pelo laudo acompanham esse caminho. A biópsia pode causar sangramento na urina ou no esperma e, em alguns casos, infecção.

Sobrediagnóstico: o tumor que não faria mal

Parte dos tumores de próstata cresce tão devagar que nunca causaria sintomas ao longo da vida. Encontrá-los sem critério é o sobrediagnóstico, e tratá-los à toa abre espaço para o sobretratamento. Cirurgia e radioterapia podem deixar incontinência urinária (perda involuntária de urina) e disfunção erétil.Para tumores de baixo risco, a vigilância ativa (acompanhamento periódico com PSA, ressonância e, se preciso, nova biópsia) evita tratamento imediato. Uma revisão sobre a evolução do rastreamento da próstata 2026 discute esse equilíbrio entre benefício e dano. A indicação de operar ou irradiar depende do grau do tumor e da decisão compartilhada.

Critério protege mais do que volume

Rastreamento bem indicado considera idade, histórico familiar, ascendência, sintomas e expectativa de vida antes do primeiro pedido de PSA. Quem tem plano de saúde pode ver como funciona a consulta com urologista pela Amil em São Paulo. Pedir menos exames, porém bem escolhidos, reduz alarmes falsos sem abrir mão da detecção precoce.
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Além da próstata: ereção, sintomas urinários, testículos e testosterona

Análise completa
A consulta aos 40 olha o sistema urinário e reprodutor como um conjunto. Mudanças na ereção, no jato ou no desejo sexual raramente têm uma causa só e costumam conversar entre si.

Ereção como termômetro da circulação

As artérias do pênis são finas e sentem cedo os efeitos do cigarro, do sedentarismo e do diabetes. Por isso, a dificuldade de ereção pode surgir anos antes de um problema no coração. Investigar a queixa é também uma forma de cuidar da circulação como um todo.

Sintomas urinários que não são só da próstata

Urgência para urinar, ardência e sangue na urina podem vir da bexiga, dos rins ou de uma infecção. Cálculo renal (pedra formada nos rins) também aparece nessa faixa etária e pede investigação.A perda involuntária de urina também tem várias origens e merece ser contada, mesmo quando parece pequena. Para quem já operou a próstata, o tema ganha outro peso, e vale entender a incontinência depois da cirurgia de próstata.

Testículos e testosterona

Durante o exame físico, o urologista palpa os testículos em busca de nódulos e de varicocele (veias dilatadas no saco escrotal). O autoexame no banho ajuda a perceber mudanças de tamanho ou consistência entre uma consulta e outra.Cansaço persistente, perda de massa muscular, desânimo e queda do desejo podem indicar testosterona baixa. O diagnóstico não se baseia em um sintoma isolado nem em uma única dosagem no sangue. Sono ruim, excesso de peso e alguns remédios também derrubam o hormônio e entram na conversa.Quem usa plano de saúde pode conferir como funciona o atendimento com urologista pela Omint antes de agendar. Levar anotadas todas as queixas, mesmo as que parecem pequenas, deixa a avaliação mais completa.A conduta descrita aqui se apoia em An Evidenced Based Review and Common 2025.
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Pressão, glicemia, colesterol e peso: por que entram na avaliação urológica

Análise completa
Pressão alta, glicemia elevada e colesterol alto agem sobre os mesmos vasos e nervos que comandam a ereção e a bexiga. Por esse motivo, o urologista mede a pressão, pede exames de sangue e pergunta sobre peso e cintura. A consulta vira oportunidade de flagrar alterações silenciosas.

O peso e a síndrome metabólica

A síndrome metabólica (soma de cintura larga, pressão alta, glicemia e gorduras alteradas) se associa a mais sintomas urinários. A gordura abdominal também reduz a testosterona, o que pesa sobre desejo, energia e ereção. Perder parte do peso costuma melhorar esses três pontos ao mesmo tempo.

Diabetes, pressão e os remédios do dia a dia

O diabetes mal controlado pode lesar os nervos da bexiga, deixando o jato fraco e a sensação de esvaziamento incompleto. Alguns remédios para pressão, como diuréticos (que aumentam o volume de urina) e betabloqueadores (que desaceleram o coração), podem enfraquecer a ereção. Nunca suspenda o remédio por conta própria: contar a queixa ao urologista permite discutir alternativas com quem o prescreveu.

Um cuidado que conversa com outras especialidades

Alterações encontradas na consulta costumam ser compartilhadas com cardiologista, endocrinologista ou clínico geral, para manter o plano de cuidado coerente. Quem usa convênio pode conferir como funciona a consulta com urologista pelo Saúde Caixa antes de agendar.Manter pressão, glicemia e peso sob controle também prepara melhor o corpo caso, um dia, seja preciso operar a próstata. Se esse cenário surgir, vale entender a cirurgia robótica de próstata pela Cassi e suas etapas. A autorização do plano cobre a internação, mas o aluguel do robô e os honorários podem ser cobrados à parte.
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Sinais que não esperam a idade certa: quando procurar o urologista agora

Análise completa
Alguns sintomas não combinam com o calendário preventivo e pedem avaliação em dias, não em meses. Eles podem surgir aos 25, aos 40 ou aos 70 anos.

Quando ir ao pronto-socorro

Retenção urinária (vontade de urinar sem conseguir eliminar a urina) exige atendimento de urgência, porque a bexiga cheia causa dor forte. Dor súbita e intensa no testículo pode ser torção (giro do cordão que nutre o testículo). Nesse caso, cada hora conta para preservar o órgão.Febre com dor nas costas ou ardência ao urinar pode indicar infecção que atingiu os rins. Ereção dolorosa por mais de quatro horas, sem desejo sexual, é priapismo (ereção prolongada que pode lesar o pênis). Os dois quadros pedem pronto-socorro no mesmo dia.

Sinais que pedem consulta em poucos dias

Sangue na urina, mesmo uma única vez e sem dor, precisa ser investigado. Nódulo ou endurecimento no testículo percebido no autoexame também pede avaliação rápida, sobretudo entre homens jovens. Ferida no pênis que não cicatriza e curvatura nova da ereção completam a lista.Dor óssea persistente e sem explicação, em homens mais velhos, também merece consulta, pois pode refletir câncer de próstata avançado. Quando um tumor é confirmado, a nota de Gleason (escala de agressividade das células) orienta o tratamento. Veja as diferenças entre Gleason 6 e 7.A conduta descrita aqui se apoia em material de referência clínica.Diante desses sinais, agende avaliação com o Dr. José Augusto, em Urologia, no Instituto Medicina em Foco, em São Paulo. Se você usa convênio, confira o atendimento de urologista pela Cassi e agende sua avaliação.

O que dizem os pacientes

Excelente profissional, me atendeu desde a urgência com muita competência e carinho, só gratidão!
— Aline Franco (dez/2025)
Atendimento super humanitário Atencioso e cordial!! profissionalismo totalmente diferenciado ! fiquei super satisfeito ! Recomendo a todos que necessitarem de uma consulta urologica e indico o DR José Augusto da silva !!
— Joao Roberto (mai/2026)
Gostaria de registrar minha imensa satisfação e gratidão pelo excelente atendimento prestado pelo Dr. José Augusto, urologista, e por sua equipe. Realizei uma cirurgia com o Dr. José Augusto e todo o processo foi conduzido com extrema competência, profissionalismo e cuidado. Desde o pré-operatório, recebi orientações claras e detalhadas, o que me trouxe muita segurança e tranquilidade. A cirurgia transcorreu perfeitamente, e o pós-operatório foi acompanhado de perto, sempre com atenção, disponibilidade e respeito. Também faço questão de elogiar a secretária Vanessa, que foi fundamental em toda a minha jornada. Sempre muito atenciosa, organizada e prestativa, ela me orientou em todas as etapas, esclareceu dúvidas e garantiu que tudo ocorresse de forma tranquila e bem planejada. Recomendo fortemente o Dr. José Augusto e sua equipe a todos que buscam um atendimento humanizado, eficiente e de altíssimo nível. Minha experiência foi extremamente positiva.
— Eduardo J L CARVALHO (fev/2026)
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Perguntas frequentes

Afinal, check-up masculino a partir dos 40 com urologista: é frescura?
Não: a consulta aos 40 cria uma referência pessoal de saúde urinária, sexual e hormonal, útil para comparar nas visitas seguintes. Ela também flagra alterações silenciosas, como pressão alta e glicose elevada, que costumam passar despercebidas. O que muda de um homem para outro é a lista de exames, nunca a utilidade da conversa.
Preciso de encaminhamento para marcar consulta com urologista?
Em geral, não: o homem pode agendar diretamente, seja de forma particular ou pelo convênio. Alguns planos têm regras próprias de autorização, por isso vale confirmar com a operadora antes. Levar exames antigos e a lista de remédios em uso torna a primeira visita mais produtiva.
Quanto tempo dura a primeira consulta?
A duração varia conforme a quantidade de queixas e o histórico a revisar. A primeira visita costuma ser mais longa que os retornos, porque reúne conversa detalhada, exame físico e leitura de exames anteriores. Anotar as dúvidas antes ajuda a não esquecer nada importante.
Posso levar minha parceira ou parceiro à consulta?
Sim, se você se sentir mais à vontade. A presença de quem convive com você ajuda a lembrar detalhes, como ronco, idas noturnas ao banheiro ou mudanças de humor. Assuntos mais íntimos podem ser conversados a sós em parte da consulta, se você preferir.
Com que frequência devo voltar ao urologista?
Não existe um intervalo único para todos os homens. O retorno é definido conforme idade, histórico familiar, resultados dos exames e presença de sintomas. Qualquer queixa nova, como jato mais fraco ou sangue na urina, justifica antecipar a visita sem esperar a data marcada.
O urologista substitui o clínico geral no check-up?
Não: o urologista cuida do sistema urinário, dos órgãos reprodutores e dos hormônios masculinos. O clínico geral acompanha a saúde como um todo, incluindo vacinas e outros órgãos. Os dois se complementam e trocam informações quando surge alguma alteração.
Preciso de algum preparo antes da consulta?
Para a consulta em si, não há jejum nem preparo especial. Vale anotar sintomas, remédios em uso e casos de câncer na família, com a idade aproximada de cada diagnóstico. Se houver coleta de sangue depois, o preparo é orientado no momento do pedido.
Quem quer ter filhos depois dos 40 deve falar disso na consulta?
Sim: o urologista também cuida da fertilidade masculina, e contar esse plano muda o foco da conversa. Varicocele (veias dilatadas no saco escrotal), alguns remédios e o uso de testosterona por conta própria podem reduzir a produção de espermatozoides. Por isso, mencionar o desejo de ter filhos ajuda a escolher caminhos que preservem essa possibilidade.
O convênio cobre a consulta e os exames com o urologista?
Consultas e exames costumam ter cobertura conforme as regras de cada plano e o tipo de contrato. Se um dia houver cirurgia, a autorização do plano cobre a internação hospitalar. Já o aluguel de equipamentos, como laser ou robô, e os honorários médicos podem ser cobrados à parte.

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