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Uma equipe,
os melhores especialistas do país

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Melhor urologista para cirurgia robótica de próstata em São Paulo

Melhor urologista para cirurgia robótica de próstata em São Paulo

Por que a experiência da equipe conta mais do que a marca do robô na escolha do cirurgião.

“Muitos homens chegam perguntando qual robô o hospital usa, e quase nunca perguntam quantas cirurgias a equipe faz por ano. Eu insisto nessa pergunta, porque ela pesa na continência (controle da urina).”— Dr. José Augusto

CRM 185703RQE 100170Urologia
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Formação acadêmica
  • Residência Médica em Cirurgia Geral na Santa Casa de São Paulo
  • Residência em Urologia no Hospital Santa Marcelina de São Paulo
  • Fellowship em Cirurgia Robótica em Urologia na Santa Casa de Santos-SP
  • Pós-Graduação em Cirurgia Robótica em Urologia no Hospital Albert Einstein
Títulos de especialista
  • Destaque na American Urological Association (AUA) por contribuições à urologia minimamente invasiva brasileira
Sociedades médicas
  • Membro Titular da Sociedade Brasileira de Urologia
  • Membro da American Urological Association (AUA)
  • com destaque na associação por suas contribuições à urologia minimamente invasiva brasileira
Onde atende
  • Hospital Beneficência Portuguesa, Hospital Santa Catarina, Hospital Sírio Libanês, Rede Dor São Paulo, Hospital Nove de Julho, Instituto Medicina em Foco
Áreas de atuação
  • Urologia
Dr. José Augusto, Urologia — melhor urologista para cirurgia robótica de próstata em São Paulo
21 min de leituraRevisado por Dr. José AugustoJose Augusto Farias Da Silva Junior · CRM 185703 · RQE 100170Atualizado em 2 de outubro de 202612 referências citadas
Sumário
  1. Existe um melhor urologista para cirurgia robótica de próstata em São Paulo?
  2. Quando a prostatectomia radical robótica é indicada
  3. Cirurgia, radioterapia ou vigilância ativa: a cirurgia é sempre o caminho?
  4. Como conferir CRM, RQE e formação em uro-oncologia
  5. Experiência em prostatectomia robótica: o que perguntar ao cirurgião
  6. Robótica, laparoscópica ou aberta: o que muda para o paciente
  7. Hospital e equipe: o que avaliar além do cirurgião
  8. Continência urinária e função sexual depois da cirurgia
  9. Convênio, SUS, reembolso e custos da cirurgia robótica
  10. Perguntas para levar à consulta e quando pedir segunda opinião
Urologia

No consultório, a dúvida que mais escuto não é técnica: é se o homem vai voltar a viver como antes. Respondo com franqueza, porque expectativa realista também faz parte do tratamento.

— Dr. José Augusto
Quem procura o melhor urologista para cirurgia robótica de próstata em São Paulo encontra muitas promessas e poucos critérios claros. Sou o Dr. José Augusto, Urologia do corpo clínico do Instituto Medicina em Foco, e escrevo este guia para organizar essa escolha. A ideia é que você chegue à consulta sabendo o que perguntar.
Nas próximas seções, mostro como avaliar a equipe, o que esperar da recuperação e como o convênio funciona. Também descrevo cada etapa, do diagnóstico à primeira dosagem do PSA (exame de sangue da próstata) após a operação. Em São Paulo, a oferta é grande, e comparar com método evita decisões tomadas só pela pressa.
Como funciona

Passo a passo

  • 1Consulta inicialO urologista revisa o PSA, faz o toque retal (exame pelo reto que avalia a próstata) e apresenta as alternativas.
  • 2Exames complementaresA equipe reúne biópsia, ressonância e, quando indicada, cintilografia óssea (exame que procura alterações nos ossos) para definir a extensão do tumor.
  • 3Preparo pré-operatórioExames de sangue, eletrocardiograma (registro elétrico do coração) e avaliação do anestesista preparam o organismo para a operação.
  • 4Cirurgia robóticaO cirurgião comanda os braços robóticos por pequenas incisões, e o paciente desperta com sonda vesical (tubo que drena a urina).
  • 5Retirada da sondaNo retorno, a sonda é retirada e começam os exercícios para a musculatura pélvica que ajudam a segurar a urina.
  • 6SeguimentoO PSA é dosado periodicamente, e a recuperação da continência e da ereção é acompanhada em cada consulta.
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Existe um melhor urologista para cirurgia robótica de próstata em São Paulo?

Análise completa
A resposta honesta é que o cirurgião certo muda conforme o diagnóstico, a idade e as prioridades de quem será operado. Um homem jovem pode valorizar a preservação da ereção, enquanto outro prioriza o controle do tumor acima de tudo. Ranking de internet não enxerga essas diferenças.

O que define o cirurgião mais adequado

A escala de Gleason (nota que mede a agressividade do tumor) indica o comportamento esperado da doença. A ressonância magnética (exame de imagem detalhado sem radiação) mostra se o tumor ultrapassou os limites da glândula. Vale conhecer a diferença entre Gleason 6 e 7 antes da consulta.Com esse mapa em mãos, o urologista certo é aquele que já operou muitos casos parecidos e explica os riscos sem rodeios. Pergunte com que frequência ele realiza a prostatectomia radical (retirada completa da próstata) em tumores parecidos com o seu.

Como suas prioridades entram na escolha

Na rotina clínica, a conversa sobre continência urinária (capacidade de segurar a urina) costuma pesar tanto quanto o próprio tumor. Há quem aceite um tempo maior de recuperação para tentar poupar a função erétil, e há quem não aceite.Um bom cirurgião registra essas preferências e ajusta o plano com você, sem impor um caminho único. Leve suas dúvidas por escrito e compare as respostas com o perfil do urologista em São Paulo com experiência robótica.O que está descrito acima segue material de referência clínica, referência usada nesta seção.
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Quando a prostatectomia radical robótica é indicada

Análise completa
A cirurgia costuma ser considerada na doença localizada (tumor que não saiu da próstata) de risco intermediário ou alto. Segundo orientações da Sociedade Brasileira de Urologia, a escolha também leva em conta idade, saúde geral e expectativa de vida. Em tumores de baixo risco, a vigilância ativa (acompanhamento com exames periódicos, sem tratar de imediato) costuma ser a primeira opção.

Estadiamento, Grupo de Grau e PSA

O estadiamento (classificação da extensão do tumor) mostra se a doença ficou na glândula ou atingiu tecidos vizinhos. O Grupo de Grau (escala de 1 a 5 derivada do Gleason) resume a agressividade vista na biópsia. Grupos mais altos e PSA elevado pesam a favor de tratar, como explica o texto sobre quando o PSA alto preocupa.O estadiamento também separa a doença localmente avançada (tumor que ultrapassou a cápsula da próstata). Também aponta a metástase (tumor espalhado para ossos ou outros órgãos). Cada um desses cenários muda o peso da cirurgia no plano de tratamento.

Quando a próstata aumentada não é câncer

Na hiperplasia prostática benigna (aumento da próstata sem câncer), a prostatectomia radical não faz parte do tratamento. Para esse quadro, existem técnicas menos extensas, como a vaporização da próstata com laser GreenLight. A diferença entre os dois diagnósticos vem da biópsia, não do tamanho da glândula.Mesmo com indicação clara, a decisão final é compartilhada. Leve à consulta o laudo da biópsia, a ressonância e os valores recentes de PSA. Assim, cirurgião e paciente comparam caminhos com os mesmos dados à mão.
Imagem ilustrativa — melhor urologista para cirurgia robótica de próstata em São Paulo
Imagem ilustrativaAgende sua avaliação com Dr. José →
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Cirurgia, radioterapia ou vigilância ativa: a cirurgia é sempre o caminho?

Análise completa
A prostatectomia (cirurgia de retirada da próstata) trata o câncer localizado, mas não é a única saída. A radioterapia (tratamento com radiação dirigida ao tumor) e a vigilância ativa formam as outras alternativas mais usadas. Segundo orientações do National Institutes of Health, a escolha considera Grupo de Grau, PSA, idade e preferências do paciente.

Radioterapia: sem incisão, com outros efeitos

Na radioterapia externa, sessões curtas ocorrem ao longo de semanas, sem corte nem internação. Na braquiterapia (sementes radioativas implantadas dentro da próstata), a radiação age de perto sobre a glândula. Os efeitos costumam surgir mais tarde: irritação da bexiga e do intestino e queda gradual da ereção.

Vigilância ativa: acompanhar antes de tratar

Na vigilância ativa, o tumor de baixo risco é monitorado com PSA, ressonância e biópsias repetidas ao longo dos anos. Enquanto ela dura, continência e ereção tendem a ficar preservadas, porque nada é retirado nem irradiado. O compromisso é seguir o calendário de exames, e o tratamento entra se a doença mudar de comportamento.

Como efeitos e seguimento se comparam

Após a cirurgia, a perda de urina é mais comum nas primeiras semanas e costuma melhorar aos poucos. Na radioterapia, os sintomas aparecem mais devagar e podem persistir. A conduta adequada depende da avaliação individual realizada pelo médico assistente, considerando histórico, exames e contexto clínico de cada paciente.Leia sobre cirurgia robótica de próstata pela Cassi. A autorização do plano cobre a internação; aluguel do robô e honorários podem ser cobrados à parte.
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Como conferir CRM, RQE e formação em uro-oncologia

Análise completa
O site do Conselho Federal de Medicina oferece uma busca pública por nome ou número de registro. A ficha mostra se o CRM está ativo em São Paulo e se há RQE em Urologia. Sem esse registro, o médico pode operar, mas não pode se anunciar como especialista.

Cremesp e Sociedade Brasileira de Urologia

O Cremesp (conselho de medicina do estado de São Paulo) mantém consulta própria dos médicos inscritos no estado. A Sociedade Brasileira de Urologia concede o título de especialista por prova e mantém busca de associados no site. Se o nome não aparecer nas duas bases, peça o número do registro antes da consulta.

Formação em uro-oncologia e em robótica

A uro-oncologia não tem RQE próprio, então essa formação se confere por outros caminhos. Pergunte onde o cirurgião fez fellowship (estágio de especialização após a residência) e em qual serviço de câncer atua. Na robótica, peça o certificado de treinamento no sistema e o número de casos já operados de forma independente.O Currículo Lattes (plataforma pública de currículos acadêmicos) mostra publicações e pesquisas do médico sobre câncer de próstata. O mesmo filtro vale para o Rezum (vapor d'água na próstata aumentada), como mostra urologista para Rezum em São Paulo. Depois dos registros, veja como o convênio trata a operação em cirurgia robótica de próstata pela Omint.
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Experiência em prostatectomia robótica: o que perguntar ao cirurgião

Análise completa
Um cirurgião pode somar muitas operações no robô em outros órgãos, como rim e bexiga, e ter poucos casos de próstata. A prostatectomia radical tem passos próprios, como poupar o esfíncter (músculo que segura a urina) e os nervos da ereção. Por isso, pergunte quantas prostatectomias robóticas ele realiza por ano, e há quanto tempo.

Números que vale pedir na consulta

A curva de aprendizado (fase em que o cirurgião ainda ganha domínio da técnica) pesa nos primeiros casos de cada profissional. Pergunte quantas operações ele já fez como cirurgião principal, sem tutor ao lado. Peça também a taxa de margem positiva (tumor que ficou na borda da peça retirada) na série dele.

Resultados funcionais e seguimento

Continência e ereção também têm números, e um cirurgião experiente costuma acompanhá-los em registro próprio. Pergunte em quanto tempo os pacientes dele deixam de usar absorventes e como define recuperação da ereção. Desconfie de quem não mede os próprios resultados ou responde só com médias de outros centros.Vale ainda saber como ele trata a recidiva bioquímica (volta do PSA a subir após a cirurgia). Pergunte quem faz o seguimento e se há radioterapista (médico que trata com radiação) na equipe.

Outras técnicas não substituem essa experiência

Domínio do laser na próstata aumentada, como no HoLEP (retirada do excesso da próstata com laser), envolve outra habilidade cirúrgica. Veja o perfil de um urologista com experiência em HoLEP em São Paulo para comparar os dois campos. No câncer, o que conta é a série específica de prostatectomias robóticas.Confira se o hospital do cirurgião atende seu plano no guia de cirurgia robótica de próstata pela Mediservice. Pergunte também quais valores ficam fora da autorização, como aluguel do robô e honorários médicos.
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Robótica, laparoscópica ou aberta: o que muda para o paciente

Análise completa
A cirurgia aberta usa um corte abaixo do umbigo, e o cirurgião trabalha com as mãos diretamente na pelve (região do quadril). Na laparoscópica, pinças longas entram por orifícios pequenos, guiadas por imagem em tela. A robótica também usa orifícios, mas o cirurgião comanda braços articulados com visão ampliada em três dimensões.

Sangramento, internação e sonda

Pelos orifícios menores, a perda de sangue costuma ser menor na robótica e na laparoscópica do que na via aberta. A necessidade de transfusão (receber sangue de doador) também tende a cair. A internação costuma ser mais curta, e a dor nos primeiros dias, mais leve.A sonda vesical permanece por tempo parecido nas três vias, porque depende da cicatrização entre bexiga e uretra (canal da urina).

Onde a robótica não garante vantagem

Continência, ereção e controle do tumor dependem sobretudo da técnica e da experiência de quem opera. Estudos que compararam as vias encontraram resultados funcionais próximos quando os cirurgiões tinham experiência semelhante. Os critérios de escolha estão detalhados na comparação entre cirurgia robótica e aberta.Próstatas muito grandes, cirurgias abdominais prévias ou tumor avançado podem tornar qualquer via mais trabalhosa. A perda de urina nas primeiras semanas acontece nas três técnicas, e a fisioterapia pélvica ajuda na recuperação. Há orientações práticas no texto sobre como evitar perda urinária após a cirurgia.
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Hospital e equipe: o que avaliar além do cirurgião

Análise completa
A prostatectomia robótica envolve um time inteiro, e cada integrante influencia a segurança da operação e da recuperação. O hospital precisa de rotina estabelecida com o robô, centro cirúrgico equipado e protocolos escritos para complicações. Uma equipe que opera junto com frequência reage melhor ao imprevisto.

Anestesia e enfermagem

Na cirurgia robótica, o paciente permanece em posição de Trendelenburg (cabeça mais baixa que as pernas) durante toda a operação. O anestesiologista (médico que cuida da anestesia) precisa conhecer esse posicionamento e seus efeitos sobre pulmões e circulação. Pergunte se a equipe de anestesia é fixa e se acompanha cirurgias robóticas com regularidade.A enfermagem da internação cuida da sonda vesical, do controle da dor e da prevenção de trombose (coágulo nas veias das pernas). Sair da cama cedo, com apoio da equipe, também ajuda a prevenir esse problema.

Retaguarda para o imprevisto

A conduta adequada depende da avaliação individual realizada pelo médico assistente, considerando histórico, exames e contexto clínico de cada paciente. Sangramento e vazamento na anastomose (costura entre bexiga e uretra) são incomuns, mas exigem resposta rápida. Pergunte também quem atende você se surgir febre ou dor depois da alta.

Suporte depois da alta

O pós-operatório continua em casa, com sonda, curativos e dúvidas que aparecem fora do horário comercial. Um canal direto com a equipe, retorno marcado para retirar a sonda e acesso à fisioterapia pélvica fazem diferença.Antes de fechar a data, confirme se o hospital escolhido é credenciado pelo seu plano. A autorização do convênio cobre a internação hospitalar, mas o aluguel do robô e os honorários médicos podem ser cobrados à parte. Quem tem Amil encontra os detalhes no guia sobre cirurgia robótica de próstata pela Amil.
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Continência urinária e função sexual depois da cirurgia

Análise completa
A perda de urina após a prostatectomia aparece sobretudo como incontinência urinária de esforço (escape ao tossir, rir ou levantar peso). A maioria dos homens recupera a continência ao longo de até 12 meses, com o maior ganho nos primeiros meses. A disfunção erétil (dificuldade de obter ou manter a ereção) tende a demorar mais, podendo levar até dois anos.

De que fatores a recuperação depende

Pesam a idade, a qualidade da continência e da ereção antes da operação e o tamanho da próstata. Quando o tumor encosta nos feixes neurovasculares, poupá-los fica mais difícil, e a ereção tende a voltar menos. Diabetes, tabagismo e obesidade também atrasam a recuperação.Conversar sobre essas condições antes da operação ajuda a alinhar expectativas realistas para cada etapa.

Como funciona a reabilitação

A reabilitação começa após a retirada da sonda, com fisioterapia pélvica e exercícios de Kegel (contrações dos músculos que seguram a urina). Para a ereção, a reabilitação peniana (estímulo precoce da circulação no pênis) usa recursos escolhidos caso a caso. Paciência e retornos regulares ajudam a medir o progresso sem ansiedade.Quem tem SulAmérica e vai planejar a fisioterapia pode consultar o guia sobre cirurgia robótica de próstata pela SulAmérica.O que está descrito acima segue material de referência clínica, referência usada nesta seção.
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Convênio, SUS, reembolso e custos da cirurgia robótica

Análise completa
A autorização do plano de saúde cobre a internação hospitalar da prostatectomia robótica (retirada da próstata). Os prazos de resposta seguem regras da ANS (agência que regula os convênios). O aluguel do robô e os honorários médicos (pagamento do cirurgião e da equipe) podem ser cobrados à parte.

Custos que podem ficar fora da autorização

Antes de agendar, peça ao hospital e ao cirurgião um orçamento por escrito de cada item. Confira o valor do aluguel do robô, dos honorários do anestesista e de materiais descartáveis especiais. Pergunte também se a diária de acompanhante e os exames entram na guia (documento de autorização do plano).

Reembolso e livre escolha

Quem opera com cirurgião fora da rede credenciada pode pedir reembolso (devolução de parte do valor pago) ao plano. O valor devolvido segue a tabela do contrato e costuma ser menor do que o honorário cobrado. Guarde notas fiscais, relatório médico e laudos para montar o pedido.

Cirurgia pelo SUS

Pelo SUS, a prostatectomia radical é oferecida em hospitais de referência em câncer, com acesso pela regulação (sistema que organiza a fila). A via robótica existe em poucos serviços públicos, e a técnica depende da estrutura disponível em cada um. Não há cobrança, mas o tempo de espera varia conforme a região.No Rezum (vapor d'água aplicado na próstata aumentada), a autorização segue a mesma lógica de checagem prévia. Os passos aparecem no guia sobre cobertura do Rezum pela SulAmérica.O que está descrito acima segue Prostate cancer treatment Surgery vs radiation, referência usada nesta seção.
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Perguntas para levar à consulta e quando pedir segunda opinião

Análise completa
Uma lista curta, levada em papel ou no celular, ajuda o paciente a não esquecer nada diante do cirurgião. Vale anotar as respostas e levar um familiar para ouvir junto. A consulta rende mais quando as dúvidas chegam organizadas.

Perguntas que ainda faltam na lista

Pergunte se o próprio cirurgião opera do início ao fim ou se residentes (médicos em formação) conduzem etapas da cirurgia. Questione em que situação a operação pode exigir conversão (troca para a via aberta durante o procedimento). Pergunte ainda o que muda se o anatomopatológico (análise da próstata retirada) mostrar doença além do previsto.Outra dúvida útil é quanto tempo é possível aguardar até a operação sem prejuízo e quem responde às mensagens nesse intervalo.

Quando vale ouvir outro especialista

A segunda opinião faz sentido quando os laudos discordam entre si, como ressonância suspeita com biópsia negativa. Também ajuda quando apenas um caminho é apresentado, sem comparação com radioterapia ou vigilância ativa. A revisão de lâminas (nova leitura da biópsia por outro patologista) pode reclassificar o tumor.Diante de um laudo de adenocarcinoma (tipo mais comum de câncer de próstata), vale entender o que o diagnóstico significa. Pressa para marcar a data, sem espaço para dúvidas, é outro sinal para buscar nova avaliação. A conduta adequada depende da avaliação individual realizada pelo médico assistente, considerando histórico, exames e contexto clínico de cada paciente.Agende uma consulta com o Dr. José Augusto, de Urologia, no Instituto Medicina em Foco, em São Paulo. Ele atua com a equipe do Instituto e revisa os exames com você. Quem tem Allianz pode consultar antes a cobertura do HoLEP pelo Allianz.

O que dizem os pacientes

Excelente profissional, me atendeu desde a urgência com muita competência e carinho, só gratidão!
— Aline Franco (dez/2025)
Atendimento super humanitário Atencioso e cordial!! profissionalismo totalmente diferenciado ! fiquei super satisfeito ! Recomendo a todos que necessitarem de uma consulta urologica e indico o DR José Augusto da silva !!
— Joao Roberto (mai/2026)
Gostaria de registrar minha imensa satisfação e gratidão pelo excelente atendimento prestado pelo Dr. José Augusto, urologista, e por sua equipe. Realizei uma cirurgia com o Dr. José Augusto e todo o processo foi conduzido com extrema competência, profissionalismo e cuidado. Desde o pré-operatório, recebi orientações claras e detalhadas, o que me trouxe muita segurança e tranquilidade. A cirurgia transcorreu perfeitamente, e o pós-operatório foi acompanhado de perto, sempre com atenção, disponibilidade e respeito. Também faço questão de elogiar a secretária Vanessa, que foi fundamental em toda a minha jornada. Sempre muito atenciosa, organizada e prestativa, ela me orientou em todas as etapas, esclareceu dúvidas e garantiu que tudo ocorresse de forma tranquila e bem planejada. Recomendo fortemente o Dr. José Augusto e sua equipe a todos que buscam um atendimento humanizado, eficiente e de altíssimo nível. Minha experiência foi extremamente positiva.
— Eduardo J L CARVALHO (fev/2026)
Próximo passo

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Consulta com Dr. José Augusto, Urologia, no corpo clínico do Instituto Medicina em Foco, em São Paulo.

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Perguntas frequentes

Como escolher o melhor urologista para cirurgia robótica de próstata em São Paulo?
Compare a experiência específica em prostatectomia (retirada da próstata) robótica, não apenas o total de cirurgias no robô. Confira o RQE (registro de especialista) em Urologia no Conselho Federal de Medicina e o título da Sociedade Brasileira de Urologia. Prefira quem apresenta com transparência os próprios resultados de continência (controle da urina), ereção e margem cirúrgica (borda do tecido retirado).
O robô faz a cirurgia sozinho?
Não. O robô, como o sistema da Vinci, não toma decisões nem executa movimentos por conta própria. O cirurgião fica no console (painel de comando) e conduz cada gesto dos braços articulados, com visão ampliada.
Quanto tempo dura a internação após a prostatectomia robótica?
Em geral, a internação é curta, de um a dois dias, quando não há intercorrências. O tempo exato depende do controle da dor, da alimentação e da capacidade de caminhar. O paciente costuma ir para casa ainda com a sonda vesical (tubo que drena a urina da bexiga).
Quando posso voltar ao trabalho e a dirigir?
Atividades de escritório costumam ser retomadas algumas semanas após a operação, conforme o cansaço e a liberação da equipe. Dirigir fica mais confortável depois da retirada da sonda e quando a dor permite frear com firmeza. Esforço físico intenso e carregar peso exigem um intervalo maior, combinado no retorno.
A cirurgia robótica de próstata dói muito?
A dor costuma ser moderada e bem controlada com analgésicos (remédios contra a dor) nos primeiros dias. As incisões são pequenas, e o desconforto mais citado é no ombro, causado pelo gás usado para inflar o abdome. A sonda pode incomodar, mas esse incômodo some após sua retirada.
Como fica o PSA depois da cirurgia?
Sem a próstata, o PSA (exame de sangue da próstata) tende a cair a níveis muito baixos nas semanas seguintes. A primeira dosagem costuma ser feita nos primeiros meses após a operação. Se o valor voltar a subir em exames seguintes, o urologista investiga a causa e discute os próximos passos.
Que cicatrizes ficam depois da cirurgia robótica?
Ficam algumas incisões pequenas no abdome, por onde entram a câmera e os braços do robô. Uma delas costuma ser um pouco maior, porque serve para retirar a próstata inteira. Com o tempo, as marcas tendem a clarear e ficar discretas.
O convênio paga a cirurgia robótica de próstata?
A autorização do plano cobre a internação hospitalar, seguindo as regras da ANS (agência que regula os planos de saúde). O aluguel do robô e os honorários médicos podem ser cobrados à parte. Peça orçamento por escrito antes de agendar para evitar surpresas.
Ainda vou ejacular depois da prostatectomia?
Após a cirurgia, não há mais ejaculação, porque próstata e vesículas seminais (glândulas que produzem parte do sêmen) são retiradas. O orgasmo, porém, costuma ser preservado. Quem planeja ter filhos pode discutir o congelamento de sêmen antes da operação.
Vale buscar o cirurgião com mais avaliações na internet?
Avaliações on-line medem pontualidade, atendimento e simpatia, mas raramente refletem resultado oncológico (controle do câncer) ou recuperação funcional. Elas podem complementar a escolha, sem substituir registro profissional e experiência comprovada. Use os comentários como ponto de partida para as perguntas da consulta.

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