...

Uma equipe,
os melhores especialistas do país

Uma equipe,
os melhores especialistas do país

Especialista em esofagite eosinofílica

Especialista em esofagite eosinofílica | Dra. Sabrina Figueiredo

Por que a comida que trava na garganta pode ser alergia no esôfago, e como o diagnóstico certo muda o tratamento.

“Muitos adultos chegam após anos de comida entalada, bebendo água a cada garfada. Essa adaptação silenciosa costuma esconder a inflamação alérgica do esôfago. Por isso, pergunto como a pessoa come.”— Dra. Sabrina de Figueiredo

CRM 203753RQE 99224Gastroenterologia
Ver currículo do profissional
Sociedades médicas
  • Membro da European Crohn’s and Colitis Organisation (ECCO) · Membro do Grupo de Estudos da Doença Inflamatória Intestinal do Brasil (GEDIIB)
Áreas de atuação
  • Gastroenterologia
Dra. Sabrina de Figueiredo, Gastroenterologia — especialista em esofagite eosinofílica
20 min de leituraRevisado por Dra. Sabrina de FigueiredoDra. Sabrina Rodrigues De Figueiredo · CRM 203753 · RQE 99224Atualizado em 12 de outubro de 202612 referências citadas
Sumário
  1. Especialista em esofagite eosinofílica: qual médico procurar?
  2. O que acontece no esôfago de quem tem a doença
  3. Sintomas que justificam investigação em adultos e crianças
  4. Endoscopia com biópsia: como o diagnóstico é confirmado
  5. Esofagite eosinofílica ou refluxo: onde está a diferença
  6. Opções de tratamento: remédio, dieta e biológico
  7. Estreitamento do esôfago e quando a dilatação entra
  8. Alimento preso na garganta: quando ir ao pronto-socorro
  9. Como avaliar a experiência do médico antes de marcar
  10. O que levar e perguntar na primeira consulta
Gastroenterologia

No consultório, peço que a pessoa descreva a última refeição inteira, porque ali aparecem os sinais que ela já normalizou.

— Dra. Sabrina de Figueiredo
Procurar um especialista em esofagite eosinofílica muda o caminho de quem passou anos atribuindo o engasgo à pressa. Sou o Dra. Sabrina de Figueiredo, Gastroenterologia do corpo clínico do Instituto Medicina em Foco. Meu trabalho é ligar sintomas, exames e histórico alérgico numa leitura única, antes de qualquer decisão sobre tratamento.
Este guia mostra como funciona a avaliação, o que esperar dos exames e por que o acompanhamento continua depois. Também trata de custos e convênio, com transparência sobre o que costuma ser autorizado e o que pode ser cobrado à parte. A ideia é que você chegue à consulta sabendo o que perguntar.
Como funciona

Passo a passo

  • 1Primeira consultaA médica revisa engasgos, episódios de comida presa, hábitos à mesa e histórico de rinite, asma ou dermatite.
  • 2Endoscopia com biópsiasO exame é feito sob sedação (sono leve induzido), e várias amostras são retiradas de diferentes alturas do esôfago.
  • 3Resultado da biópsiaO patologista (médico que analisa tecidos) conta os eosinófilos nas amostras, e o resultado é discutido com os sintomas.
  • 4Plano individualO tratamento é escolhido em conjunto, considerando a rotina alimentar, as alergias associadas e a intensidade do estreitamento.
  • 5Reavaliação com biópsiaDepois do período inicial de tratamento, nova endoscopia com biópsia mostra se a inflamação cedeu de fato.
  • 6Acompanhamento contínuoConsultas periódicas ajustam o plano, porque a inflamação pode voltar mesmo quando engolir já parece normal.
01

Especialista em esofagite eosinofílica: qual médico procurar?

Análise completa
O gastroenterologista realiza a endoscopia, lê o laudo da biópsia junto com os sintomas e acompanha a resposta ao tratamento. Na rotina clínica, essa coordenação evita exames repetidos e decisões desencontradas entre especialidades. Também é ele quem diferencia o quadro de refluxo e de outros estreitamentos do esôfago.

Quando o alergista entra no cuidado

O alergista (médico das alergias) ajuda quando há rinite, asma ou dermatite atópica difíceis de controlar, ou suspeita de alergia alimentar. A diretriz brasileira sobre esofagite eosinofílica 2025 lembra que testes alérgicos de pele, sozinhos, não definem bem quais alimentos retirar. A dieta de eliminação (retirada planejada de alimentos suspeitos) pode ser conduzida em parceria com nutricionista.Nenhum desses médicos substitui o outro: cada um responde a uma parte da pergunta, e o plano melhora quando as informações circulam.

Crianças e adolescentes: quando o pediatra participa

Em crianças, a doença pode aparecer como recusa alimentar, vômitos ou ganho de peso abaixo do esperado. O pediatra costuma notar esses sinais primeiro e encaminha ao gastroenterologista pediátrico, que faz a endoscopia (exame que avalia esôfago, estômago). As orientações da Federação Brasileira de Gastroenterologia tratam a doença como crônica, com seguimento por longo prazo.Na adolescência, a transição para o gastroenterologista de adultos merece planejamento, para que exames e histórico não se percam.
02

O que acontece no esôfago de quem tem a doença

Análise completa
Os eosinófilos normalmente quase não aparecem no revestimento do esôfago. Na doença, eles se acumulam em grande número, atraídos por uma resposta alérgica a alimentos ou a substâncias do ambiente. Liberam proteínas que irritam o tecido e mantêm a inflamação ativa.

Por que é alergia, e não excesso de ácido

No refluxo, o dano vem do ácido que sobe do estômago e queima a mucosa (camada interna que reveste o esôfago). Aqui, o gatilho é imunológico: o organismo reage a certos alimentos como se fossem ameaça. A referência clínica da Mayo Clinic descreve a doença como reação imune crônica, frequente em pessoas com outras alergias.

Como a inflamação muda a forma de engolir

Com o tempo, a inflamação contínua deposita fibrose (tecido parecido com cicatriz) na parede do esôfago. O órgão perde elasticidade, forma anéis e pode estreitar, o que favorece a comida entalada. Esse processo costuma ser silencioso, e por isso o especialista em esofagite eosinofílica avalia a parede mesmo quando os sintomas parecem leves.A palavra endoscópica nomeia técnicas com câmera em outras especialidades, como a cirurgia endoscópica de coluna. No esôfago, a câmera serve para ver os anéis, os sulcos e colher as biópsias.
Imagem ilustrativa — especialista em esofagite eosinofílica
Imagem ilustrativaAgende sua avaliação com Dr. Sabrina →
03

Sintomas que justificam investigação em adultos e crianças

Análise completa
A dificuldade para engolir que se repete, mesmo com alimentos bem mastigados, é o sinal mais comum em adultos. Carne e pão costumam ser os primeiros a causar a sensação de travamento no peito. Quando a pessoa passa a evitar esses alimentos, a doença já pode estar avançando.

Sinais de alerta em adultos

Comida que para no peito e só desce com goles de água é o quadro clássico. Muitos adultos também comem devagar, cortam pedaços pequenos ou saem da mesa para devolver o alimento. Alguns evitam comer fora de casa por medo de engasgar diante de outras pessoas.Alimento preso que não desce nem volta, com saliva acumulando na boca, é uma emergência médica. Em muitos adultos, esse episódio é a primeira pista que leva ao diagnóstico.

Sinais de alerta em crianças

Em crianças, os sinais costumam ser mais discretos que nos adultos. Refeições que se arrastam, preferência por papinhas e líquidos e engasgos frequentes com alimentos sólidos merecem atenção. Em bebês, irritabilidade ao mamar pode ser a única pista.Em adolescentes, o quadro tende a se parecer com o dos adultos, incluindo comida entalada. A diretriz conjunta ESPGHAN e NASPGHAN 2024 (sociedades europeia e norte-americana de gastroenterologia pediátrica) mostra que eosinófilos podem inflamar estômago e intestino. Por isso, sintomas persistentes na infância justificam avaliação com gastroenterologista pediátrico.

Quando o refluxo não melhora

Azia e dor no peito que persistem apesar de semanas de remédio para refluxo também levantam a suspeita. Nesse cenário, o especialista em esofagite eosinofílica investiga se a causa é alérgica, e não ácida. Ter rinite, asma ou dermatite atópica junto com esses sintomas aumenta a chance da doença.
04

Endoscopia com biópsia: como o diagnóstico é confirmado

Análise completa
A endoscopia (exame com câmera pela boca) mostra a superfície do esôfago, mas não enxerga as células dentro dela. Um esôfago de aspecto normal pode estar inflamado, e um esôfago com sulcos pode ter outra causa. Somente o microscópio separa essas situações com segurança.

Quantas biópsias e de quais pontos

A diretriz clínica do American College of 2025 orienta colher pelo menos seis fragmentos, de no mínimo duas alturas do esôfago. A inflamação se distribui em manchas, e poucas amostras podem cair justamente nas áreas poupadas. Quando há dor abdominal, diarreia ou perda de peso, o médico pode biopsiar também estômago e duodeno (início do intestino delgado).

O que o patologista procura

O laudo aponta a doença quando aparecem 15 ou mais eosinófilos por campo de grande aumento (pequena área ampliada no microscópio). Esse número, sozinho, não fecha o diagnóstico: o resultado precisa combinar com os sintomas de dificuldade para engolir. Também é preciso afastar outras causas de eosinófilos no esôfago, como refluxo intenso e reações a medicamentos.

Preparo e entrega do resultado

O exame é feito em jejum e sob sedação, e o laudo da biópsia costuma levar alguns dias. Na consulta de retorno, o especialista em esofagite eosinofílica explica o laudo e relaciona cada achado aos sintomas. A página sobre a avaliação da alergia no esôfago em São Paulo reúne preparo, etapas e acompanhamento.
05

Esofagite eosinofílica ou refluxo: onde está a diferença

Análise completa
O refluxo costuma dar azia (queimação atrás do peito) e regurgitação (volta de líquido azedo à boca). Esses incômodos pioram após refeições grandes ou ao deitar. Na esofagite eosinofílica, a queixa central é a comida que trava ao engolir.

Como os exames separam as duas condições

Na endoscopia (exame que avalia esôfago, estômago e duodeno), o refluxo tende a deixar erosões (pequenas feridas) na parte final do esôfago. A esofagite eosinofílica costuma mostrar anéis, sulcos e pontos brancos ao longo de todo o órgão. Na dúvida, a pHmetria (sonda fina que registra o ácido no esôfago ao longo de um dia) completa a investigação.A biópsia (amostra de tecido) dá a palavra final, porque o refluxo intenso também pode atrair alguns eosinófilos. A contagem e a distribuição das células, somadas aos sintomas, separam um quadro do outro.

Quando as duas condições aparecem juntas

Ter uma condição não protege da outra: a mesma pessoa pode ter refluxo e alergia no esôfago. O ácido pode deixar o revestimento mais permeável (aberto à passagem de partículas), facilitando o contato com alérgenos (substâncias que disparam alergia). A inflamação alérgica, por sua vez, pode dificultar que o esôfago se livre do ácido.Nesse cenário, o especialista em esofagite eosinofílica separa o que vem do ácido e o que vem da alergia. Uma hérnia de hiato (parte do estômago que sobe para o tórax) favorece o refluxo e entra na mesma investigação. O texto sobre o especialista em hérnia de hiato detalha essa avaliação.
06

Opções de tratamento: remédio, dieta e biológico

Análise completa
O especialista em esofagite eosinofílica escolhe a primeira opção considerando a intensidade dos sintomas, o grau de estreitamento e a rotina alimentar. Também pesam a preferência do paciente e as alergias associadas.

Remédio para ácido e corticoide engolido

O IBP (remédio que reduz a produção de ácido no estômago) controla a inflamação em parte das pessoas com a doença. Ele também ajuda quando há refluxo junto, comum em quem tem hérnia de hiato. A página sobre a avaliação da hérnia de hiato explica essa relação.O corticoide tópico deglutido (anti-inflamatório engolido que age direto no esôfago) usa budesonida ou fluticasona em formulações próprias. Por agir no local, reduz a exposição do restante do corpo. A candidíase (infecção por fungo) no esôfago é um efeito possível, acompanhado nas consultas.

Dieta de eliminação e dupilumabe

A dieta de eliminação retira alimentos frequentemente ligados à doença, como leite, trigo, ovo e soja, e os reintroduz aos poucos. Cada alimento reintroduzido costuma ser seguido de nova endoscopia (exame que avalia esôfago, estômago), que mostra se ele é o gatilho.O dupilumabe (remédio biológico injetável que bloqueia uma via da inflamação alérgica) é aprovado para a doença em situações específicas. Seu uso é avaliado caso a caso.

Por que o tratamento costuma ser contínuo

A esofagite eosinofílica é crônica: quando o tratamento é suspenso, a inflamação tende a voltar. O retorno pode acontecer sem sintomas, enquanto a fibrose avança na parede do esôfago. Endoscopias de controle orientam ajustes no plano.Quando já existe estreitamento, a dilatação endoscópica (alargamento do esôfago com balão ou vela) alivia o engasgo. Ela complementa o controle da inflamação, sem substituí-lo.Para escrever esta parte consultamos The Impact of Obesity on the 2023.
07

Estreitamento do esôfago e quando a dilatação entra

Análise completa
A inflamação contínua deposita tecido cicatricial na parede, ano após ano, e o calibre (largura interna) do órgão diminui aos poucos. Quanto mais tempo a doença passa sem tratamento, maior tende a ser o estreitamento.Os anéis e o estreitamento aparecem na endoscopia e, às vezes, no esofagograma (raio X feito enquanto se engole contraste). O exame mostra a extensão e a largura do trecho estreitado.

Quando a dilatação é indicada

A dilatação é indicada quando o estreitamento mantém a comida entalada, mesmo com a inflamação sob tratamento. Uma análise de duas décadas registrou aumento de estreitamentos e dilatações 2023 em pessoas com a doença, reforçando a importância do controle. O procedimento alivia o engasgo, mas não trata a inflamação que causou o problema.

Como o procedimento acontece

Feita durante a endoscopia e sob sedação, a dilatação alarga o esôfago aos poucos, às vezes em mais de uma sessão. Dor no peito por algumas horas pode aparecer depois. A perfuração (ruptura na parede do esôfago) é rara, mas é um risco discutido antes do exame.

Outras causas de estreitamento

Na endoscopia (exame que avalia esôfago, estômago e duodeno), o especialista em esofagite eosinofílica também diferencia o estreitamento alérgico de outras causas. O refluxo antigo pode causar esôfago de Barrett (mudança no revestimento do órgão), tema detalhado em avaliação do esôfago de Barrett.
08

Alimento preso na garganta: quando ir ao pronto-socorro

Análise completa
A impactação alimentar (alimento parado no esôfago) acontece quando um pedaço de carne ou pão para num trecho estreitado e inflamado. A sensação costuma ficar no peito ou na base do pescoço. Em pessoas com esofagite eosinofílica, o episódio pode se repetir ao longo dos anos.

Sinais de que o alimento não vai descer sozinho

Saliva que não desce, baba escorrendo, dor no peito e ânsia sem conseguir vomitar indicam bloqueio completo. Nessa situação, nem a água consegue passar. Falta de ar ou tosse forte sugerem engasgo na via respiratória (caminho do ar até os pulmões), uma emergência imediata.

Por que não esperar nem empurrar em casa

Empurrar o alimento com pão ou refrigerante, ou forçar o vômito, aumenta o risco de lesão. A parede inflamada é frágil e pode sofrer uma perfuração (ruptura da parede do esôfago). Esperar horas também prejudica, porque o alimento parado irrita a mucosa e dificulta a retirada.

O que acontece no pronto-socorro

No hospital, a equipe avalia a respiração e chama o endoscopista (médico que faz a endoscopia). Sob sedação, ele retira o alimento ou o conduz com cuidado até o estômago. Durante o mesmo exame, biópsias do esôfago podem ser colhidas para investigar a causa.Depois do episódio, o especialista em esofagite eosinofílica revisa o laudo e planeja o controle da inflamação. Em outras áreas, o momento certo de um procedimento também pesa, como mostra o texto sobre quando retirar placa do fêmur.
09

Como avaliar a experiência do médico antes de marcar

Análise completa
Respostas claras a perguntas simples revelam se o médico acompanha a doença com frequência. Vale levar as dúvidas anotadas para a primeira consulta, junto com laudos e exames antigos. Um profissional experiente explica o raciocínio sem pressa e sem termos vagos.

Perguntas sobre biópsia e diagnóstico

Uma boa pergunta é quantas amostras costumam ser colhidas e de quais alturas do esôfago. Quem conhece a doença sabe que a inflamação aparece em manchas e explica isso com naturalidade. Também vale perguntar como o laudo é lido em conjunto com os sintomas.

Perguntas sobre controle e estreitamento

Pergunte se a endoscopia (exame que avalia esôfago, estômago e duodeno) de controle faz parte do plano depois do tratamento inicial. Ela mostra se a inflamação cedeu, mesmo quando engolir já parece normal. Sem esse retorno, a fibrose pode avançar em silêncio na parede do próprio órgão.Sobre estreitamentos, peça que o médico descreva quando a dilatação costuma ser considerada e quantas sessões podem ser necessárias. Uma resposta segura menciona benefícios e riscos, como a perfuração rara. Também ajuda saber se a dilatação vem sempre acompanhada do tratamento da inflamação.

Sinais de experiência na conversa

Médicos experientes perguntam sobre rinite, asma e dermatite, porque essas alergias costumam acompanhar a doença. Também explicam como funciona a parceria com alergista e nutricionista.Checar o histórico de quem conduz o cuidado vale em qualquer especialidade, como mostra o texto sobre fratura por estresse em corredores.
10

O que levar e perguntar na primeira consulta

Análise completa
Os documentos antigos mostram como a doença evoluiu e evitam repetir exames sem necessidade. A lista de remédios e de alergias completa o quadro que a médica precisa enxergar.

Exames e laudos já realizados

Leve os laudos de endoscopia e de biópsia, com a contagem de eosinófilos (células de defesa ligadas à alergia). Se houver fotos do exame ou lâminas guardadas no laboratório, informe onde estão. Esofagograma, pHmetria e testes alérgicos feitos antes também ajudam a montar a linha do tempo da doença.

Remédios, alergias e episódios de comida presa

Anote todos os remédios em uso, com nome, quantidade e há quanto tempo são tomados. Inclua o IBP (remédio que reduz o ácido do estômago) e o corticoide (anti-inflamatório) engolido, se já foram usados. O histórico de rinite, asma, dermatite atópica e alergias alimentares também entra na conversa.Registre as datas em que a comida ficou presa e se foi preciso ir ao pronto-socorro. Esse diário mostra a frequência real dos episódios.

Perguntas que valem levar anotadas

Pergunte o que o laudo de biópsia significa e se a inflamação está ativa. Questione quais opções de tratamento combinam com sua rotina e quando haverá endoscopia (exame que avalia esôfago, estômago e duodeno) de controle. Peça também que a médica explique o que o convênio autoriza e o que pode ser cobrado à parte.A Dra. Sabrina de Figueiredo, de Gastroenterologia, atende no Instituto Medicina em Foco, em São Paulo. Agende sua avaliação e leve os documentos organizados para a primeira conversa. A equipe multidisciplinar também cuida de outras áreas, como mostra o texto sobre fratura do fêmur que não colou.
Próximo passo

Agende sua avaliação com Dra. Sabrina de Figueiredo

Consulta com Dra. Sabrina de Figueiredo, Gastroenterologia, no corpo clínico do Instituto Medicina em Foco, em São Paulo.

Atendimento humanizadoAvaliação individualizadaPlano terapêutico personalizado

Agende sua avaliação com Dr. SabrinaLigar agora

Rua Frei Caneca, 1380 · Consolação, São Paulo — SP — Ver no mapa+551132893195

Resposta no mesmo dia útil · Atendimento humanizado e sem pressa

Perguntas frequentes

Qual médico é o especialista em esofagite eosinofílica?
Em geral, é o gastroenterologista (médico do aparelho digestivo), que conduz diagnóstico e acompanhamento. Ele faz a endoscopia (exame com câmera pela boca) e interpreta a biópsia (amostra de tecido) junto com os sintomas. Alergista e nutricionista entram quando há outras alergias ou mudanças na alimentação.
Esofagite eosinofílica tem cura?
É uma doença crônica (de longa duração), sem solução única que encerre o problema de vez. Com acompanhamento regular, a inflamação pode ficar controlada e engolir volta a ser mais tranquilo para muita gente. Quando o cuidado é interrompido, os eosinófilos (células de defesa ligadas à alergia) tendem a voltar, às vezes sem sintomas.
A endoscopia para investigar a doença dói?
O exame é feito sob sedação (sono leve induzido), e a maioria das pessoas não lembra do procedimento. Depois, pode haver leve incômodo na garganta e sonolência por algumas horas. Por causa da sedação, é preciso ir acompanhado e não dirigir no mesmo dia.
A esofagite eosinofílica pode ser confundida com refluxo?
Sim, porque as duas causam desconforto ao engolir e dor no peito. No refluxo (volta do ácido do estômago ao esôfago), o dano vem do ácido; aqui, vem de reação alérgica. A biópsia, lida junto com os sintomas, ajuda a separar os dois quadros.
Quais alimentos costumam estar ligados à doença?
Leite, trigo, ovo e soja estão entre os gatilhos mais lembrados, mas cada pessoa reage de um jeito. Por isso, retirar alimentos por conta própria pode empobrecer a dieta sem identificar a causa. Mudanças na alimentação costumam ser planejadas com o médico e, muitas vezes, com nutricionista.
Teste de alergia no sangue ou na pele resolve o diagnóstico?
Não, esses testes mostram sensibilização (tendência do corpo a reagir a uma substância), mas não confirmam inflamação no esôfago. Também costumam apontar alimentos que, na vida real, não são o gatilho da doença. A confirmação depende da análise das amostras colhidas na endoscopia.
Quem tem asma ou rinite tem mais chance de ter a doença?
É comum a esofagite eosinofílica aparecer junto com asma, rinite ou dermatite atópica (alergia que inflama a pele). Essas condições compartilham o mesmo terreno alérgico, o que explica a associação. Ter uma delas não significa ter a doença, mas engasgos repetidos merecem avaliação.
Todo engasgo com comida indica esofagite eosinofílica?
Não, engasgos ocasionais podem vir de pressa, mastigação incompleta ou pedaços grandes. O que chama atenção é a repetição, sobretudo com carne e pão, e precisar de água para engolir. Nesse padrão, a avaliação com gastroenterologista ajuda a esclarecer a causa.
O convênio cobre a investigação e o tratamento?
Depende do plano e do tipo de procedimento, por isso vale consultar a operadora antes. Quando há procedimento hospitalar, a autorização do plano costuma cobrir a internação. Já o aluguel de equipamentos e os honorários médicos podem ser cobrados à parte, conforme o contrato.
Criança com a doença precisa de acompanhamento diferente?
Sim, porque o crescimento e o ganho de peso também entram na avaliação. O gastroenterologista pediátrico acompanha a criança e, na adolescência, a transição para o atendimento de adultos merece planejamento. Levar o histórico de exames evita repetir procedimentos sem necessidade.

0 Comentários