HoLEP, Rezum ou GreenLight: qual escolher | Dr. José Augusto
Três tecnologias para a próstata aumentada, comparadas pelo que realmente muda na recuperação e na vida sexual.
“Antes de escolher a técnica para a próstata aumentada, meço o volume da glândula por ultrassom e pergunto sobre a ejaculação. Esses dois dados, mais do que a fama do aparelho, costumam decidir o método.”— Dr. José Augusto
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- Residência Médica em Cirurgia Geral na Santa Casa de São Paulo
- Residência em Urologia no Hospital Santa Marcelina de São Paulo
- Fellowship em Cirurgia Robótica em Urologia na Santa Casa de Santos-SP
- Pós-Graduação em Cirurgia Robótica em Urologia no Hospital Albert Einstein
- Membro Titular da Sociedade Brasileira de Urologia
- Hospital Beneficência Portuguesa, Hospital Santa Catarina, Hospital Sírio Libanês, Rede Dor São Paulo, Hospital Nove de Julho, Instituto Medicina em Foco
- Urologia

Prefiro que o paciente entenda o porquê da técnica antes de aceitá-la. Decisão bem explicada costuma ser decisão tranquila depois da cirurgia.— Dr. José Augusto
Passo a passo
- 1Primeira consulta
O urologista ouve os sintomas urinários, revisa os remédios em uso e pergunta sobre ejaculação e ereção.
- 2Exames
O ultrassom mede o volume da próstata, e a urofluxometria (teste que mede a força do jato) avalia o fluxo urinário.
- 3Escolha da técnica
Com os exames em mãos, médico e paciente comparam as três opções e definem a que combina com cada caso.
- 4Procedimento
O procedimento é feito pela uretra (canal por onde sai a urina), sem cortes na pele e com breve internação.
- 5Retirada da sonda
A sonda (tubo que drena a urina) sai em poucos dias, e o jato melhora conforme a próstata cicatriza.
- 6Reavaliação
Nas consultas de retorno, o urologista repete a urofluxometria e acompanha os sintomas urinários e a vida sexual.
HoLEP, Rezum ou GreenLight: qual escolher depende de quatro fatores
Quando os remédios não controlam os sintomas, a cirurgia é a etapa seguinte, como resume o guia da MedlinePlus sobre próstata aumentada. A partir daí, a técnica é definida por quatro critérios avaliados juntos, e nenhum deles decide a questão sozinho.
Os quatro fatores, um a um
O volume da próstata, medido no ultrassom, costuma ser o primeiro filtro. Glândulas muito grandes exigem uma técnica capaz de retirar bastante tecido de uma vez. O formato interno também conta, porque algumas saliências da glândula dificultam certos métodos menos invasivos.
A segunda pergunta é sobre a vida sexual. Para quem ainda deseja filhos ou valoriza a ejaculação, esse ponto pode pesar mais do que o tamanho da glândula. No consultório, essa costuma ser a dúvida que mais muda a escolha inicial.
O terceiro fator é o risco de sangramento. Quem usa anticoagulante ou antiagregante (remédio que dificulta a formação de coágulos) precisa de um método que sangre pouco. Nem todo paciente pode interromper esses remédios com segurança, e essa avaliação envolve o cardiologista.
O quarto fator é prático: a disponibilidade do aparelho e da equipe treinada. Nem todo hospital tem os três equipamentos, e o HoLEP exige longa curva de aprendizado (tempo de treino até dominar a técnica). Vale perguntar onde o procedimento será feito e quem da equipe já o realiza com frequência.
O peso de cada fator varia de pessoa para pessoa, e a combinação final só é definida na consulta individual. Levar o ultrassom recente e a lista de remédios agiliza a conversa em uma consulta com urologista em São Paulo.
O que cada técnica faz com o tecido da próstata
O mecanismo de cada método explica boa parte das diferenças na recuperação. Quem pergunta HoLEP, Rezum ou GreenLight: qual escolher precisa saber que retirar, vaporizar e aquecer tecido produzem efeitos distintos.
HoLEP: o laser que descola o miolo da glândula
No HoLEP, o laser de hólmio descola o adenoma (parte central da próstata que cresceu) da cápsula que o envolve. Lembra separar a polpa de uma laranja da casca, sem furar a casca. Os fragmentos soltos são triturados na bexiga por um morcelador (aparelho que corta e aspira o tecido) e retirados.
GreenLight: o laser que transforma tecido em vapor
O GreenLight usa um laser de luz verde absorvido pela hemoglobina (pigmento vermelho do sangue). O calor transforma o tecido em vapor camada por camada, abrindo um canal e selando pequenos vasos ao mesmo tempo. Como o tecido some, não sobra fragmento para análise no laboratório.
Rezum: vapor d'água que age de dentro para fora
No Rezum, uma agulha fina injeta vapor d'água em pontos da próstata, cada disparo durando poucos segundos. O calor do vapor provoca necrose (morte controlada das células) no tecido atingido. Nada é retirado na hora: o organismo absorve esse tecido ao longo de semanas, e a próstata encolhe devagar.
E a RTU tradicional?
A RTU (raspagem da próstata por dentro da uretra com uma alça elétrica) corta o tecido em lascas. As orientações da Sociedade Brasileira de Urologia - SBU tratam a RTU como referência para comparar as técnicas mais novas. Diferente do HoLEP, ela raspa até onde a alça alcança, o que limita o uso em glândulas muito grandes.
Vale não confundir essas técnicas com a prostatectomia (cirurgia de retirada da próstata) robótica, feita com auxílio de um robô. O tema, ligado ao câncer, está no texto sobre cirurgia robótica de próstata pela Notredame Intermédica.

Tamanho da próstata: quando o volume decide por você
O volume da glândula é medido em mililitros ou gramas, valores praticamente equivalentes na próstata. Para comparar HoLEP, Rezum ou GreenLight: qual escolher, vale saber que uma próstata adulta normal tem cerca de 20 mL. A partir desse número, cada técnica tem uma faixa em que rende melhor.
Faixas intermediárias: Rezum e GreenLight
O Rezum costuma servir a próstatas entre 30 e 80 mL, idealmente sem lobo mediano (saliência que invade a bexiga). O GreenLight rende bem até cerca de 100 mL, e o baixo sangramento o favorece em quem usa anticoagulante. Com o envelhecimento da população, acompanhado pela World Health Organization - WHO, esse perfil de paciente fica cada vez mais comum.
Próstatas grandes: território do HoLEP
Acima de 80 a 100 mL, o HoLEP passa a ser a opção preferida, porque retira o adenoma inteiro em qualquer tamanho. A alternativa clássica em glândulas muito volumosas é a prostatectomia simples, hoje também feita com auxílio do robô. Quem avalia esse caminho pelo convênio encontra detalhes no texto sobre cirurgia robótica de próstata pela Amil Linx.
Quando o número fica no limite
O volume medido pelo ultrassom da barriga pode variar alguns mililitros entre um exame e outro. O ultrassom transretal (feito pelo reto, mais preciso) ajuda quando o número fica perto do limite entre duas faixas. Nessas situações, o formato da glândula e o desejo de preservar a ejaculação costumam desempatar.
Ejaculação e função sexual: qual procedimento preserva melhor?
O Rezum tem o menor risco de ejaculação retrógrada entre as três técnicas. O vapor age em pontos escolhidos da glândula e costuma poupar a região que controla a saída do sêmen. Já o HoLEP e o GreenLight abrem um canal largo, e o sêmen tende a voltar para a bexiga.
O que muda com a ejaculação retrógrada
A ejaculação retrógrada não causa dor nem prejudica a saúde. O orgasmo continua, mas sai pouco ou nenhum líquido pela uretra. O principal impacto é na fertilidade, porque o sêmen não chega à parceira de forma natural.
A ereção costuma ser mantida nas três técnicas, porque nenhuma delas atinge os nervos que passam do lado de fora da glândula. O cenário muda na prostatectomia radical (retirada da próstata inteira, usada no câncer), em que esses nervos ficam mais expostos. Esse caminho é detalhado no texto sobre cirurgia robótica de próstata pela Amil One.
O que aceitar ao priorizar a vida sexual
Quem escolhe o Rezum para proteger a ejaculação aceita um alívio mais lento, que se completa ao longo de semanas. A sonda pode ficar mais dias, e a chance de precisar de nova intervenção nos anos seguintes é maior. Para quem pergunta HoLEP, Rezum ou GreenLight: qual escolher, a vida sexual pesa tanto quanto o volume.
Nos métodos a laser, alguns cirurgiões usam variações que poupam parte da região junto à saída da bexiga. Elas podem reduzir a ejaculação retrógrada, mas o resultado varia e depende da experiência da equipe. Esse ponto entra na lista de perguntas sobre como escolher um urologista em SP.
O que está descrito acima segue Hiperplasia benigna de la próstata, referência usada nesta seção.
Sangramento e uso de anticoagulante: o que é mais seguro?
O laser verde é absorvido pela hemoglobina e sela os pequenos vasos enquanto vaporiza o tecido. Por essa razão, o GreenLight é o método com mais experiência publicada em quem usa anticoagulante. O sangramento costuma ser discreto, e a sonda sai cedo na maioria dos casos.
HoLEP: bom controle do sangramento, com uma ressalva
O laser de hólmio também coagula enquanto corta, e a hemostasia (controle do sangramento) do HoLEP supera a da RTU. A ressalva é a área cruenta (superfície interna sem revestimento) maior, deixada após retirar o adenoma inteiro. Em próstatas muito grandes, pode haver mais sangue na urina nos primeiros dias.
Rezum: pouco sangue, outra lógica
Como nada é retirado na hora, o Rezum provoca sangramento pequeno durante o procedimento. Em próstatas pequenas ou médias, ele é uma alternativa para quem tem alto risco de sangrar. Sangue leve na urina e no sêmen pode aparecer nas semanas seguintes, enquanto o tecido é absorvido.
Manter, suspender ou trocar o remédio
Suspender o anticoagulante por conta própria é perigoso, porque aumenta o risco de trombose (coágulo que entope um vaso) e AVC (derrame). Em alguns casos, a equipe troca o comprimido por heparina (anticoagulante aplicado por injeção) por poucos dias, a chamada ponte. Essa estratégia é definida caso a caso, junto ao cardiologista ou ao hematologista.
Antes de marcar a data, leve a lista completa de remédios, inclusive aspirina e anti-inflamatórios. Para entender quem conduz essa avaliação, consulte o perfil e formação do urologista responsável.
No GreenLight e no HoLEP, o aluguel do laser pode ser cobrado à parte, mesmo com a internação autorizada pelo plano. Os honorários médicos também podem entrar nessa conta; detalhes estão no texto sobre a cobertura da Amil para cirurgia de próstata.
Durabilidade dos resultados: Rezum é definitivo ou vou precisar operar de novo?
A durabilidade depende de quanto tecido cada técnica elimina. O HoLEP retira o adenoma inteiro, e a reintervenção (novo procedimento na próstata) costuma ser rara nos anos seguintes. O GreenLight e o Rezum deixam parte da glândula, que pode voltar a crescer com o tempo.
HoLEP: o resultado mais duradouro
Como não sobra tecido obstrutivo, o alívio do jato tende a durar mais de uma década. Em séries publicadas com dez anos ou mais de acompanhamento, a reoperação por novo crescimento fica abaixo de 2%. Estreitamento da uretra ou do colo da bexiga (saída da bexiga) pode exigir retoque, mas é pouco frequente.
GreenLight: durabilidade intermediária
O GreenLight vaporiza camada por camada, e em glândulas maiores pode restar tecido nas bordas. Estudos que o compararam à RTU mostram taxas de reintervenção parecidas nos primeiros anos, em próstatas dentro da faixa adequada. Acima dessa faixa, os sintomas podem voltar e pedir nova vaporização ou HoLEP.
Rezum: preserva mais, dura menos
O vapor destrói apenas pontos da glândula, e o restante continua sujeito ao crescimento natural da idade. Por essa razão, o Rezum tem a maior chance de reintervenção entre as três técnicas. No estudo clínico que acompanhou pacientes por cinco anos, cerca de 4 a 5 em cada 100 precisaram de nova cirurgia.
A cápsula fica: o acompanhamento continua
Nas três técnicas, a parte externa da próstata permanece e continua sujeita às doenças da idade. Por isso, o PSA (exame de sangue que ajuda a rastrear câncer de próstata) segue no acompanhamento.
Se aparecer um tumor, a retirada completa da glândula é outra cirurgia, a prostatectomia radical, muitas vezes feita com robô. Os detalhes estão nos textos sobre cirurgia robótica pela Unimed Nacional e cirurgia robótica pela SulAmérica.
Na consulta, vale perguntar quanto tempo o alívio costuma durar em próstatas do seu tamanho.
Anestesia, internação, sonda e recuperação: o que muda na prática
O Rezum é o mais leve na hora do procedimento, mas cobra seu preço depois, com sonda por mais dias. HoLEP e GreenLight pedem anestesia maior e internação curta, porém a sonda sai mais cedo.
Anestesia e tempo no hospital
No HoLEP e no GreenLight, costuma-se usar raquianestesia (anestesia nas costas que adormece da cintura para baixo). A anestesia geral (anestesia que faz o paciente dormir durante o procedimento) é alternativa, e a internação dura cerca de um dia. O Rezum pode ser feito com sedação (remédio que deixa sonolento) e anestesia local, geralmente sem pernoite no hospital.
Quanto tempo a sonda fica
Após o HoLEP, a sonda costuma sair entre um e dois dias depois da cirurgia. No GreenLight, muitas vezes ela sai no dia seguinte ou até antes. No Rezum, o tecido incha antes de encolher, e a sonda pode ficar de alguns dias a uma semana.
Volta às atividades
Trabalho sem esforço físico costuma ser retomado em cerca de uma a duas semanas nas três técnicas. Dirigir, pegar peso, pedalar e ter relação sexual pedem mais espera, em geral de algumas semanas. Ardência ao urinar e urgência para ir ao banheiro são esperadas nesse período e melhoram aos poucos.
Cuidados comuns às três técnicas
Beber bastante água, evitar esforço e não fazer força para evacuar ajudam a cicatrização nas primeiras semanas. Sangue leve na urina pode reaparecer quando a crosta da cicatriz se solta, e costuma passar sozinho. Uma revisão de longo prazo 2025 sobre GreenLight e HoLEP mostra benefício mantido por anos, e o retorno acompanha essa evolução.
Para organizar a data da cirurgia e o afastamento, vale entender as diferenças entre atendimento por convênio ou particular. Pedir o atestado com antecedência também evita surpresas no trabalho.
Disponibilidade no Brasil: plano de saúde, SUS e experiência da equipe
A técnica ideal no papel nem sempre é a disponível na cidade do paciente. Hospital, cobertura e cirurgião treinado precisam coincidir antes de a escolha virar data marcada.
O que o plano de saúde costuma autorizar
O rol da ANS (lista de procedimentos de cobertura obrigatória) inclui a cirurgia da próstata aumentada pela uretra. A autorização cobre a internação hospitalar, mas o aluguel do laser e os honorários médicos podem ser cobrados à parte. Técnicas mais novas, como o Rezum, nem sempre constam no rol, e vale pedir a autorização por escrito.
A mesma divisão entre internação e equipamento vale para o robô, como explica o texto sobre cobertura da cirurgia robótica pela Unimed.
O acesso pelo SUS
No SUS, a RTU segue como a cirurgia mais oferecida para a próstata aumentada. HoLEP e GreenLight existem em alguns hospitais universitários e centros de referência, com fila e disponibilidade variáveis. O Rezum ainda é pouco encontrado na rede pública.
A experiência da equipe pesa tanto quanto o aparelho
A enucleação (retirada do miolo da próstata, descolado da cápsula) exige treino longo, e o domínio vem com a repetição. Estudos como uma análise comparativa de enucleação em bloco 2025 comparam variações da técnica e ajudam a refinar a indicação cirúrgica. Por isso, perguntar quantos procedimentos o cirurgião faz por ano é tão legítimo quanto perguntar pela cobertura.
Em São Paulo, a oferta das três técnicas é maior, mas varia entre hospitais da mesma rede. Confirmar hospital, equipamento e equipe antes da autorização evita trocas de última hora.
O que perguntar ao urologista antes de decidir
A escolha fica melhor quando médico e paciente decidem juntos, a partir de perguntas escritas e prioridades claras. Jato forte por muitos anos, ejaculação preservada e recuperação rápida raramente vêm juntos no mesmo método.
Perguntas sobre o seu caso
Pergunte qual técnica combina com o volume e o formato da sua próstata e por que as outras duas ficaram de fora. Pergunte qual é o risco de ejaculação retrógrada em cada opção e se isso muda com o seu desejo de ter filhos. Pergunte também qual é a chance de precisar operar de novo com cada método nos anos seguintes.
Perguntas sobre a equipe e o hospital
Na enucleação com laser, os resultados melhoram conforme o cirurgião acumula casos, como mostra um estudo sobre curva de aprendizado na enucleação. Pergunte há quanto tempo a equipe realiza a técnica indicada e em qual hospital. Vale saber também quem acompanha o pós-operatório (período de recuperação após a cirurgia).
Perguntas sobre custos e recuperação
Peça por escrito o que a autorização do plano inclui, já que laser e honorários podem ser cobrados à parte. Pergunte ainda quantos dias de sonda e de afastamento são esperados no seu caso. Pergunte, por fim, qual é o plano caso os sintomas voltem ou o jato demore a melhorar.
Para levar essas perguntas à consulta, agende com o Dr. José Augusto, especialista em Urologia. Ele integra a equipe do Instituto Medicina em Foco, em São Paulo. Confira os detalhes do atendimento com urologista pelo convênio.
O que dizem os pacientes
Gostaria de registrar minha imensa satisfação e gratidão pelo excelente atendimento prestado pelo Dr. José Augusto, urologista, e por sua equipe. Realizei uma cirurgia com o Dr. José Augusto e todo o processo foi conduzido com extrema competência, profissionalismo e cuidado. Desde o pré-operatório, recebi orientações claras e detalhadas, o que me trouxe muita segurança e tranquilidade. A cirurgia transcorreu perfeitamente, e o pós-operatório foi acompanhado de perto, sempre com atenção, disponibilidade e respeito. Também faço questão de elogiar a secretária Vanessa, que foi fundamental em toda a minha jornada. Sempre muito atenciosa, organizada e prestativa, ela me orientou em todas as etapas, esclareceu dúvidas e garantiu que tudo ocorresse de forma tranquila e bem planejada. Recomendo fortemente o Dr. José Augusto e sua equipe a todos que buscam um atendimento humanizado, eficiente e de altíssimo nível. Minha experiência foi extremamente positiva.
— Eduardo J L CARVALHO (fev/2026)
O Dr. José Augusto me deu tranquilidade durante todo o tempo, desde o diagnóstico até a cirurgia, e agora já estou no acompanhamento pós cirúrgico. Excelente médico, atendeu todas as minhas expectativas!
— Segio Rizzatto (dez/2025)
Quero deixar aqui meu agradecimento e recomendação ao Dr. José Augusto da Silva e a toda a sua equipe. Além de serem extremamente atenciosos, respeitosos e profissionais, eles demonstraram uma capacidade técnica incrível ao realizarem minha cirurgia via robô. O procedimento foi conduzido com maestria e um nível de competência impressionante. Recomendo a todos que buscam não só um atendimento humano e cuidadoso, mas também o que há de mais avançado em termos de técnica cirúrgica. Muito obrigado!
— Guilherme G (dez/2025)
Agende sua avaliação com Dr. José Augusto
Consulta com Dr. José Augusto, Urologia, no corpo clínico do Instituto Medicina em Foco, em São Paulo.
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Perguntas frequentes
HoLEP é melhor que GreenLight?
Não existe vencedor absoluto. O HoLEP (laser que descola e retira o miolo da próstata) rende mais em glândulas volumosas e dura mais. O GreenLight (laser verde que vaporiza o tecido) favorece próstatas médias e quem tem risco maior de sangrar.
Rezum é definitivo ou vou precisar de nova cirurgia?
O Rezum (vapor d'água aplicado dentro da próstata) não remove toda a glândula, e o tecido restante pode voltar a crescer. Por isso, parte dos homens precisa de novo procedimento anos depois. Em troca, ele costuma proteger a ejaculação e evitar anestesia maior.
Qual procedimento preserva melhor minha ejaculação?
Entre as três técnicas, o Rezum é o que mais preserva a saída do sêmen. Nos métodos a laser, a ejaculação retrógrada (sêmen que volta para a bexiga) é frequente. O orgasmo e a ereção, porém, costumam ser mantidos em todas elas.
Tenho próstata grande e uso anticoagulante: o que é mais seguro?
Em próstata grande, o HoLEP costuma ser a base da escolha, porque o laser fecha pequenos vasos enquanto corta. O GreenLight também sangra pouco, mas pode deixar tecido nas bordas de glândulas volumosas. O anticoagulante (remédio que afina o sangue) só é ajustado com orientação do cardiologista.
Como decidir entre as três técnicas?
A resposta para HoLEP, Rezum ou GreenLight: qual escolher combina volume da próstata, ejaculação, sangramento e equipe disponível. Nenhum desses fatores decide sozinho, e o peso de cada um muda de pessoa para pessoa. A combinação final é definida na consulta, com o ultrassom recente em mãos.
Qual das três técnicas tem recuperação mais rápida?
O Rezum costuma dispensar pernoite no hospital, mas a sonda (tubo que drena a urina) pode ficar mais dias. No GreenLight, a sonda costuma sair mais cedo. O retorno ao trabalho leve é parecido nas três, enquanto esforço e relação sexual pedem algumas semanas.
O plano de saúde cobre essas cirurgias?
A autorização do plano cobre a internação hospitalar. O aluguel do laser e os honorários médicos podem ser cobrados à parte. O Rezum nem sempre consta no rol da ANS (lista de coberturas obrigatórias), então vale pedir resposta escrita do convênio.
A perda de urina é comum depois dessas técnicas?
Perda leve de urina pode ocorrer nas primeiras semanas, sobretudo após o HoLEP, enquanto a bexiga se adapta. Costuma melhorar sozinha ou com exercícios do assoalho pélvico (músculos que seguram a urina). Incontinência persistente é incomum e merece avaliação no retorno.
Já fiz RTU e os sintomas voltaram: posso fazer uma dessas técnicas?
Em geral, sim. Quando os sintomas voltam após RTU (raspagem da próstata com alça elétrica), o tecido restante ainda pode ser tratado. HoLEP e GreenLight costumam ser opções, conforme o volume atual e exames que confirmem a obstrução.




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