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Uma equipe,
os melhores especialistas do país

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Melhor urologista para HOLEP em São Paulo | São Paulo

Melhor urologista para HOLEP em São Paulo | São Paulo

A experiência acumulada do cirurgião pesa mais que a marca do laser na cirurgia da próstata aumentada.

“Na próstata muito volumosa, a recuperação depende da precisão da enucleação (retirada do tecido que aperta o canal da urina). Por isso, oriento o paciente a perguntar quantos casos desse porte o cirurgião já operou.”— Dr. José Augusto

CRM 185703RQE 100170Urologia
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Formação acadêmica
  • Residência Médica em Cirurgia Geral na Santa Casa de São Paulo
  • Residência em Urologia no Hospital Santa Marcelina de São Paulo
  • Fellowship em Cirurgia Robótica em Urologia na Santa Casa de Santos-SP
  • Pós-Graduação em Cirurgia Robótica em Urologia no Hospital Albert Einstein
Títulos de especialista
  • Destaque na American Urological Association (AUA) por contribuições à urologia minimamente invasiva brasileira
Sociedades médicas
  • Membro Titular da Sociedade Brasileira de Urologia
  • Membro da American Urological Association (AUA)
  • com destaque na associação por suas contribuições à urologia minimamente invasiva brasileira
Onde atende
  • Hospital Beneficência Portuguesa, Hospital Santa Catarina, Hospital Sírio Libanês, Rede Dor São Paulo, Hospital Nove de Julho, Instituto Medicina em Foco
Áreas de atuação
  • Urologia
Dr. José Augusto, Urologia — melhor urologista para HOLEP em São Paulo
21 min de leituraRevisado por Dr. José AugustoJose Augusto Farias Da Silva Junior · CRM 185703 · RQE 100170Atualizado em 1 de outubro de 202610 referências citadas
Sumário
  1. Melhor urologista para HOLEP em São Paulo: existe um nome certo para todos?
  2. O que é o HoLEP e como a cirurgia é feita
  3. Quando o aumento benigno da próstata passa a pedir cirurgia
  4. HoLEP, RTU de próstata e outras opções: como o médico escolhe
  5. Credenciais que você pode conferir antes da consulta
  6. Perguntas para fazer ao urologista na primeira consulta
  7. Exames e preparo antes do HoLEP
  8. Riscos e efeitos colaterais que você deve conhecer
  9. Como é a recuperação: sonda, internação e volta à rotina
  10. Custo do HoLEP em São Paulo e cobertura pelo convênio
Urologia

Escolher quem vai operar a sua próstata pesa tanto quanto a própria cirurgia. Quero que você decida com calma e com informação clara.

— Dr. José Augusto
Quem procura o melhor urologista para HOLEP em São Paulo costuma chegar com dúvidas parecidas e muitas opiniões soltas. Sou o Dr. José Augusto, Urologia do corpo clínico do Instituto Medicina em Foco, e escrevo para organizar essa escolha. No consultório, ouço com frequência a mesma pergunta: vale a pena esperar mais para operar com laser?
Nos próximos tópicos, mostro como avaliar a experiência do cirurgião com laser de hólmio e o que esperar da recuperação. Também explico como conversar sobre custos com o convênio e com o hospital em São Paulo, sem surpresas na conta. A ideia é que você chegue à consulta sabendo o que perguntar e o que observar na resposta.
Como funciona

Passo a passo

  • 1Primeira consultaO urologista ouve os sintomas urinários, examina a próstata e revisa remédios, exames antigos e outras doenças.
  • 2Exames pré-operatóriosUltrassom mede o tamanho da próstata, e a urofluxometria (teste que mede a força do jato urinário) completa a avaliação.
  • 3Planejamento cirúrgicoCom os resultados, define-se a técnica, o hospital com laser de hólmio e a autorização da internação pelo convênio.
  • 4Cirurgia e internaçãoA enucleação é feita pela uretra, e a sonda vesical (tubo que drena a urina) costuma sair em poucos dias.
  • 5Retorno pós-operatórioNa revisão, o urologista avalia ardência, sangue na urina e escapes, ajustando orientações sobre esforço físico e hidratação.
  • 6ReavaliaçãoMeses depois, nova urofluxometria e medida do resíduo pós-miccional (urina que sobra na bexiga) mostram como ficou o esvaziamento.
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Melhor urologista para HOLEP em São Paulo: existe um nome certo para todos?

Análise completa
Não há ranking oficial de cirurgiões, e títulos de "melhor" em sites ou redes sociais não medem resultado. O urologista adequado é aquele cuja experiência combina com o tamanho da sua próstata e com a sua saúde geral.

O que muda de um paciente para outro

Uma próstata pouco aumentada e outra muito volumosa exigem preparos diferentes da equipe cirúrgica. Quem usa anticoagulantes (remédios que afinam o sangue) também exige atenção redobrada ao sangramento. Cirurgia anterior, como a RTU de próstata (raspagem do tecido pela uretra), também altera a estratégia.Temos observado que o paciente decide melhor quando o cirurgião fala abertamente da própria experiência com laser de hólmio. Uma avaliação urológica em São Paulo bem conduzida começa por essa franqueza.

Perguntas que revelam o profissional adequado

Pergunte como o cirurgião lida com complicações e se a equipe tem urologistas de plantão no hospital. Peça para entender quem acompanha você após a alta e como são tratados os escapes iniciais. Um bom especialista responde sem rodeios e indica outro colega quando o caso foge da sua experiência.Escolher bem é cruzar a técnica com o perfil do seu corpo e da sua rotina. Fama na internet não substitui essa combinação.
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O que é o HoLEP e como a cirurgia é feita

Análise completa
A sigla HoLEP vem do inglês e significa enucleação da próstata com laser de hólmio. O cirurgião entra pela uretra com um ressectoscópio (tubo fino com câmera e canal para o laser), sem nenhum corte na pele. A energia do laser separa o miolo da próstata da cápsula (camada externa da glândula), como polpa solta da casca.

Do laser à retirada do tecido

Depois de solto, o tecido cai dentro da bexiga em grandes fragmentos. Em seguida, o morcelador (aparelho que tritura e aspira o tecido) retira tudo pela própria uretra. O material segue para análise no laboratório, que confirma se há alguma alteração além do crescimento benigno.Diferente da RTU, que raspa a próstata em lascas, o laser retira o miolo inteiro de uma vez só. O resultado é um canal amplo para a urina passar.

Quando a técnica é indicada

Diretrizes da Sociedade Brasileira de Urologia - SBU apontam a HoLEP para hiperplasia prostática benigna com sintomas que remédios não controlam. A técnica também serve para próstatas muito grandes, retenção urinária (incapacidade de esvaziar a bexiga) e sangramentos repetidos da glândula. Costuma ser feita com anestesia raquidiana (injeção nas costas que adormece da cintura para baixo) ou geral.O aumento da próstata costuma dar sinais cedo, como jato fraco e idas noturnas ao banheiro. O texto sobre check-up masculino a partir dos 40 mostra por que avaliar cedo evita chegar à retenção. Conhecer a técnica ajuda a avaliar quem seria o melhor urologista para HOLEP em São Paulo no seu caso.
Imagem ilustrativa — melhor urologista para HOLEP em São Paulo
Imagem ilustrativaAgende sua avaliação com Dr. José →
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Quando o aumento benigno da próstata passa a pedir cirurgia

Análise completa
A decisão de operar nasce de duas perguntas simples. Os sintomas atrapalham a vida mesmo com remédios? A bexiga ou os rins já mostram sinais de sofrimento?

Quando os remédios deixam de bastar

O tratamento inicial costuma usar alfabloqueadores (remédios que relaxam a musculatura da próstata), como a tansulosina. Em próstatas maiores, entram os inibidores da 5-alfa-redutase (remédios que encolhem a glândula), como finasterida e dutasterida. Segundo as orientações da Mayo Clinic, a cirurgia entra quando esses remédios não controlam os sintomas ou causam efeitos que incomodam.Tontura ao levantar e queda da libido levam alguns homens a abandonar os comprimidos. Outros não querem depender de remédio para sempre, preferência que pesa na conversa com o melhor urologista para HOLEP em São Paulo.

Complicações que antecipam a decisão

Retenção urinária repetida, cálculos na bexiga (pedras formadas pela urina parada) e infecções urinárias de repetição mudam o rumo da conversa. Sangue na urina vindo da próstata e hidronefrose (dilatação dos rins pela urina represada) também entram nessa lista. São sinais de que a obstrução já fere a bexiga ou os rins, e esperar costuma piorar o quadro.

Como o urologista mede o incômodo

O questionário IPSS (escala internacional que pontua os sintomas urinários) mostra o quanto o problema pesa no dia a dia. Somado ao resíduo pós-miccional e à urofluxometria, ele ajuda o especialista a separar incômodo leve de obstrução importante. A conduta adequada depende da avaliação individual realizada pelo médico assistente, considerando histórico, exames e contexto clínico de cada paciente.Homens com cansaço e libido baixa às vezes desconfiam da testosterona, e a reposição exige olhar a próstata antes. Vale ler sobre quem cuida da testosterona baixa antes de começar qualquer hormônio.
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HoLEP, RTU de próstata e outras opções: como o médico escolhe

Análise completa
Nenhuma técnica vence em todos os cenários. O volume da próstata, medido no ultrassom, é o primeiro filtro da escolha. Uso de anticoagulantes, cirurgias anteriores e desejo de preservar a ejaculação completam a conta.

Próstatas pequenas e médias

Em glândulas menores, a RTU de próstata segue como opção consolidada e bem conhecida. A vaporização a laser (técnica que queima o tecido em vez de retirá-lo) também atende bem esses casos. O PSA (exame de sangue que rastreia a próstata) alterado pede investigação antes; entenda quando o PSA alto preocupa.

Próstatas grandes: onde o HoLEP se destaca

Em glândulas muito volumosas, a RTU fica longa, sangra mais e às vezes precisa ser repetida. Antes, esses casos iam para a cirurgia aberta, a prostatectomia (retirada do miolo por corte na barriga). O HoLEP (cirurgia com laser de hólmio que solta e retira o miolo da próstata) faz o mesmo pela uretra.A vantagem vem do laser, que fecha os vasos enquanto corta, e do acesso pela uretra, sem corte na pele. O resultado é menos sangramento e tempo de recuperação mais curto. Quem usa anticoagulantes também tende a se beneficiar dessa combinação.A decisão final depende do exame de cada paciente e da experiência real da equipe com a técnica. Para avaliar esse ponto, confira os sinais de um bom urologista.Nem todo homem precisa de cirurgia de grande porte. Quem prioriza preservar a ejaculação pode discutir técnicas menores, aceitando um ganho mais modesto no jato.
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Credenciais que você pode conferir antes da consulta

Análise completa
O CRM (registro que autoriza a exercer medicina) aparece no site do Cremesp (Conselho Regional de Medicina paulista). Na mesma busca surge o RQE (registro de qualificação de especialista), que comprova o título em urologia. Sem esse registro, o médico não pode se anunciar como urologista.

Treinamento específico em HoLEP

O título de urologista não garante domínio do laser de hólmio. Pergunte onde o cirurgião aprendeu a técnica, se fez estágio supervisionado e quantas enucleações realiza por ano. Respostas vagas merecem cautela.Pergunte também como a equipe acompanha o controle urinário depois da alta. O texto sobre como evitar incontinência após cirurgia de próstata mostra o que cobrar nesse seguimento.

O hospital onde a cirurgia acontece

Confirme em qual hospital o urologista opera e se o equipamento de laser fica disponível ali. Nem todo hospital da rede credenciada tem o aparelho, e isso muda onde a cirurgia pode ser feita. Confira também se o hospital aceita o seu plano para esse procedimento.Quem tem Amil pode ver como funciona o atendimento em urologia pelo convênio Amil em São Paulo. Peça o orçamento por escrito antes de marcar a data.Credenciais em dia não bastam sozinhas, mas eliminam quem não tem formação comprovada. A conversa sobre experiência completa o que os registros públicos mostram.
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Perguntas para fazer ao urologista na primeira consulta

Análise completa
Leve as perguntas anotadas e repare no tom das respostas, não só no conteúdo. Um cirurgião seguro explica números, limites e alternativas sem pressa e sem prometer resultado.

Experiência e alternativas

Pergunte quantos pacientes com próstata do seu tamanho o cirurgião já operou e como ficou o controle urinário deles. Peça também que ele compare a HoLEP com a RTU de próstata e a vaporização no seu caso. Quem domina só uma técnica tende a indicar sempre a mesma.Se houver suspeita de câncer, o caminho é outro. Para quem tem Cassi, vale ler sobre cirurgia robótica de próstata pela Cassi.

Complicações e anticoagulantes

Pergunte quais complicações a equipe mais encontra e o que é feito quando elas surgem. Sangramento, infecção urinária e estreitamento da uretra (cicatriz que afina o canal da urina) merecem resposta clara. Quem usa anticoagulantes precisa saber quem orienta o remédio antes e depois da cirurgia, e se o cardiologista participa.

Acompanhamento e custos

Pergunte quem atende você em caso de febre ou sangramento após a alta e quantos retornos estão previstos. Peça um contato direto da equipe para dúvidas fora do horário.Na parte financeira, pergunte o que entra na autorização do plano. A autorização cobre a internação hospitalar; o aluguel do laser e os honorários médicos podem ser cobrados à parte. Quem tem Omint pode ver como funciona o atendimento com urologista pela Omint.Respostas claras e sem pressa contam tanto quanto o currículo na hora de escolher quem vai operar.
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Exames e preparo antes do HoLEP

Análise completa
A avaliação pré-operatória confere se o corpo tolera a anestesia e se a urina está livre de bactérias. Ela também revisa os remédios em uso, com atenção especial aos que interferem na coagulação.

Os exames mais pedidos

O hemograma (contagem das células do sangue) e o coagulograma (teste que mede a coagulação) mostram anemia e risco de sangramento. A creatinina (marcador da função dos rins) revela se a obstrução já afetou os rins. A urocultura (cultura de urina que procura bactérias) precisa estar negativa antes da data marcada.Quem tem doença cardíaca ou mais idade faz eletrocardiograma (registro da atividade elétrica do coração) e avaliação do risco cirúrgico. O PSA recente e o toque retal ajudam a afastar suspeita de câncer antes da enucleação. Vale entender se o exame de toque ainda é necessário hoje.

Quem usa anticoagulantes

Remédios como varfarina, rivaroxabana, apixabana e clopidogrel aumentam o sangramento durante e depois da cirurgia. Nunca suspenda esses remédios por conta própria, porque a pausa favorece trombose (formação de coágulo no vaso) e AVC (derrame). A troca ou a pausa é planejada com o cirurgião e o cardiologista, caso a caso.Leve a lista completa de remédios, com doses e horários, já na consulta de preparo.

Autorização do convênio

Com os exames prontos, o pedido de autorização segue para o plano de saúde. A autorização do plano cobre a internação hospitalar; aluguel do laser e honorários médicos podem ser cobrados à parte. Beneficiários da Caixa podem ver como funciona o atendimento com urologista pelo Saúde Caixa.A conduta descrita aqui se apoia em Holmium laser prostate surgery.
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Riscos e efeitos colaterais que você deve conhecer

Análise completa
Toda cirurgia tem efeitos esperados e complicações possíveis, e o HoLEP não foge à regra. Conhecer cada um antes da data ajuda a separar o normal do que pede contato com a equipe.

Ejaculação retrógrada e vida sexual

A ejaculação retrógrada (sêmen que segue para a bexiga em vez de sair) é o efeito mais comum após a enucleação. O orgasmo e a ereção costumam se manter, mas o sêmen expelido diminui ou some. A conduta adequada depende da avaliação individual realizada pelo médico assistente, considerando histórico, exames e contexto clínico de cada paciente.

Escapes de urina nas primeiras semanas

Escape de urina ao tossir, rir ou levantar peso pode surgir logo após a retirada da sonda (tubo que drena a urina). Chamado de incontinência de esforço (perda de urina com a pressão na barriga), costuma ser passageiro. Urgência e ardência também aparecem durante a cicatrização.Escape que dura meses é incomum e merece reavaliação com quem operou.

Sangramento e nova cirurgia

Urina rosada nos primeiros dias é esperada, sobretudo após esforço. Coágulos (sangue que endurece em bolinhas) que entopem a sonda ou urina vermelho-escura pedem contato imediato com a equipe. Sangramento que exige transfusão (reposição de sangue pela veia) é raro com o laser de hólmio.A necessidade de nova cirurgia é pouco frequente, porque a enucleação retira o miolo inteiro da glândula. Quando ocorre, costuma vir de estenose de uretra (cicatriz que afina o canal da urina). Outra causa é a contratura do colo vesical (cicatriz na saída da bexiga).Jato que volta a enfraquecer meses depois é o principal sinal de alerta para essas cicatrizes. Quem tem Cassi pode conferir como agendar essas revisões no texto sobre atendimento urológico pelo plano Cassi.A conduta descrita aqui se apoia em Prostate laser surgery.
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Como é a recuperação: sonda, internação e volta à rotina

Análise completa
A recuperação após a enucleação da próstata com laser costuma ser mais rápida que a da cirurgia aberta. O ritmo, porém, varia com o tamanho da glândula, a idade e outras doenças.

Sonda e internação

Ao sair do centro cirúrgico, o paciente volta com a sonda vesical ligada a uma bolsa coletora. Em alguns casos, usa-se irrigação vesical (lavagem contínua da bexiga com soro) para evitar coágulos. A internação costuma durar de um a dois dias, e a sonda muitas vezes sai antes da alta.Depois da retirada, a equipe confere se o paciente urina bem e se a bexiga esvazia antes da alta.

Primeiras semanas em casa

Beber bastante água ajuda a clarear a urina e reduz o risco de coágulos. Nas primeiras semanas, evite carregar peso, fazer força no banheiro e dirigir longas distâncias. Bicicleta, moto e cavalgada também ficam suspensas, porque pressionam a região entre o escroto e o ânus.

Trabalho, exercício e vida sexual

Quem trabalha sentado costuma retomar o serviço em uma a duas semanas, conforme a liberação de quem operou. Atividade braçal, academia e relação sexual em geral esperam mais, até a revisão pós-operatória. No câncer, a prostatectomia robótica (retirada total da próstata com robô) segue outro ritmo; veja sobre cirurgia robótica pela Care Plus.Cada etapa da volta à rotina depende da liberação da equipe, e não de um calendário fixo. Respeitar esse ritmo protege a cicatrização e o resultado da enucleação.
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Custo do HoLEP em São Paulo e cobertura pelo convênio

Análise completa
O orçamento final da enucleação a laser reúne itens que costumam chegar em contas separadas. Conhecer cada um ajuda a comparar propostas de hospitais e equipes diferentes.

O que entra na conta

A parte hospitalar inclui diárias de internação, centro cirúrgico, medicamentos e a sala de recuperação anestésica. Os exames pré-operatórios e as consultas de retorno também pesam no total. Há ainda os honorários (remuneração de cada profissional) do cirurgião, do auxiliar e do anestesista.O aluguel do laser de hólmio e do morcelador costuma vir numa cobrança própria, muitas vezes emitida pelo fornecedor do equipamento. Peça ao hospital o valor do equipamento separado da internação.

O que o plano de saúde costuma cobrir

Com a guia autorizada, o convênio arca com a internação hospitalar dentro da rede credenciada. O aluguel do equipamento e os honorários médicos podem ser cobrados à parte, conforme o contrato e a equipe escolhida. Coparticipação (parte da conta paga pelo beneficiário a cada uso) também pode aparecer no extrato.Planos com livre escolha podem permitir reembolso (devolução parcial do valor pago fora da rede) de parte dos honorários. Operadoras diferentes seguem regras próprias, e quem tem Porto Seguro pode conferir a cirurgia robótica de próstata pela Porto Seguro.Agende uma avaliação com o Dr. José Augusto, de Urologia, no Instituto Medicina em Foco, em São Paulo. Lá, o orçamento do seu caso sai item por item. Para outros procedimentos, veja o preço e etapas da vasectomia.

O que dizem os pacientes

Excelente profissional, me atendeu desde a urgência com muita competência e carinho, só gratidão!
— Aline Franco (dez/2025)
Atendimento super humanitário Atencioso e cordial!! profissionalismo totalmente diferenciado ! fiquei super satisfeito ! Recomendo a todos que necessitarem de uma consulta urologica e indico o DR José Augusto da silva !!
— Joao Roberto (mai/2026)
Gostaria de registrar minha imensa satisfação e gratidão pelo excelente atendimento prestado pelo Dr. José Augusto, urologista, e por sua equipe. Realizei uma cirurgia com o Dr. José Augusto e todo o processo foi conduzido com extrema competência, profissionalismo e cuidado. Desde o pré-operatório, recebi orientações claras e detalhadas, o que me trouxe muita segurança e tranquilidade. A cirurgia transcorreu perfeitamente, e o pós-operatório foi acompanhado de perto, sempre com atenção, disponibilidade e respeito. Também faço questão de elogiar a secretária Vanessa, que foi fundamental em toda a minha jornada. Sempre muito atenciosa, organizada e prestativa, ela me orientou em todas as etapas, esclareceu dúvidas e garantiu que tudo ocorresse de forma tranquila e bem planejada. Recomendo fortemente o Dr. José Augusto e sua equipe a todos que buscam um atendimento humanizado, eficiente e de altíssimo nível. Minha experiência foi extremamente positiva.
— Eduardo J L CARVALHO (fev/2026)
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Perguntas frequentes

Como encontrar o melhor urologista para HOLEP em São Paulo?
Comece pelo RQE (registro de especialista) em urologia, consultado no site do Cremesp (conselho de medicina paulista). Depois, pergunte quantas enucleações (cirurgias que retiram o miolo da próstata) o cirurgião faz por ano e onde aprendeu a técnica. Prefira quem explica limites, alternativas e acompanhamento após a alta com a mesma clareza.
Quanto tempo dura a cirurgia de HoLEP?
A duração varia sobretudo com o tamanho da próstata e a experiência da equipe. Glândulas muito volumosas pedem mais tempo de laser e de morcelação (trituração do tecido já solto dentro da bexiga). O cirurgião estima esse tempo depois de ver o ultrassom.
O HoLEP afeta a ereção?
O laser retira o miolo da glândula, por dentro, longe dos nervos que comandam a ereção. Por isso, a função erétil costuma se manter como era antes da cirurgia. A conduta adequada depende da avaliação individual realizada pelo médico assistente, considerando histórico, exames e contexto clínico de cada paciente.
Posso ter filhos depois do HoLEP?
Com a ejaculação retrógrada (sêmen que volta para a bexiga no orgasmo), a gravidez por relação natural fica bem mais difícil. A conduta adequada depende da avaliação individual realizada pelo médico assistente, considerando histórico, exames e contexto clínico de cada paciente. Há caminhos para discutir com o urologista e, se preciso, com um especialista em reprodução.
Preciso de acompanhante no dia da alta?
Sim, convém ter alguém para buscar você no hospital, porque a anestesia e os remédios reduzem os reflexos. Dirigir logo após a alta não é recomendado. Nos primeiros dias, ajuda contar com quem assuma tarefas de esforço, como carregar compras ou sacolas pesadas.
O convênio paga o aluguel do laser?
Nem sempre. A autorização do plano cobre a internação hospitalar, mas o aluguel do laser e os honorários médicos podem ser cobrados à parte. Antes de marcar a data, peça ao hospital e à equipe os valores por escrito e confira seu contrato.
Vale a pena vir de outra cidade para operar em São Paulo?
Pode valer, desde que o retorno pós-operatório fique bem combinado antes da viagem. Pergunte quem atende você em caso de febre ou sangramento depois de voltar para casa. Combine também a data da revisão e se os exames de controle podem ser feitos na sua cidade.
A próstata volta a crescer depois do HoLEP?
Como o laser retira o miolo inteiro da glândula, um novo crescimento que volte a obstruir a urina é pouco comum. Mesmo assim, a parte externa da próstata continua no lugar. Por isso, o PSA (exame de sangue que rastreia a próstata) segue fazendo parte do check-up nos anos seguintes.
Posso pedir uma segunda opinião antes do HoLEP?
Pode e deve, sobretudo quando a proposta envolve cirurgia. Leve exames, laudo do ultrassom e lista de remédios para que outro urologista avalie o caso completo. Opiniões diferentes sobre a técnica são comuns, e ouvir as razões de cada uma ajuda a decidir com mais segurança.
Em quanto tempo o jato de urina melhora?
A melhora do jato costuma ser percebida logo após a retirada da sonda vesical (tubo que drena a urina da bexiga). Ardência e urgência, porém, podem acompanhar as primeiras semanas de cicatrização. A urofluxometria (teste que mede a força do jato) feita meses depois mostra o resultado de forma objetiva.

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