...

Uma equipe,
os melhores especialistas do país

Uma equipe,
os melhores especialistas do país

Consulta para PrEP: como funciona e quem pode indicar

O que muda na decisão de iniciar a profilaxia quando o risco deixa de ser hipótese e vira rotina.

“Quem chega para falar de prevenção quase sempre hesita nas primeiras frases. Aprendi a abrir a conversa pelo cotidiano, sem questionário invasivo, porque é ali que entendo o risco real e escolho um esquema que a pessoa realmente vai conseguir manter.”

CRM 189080RQE 101779Infectologia
Dr. Celso Mendanh, Infectologi — consulta para PrEP
10 min de leituraRevisado por Dr. Celso MendanhaCRM 189080 · RQE 101779Atualizado em 21 de junho de 20263 referências citadas
Sumário
  1. O que é a PrEP e por que a avaliação não pode ser pulada
  2. Quem pode e quem deve fazer uma consulta para PrEP
  3. O que acontece durante a consulta para PrEP
  4. Exames obrigatórios antes de iniciar a profilaxia
  5. Monitoramento trimestral durante o uso da PrEP
  6. Esquema diário ou sob demanda: como escolher
  7. Efeitos colaterais e as primeiras semanas de uso
  8. Onde fazer a PrEP em São Paulo e pelo SUS
  9. Atuação integrada no Instituto Medicina em Foco

Agende sua avaliação com Dr. Celso

Infectologia

Atendo, quase toda semana, alguém que adiou essa decisão por medo de ser julgado ao falar da própria vida sexual. Quando finalmente senta na cadeira, o alívio é visível: percebe que a conversa é técnica, objetiva, e que o passo seguinte é bem mais simples do que imaginava.

— Dr. Celso Mendanha

O momento em que a rotina sexual passa a envolver exposições reais ao HIV costuma ser o ponto de virada: é quando buscar uma consulta para PrEP deixa de ser curiosidade e vira decisão concreta. Essa avaliação, conduzida por infectologista, mapeia o histórico clínico, solicita exames essenciais e define o esquema de profilaxia mais adequado ao padrão de exposição de cada pessoa.

Nas próximas seções você encontra o que esperar de cada etapa, dos critérios de elegibilidade ao acompanhamento periódico, com base nas diretrizes do Ministério da Saúde e na experiência clínica do infectologista e imunologista que integra a equipe do Dr. Rodrigo Barbosa no Instituto Medicina em Foco.

Como funciona

Passo a passo

  • 1Avaliação de riscoConversa franca sobre exposições e histórico sexual para definir a indicação.
  • 2Exames iniciaisTeste de HIV recente, função renal e rastreio de ISTs antes de qualquer comprimido.
  • 3Início da profilaxiaPrescrição do esquema diário ou sob demanda, com orientação de adesão.
  • 4Primeiro retornoReavaliação em cerca de 30 dias para ajustar o uso e checar tolerância.
  • 5Acompanhamento trimestralConsulta, novos exames e renovação da receita a cada três meses.
01

O que é a PrEP e por que a avaliação não pode ser pulada

Análise completa
A profilaxia pré-exposição ao HIV, a PrEP, é o uso contínuo ou estratégico de antirretrovirais por pessoas soronegativas para reduzir de forma expressiva o risco de infecção. A combinação aprovada no Brasil reúne tenofovir disoproxil fumarato e entricitabina, que bloqueiam a replicação viral antes que o HIV consiga se instalar no organismo.Quem acompanha pessoas em situação de vulnerabilidade no consultório do Dr. Celso Mendanha percebe que a maior barreira costuma não ser o acesso ao comprimido, e sim a falta de informação sobre o primeiro passo: a avaliação clínica.

Como o medicamento protege

O antirretroviral mantém uma concentração protetora nos tecidos mais expostos à entrada do vírus. Usada corretamente, a profilaxia chega a reduzir em até 99% o risco de infecção pelo HIV por via sexual, desde que integrada à prevenção combinada, que inclui preservativo, testagem periódica e tratamento de ISTs.

Por que a avaliação médica é insubstituível

Iniciar a profilaxia sem confirmar a soronegatividade, sem checar a função renal e sem revisar o histórico clínico expõe a pessoa a riscos evitáveis e pode mascarar uma infecção aguda em curso. Por isso, quem procura um infectologista de referência em São Paulo encontra nessa etapa o filtro de segurança que separa proteção real de improviso.
02

Quem pode e quem deve fazer uma consulta para PrEP

Análise completa
A indicação da profilaxia não se baseia em identidade ou orientação sexual, e sim em comportamento de risco verificável. O Ministério da Saúde define critérios objetivos: relações anais ou vaginais sem preservativo com parceria de status sorológico desconhecido ou HIV positivo sem tratamento, uso compartilhado de seringas e histórico recente de infecções sexualmente transmissíveis.

ISTs recentes como sinal de alerta

Ter tido sífilis, gonorreia ou clamídia no último ano é um marcador clínico relevante, porque indica um padrão de exposição que aumenta a probabilidade de contato com o vírus. Sociedades médicas como a Sociedade Brasileira de Infectologia reforçam esse critério nas recomendações de prevenção.

Parcerias sorodiscordantes e uso repetido de PEP

Casais sorodiscordantes, em que um parceiro vive com HIV e o outro não, representam indicação frequente, sobretudo quando ainda não há supressão viral completa. Pessoas que recorrem várias vezes à profilaxia pós-exposição também são candidatas naturais, já que o uso repetido sugere exposições recorrentes; entender a diferença entre proteção antes e depois do risco ajuda a definir a estratégia mais consistente.
Infectologist orientando paciente sobre profilaxi durante consulta no consultório. — consulta para PrEP
Infectologista orientando paciente sobre a profilaxia durante consulta no consultório.Agende sua avaliação com Dr. Celso →
03

O que acontece durante a consulta para PrEP

Análise completa
O encontro estrutura-se em três momentos complementares: anamnese detalhada, solicitação de exames e, com os resultados em mãos, a prescrição acompanhada de orientações de uso. Cada etapa tem função própria e nenhuma pode ser saltada sem fragilizar a proteção.

Anamnese e mapa de risco

O médico levanta histórico sexual, uso de substâncias, doenças preexistentes, medicamentos em uso e episódios anteriores de ISTs. Esse mapeamento define o perfil de risco, orienta a escolha entre o esquema diário e o sob demanda e identifica eventuais contraindicações. Um acompanhamento conduzido por infectologista garante que essas decisões sejam individualizadas.

Da prescrição ao retorno

Confirmados os exames, vem a prescrição, a explicação sobre adesão rigorosa e o agendamento do retorno. É nesse ponto que a avaliação inicial se conecta ao acompanhamento de longo prazo, etapa que mantém a profilaxia eficaz e ajustada à realidade de cada pessoa.
04

Exames obrigatórios antes de iniciar a profilaxia

Análise completa
Antes da primeira prescrição, alguns exames são obrigatórios e definem se a profilaxia pode começar com segurança. O resultado negativo para HIV é condição absoluta: sem ele, não há prescrição, com contexto em leitura complementar.

O que é solicitado antes do primeiro comprimido

ExamePor que é pedido
Teste de HIV recente (idealmente até 7 dias)Confirmar soronegatividade e descartar infecção aguda
Creatinina e filtração glomerularAvaliar a função renal, já que o tenofovir atua sobre os rins
Hepatite B e CIdentificar coinfecções que mudam a conduta inicial
Sífilis, gonorreia e clamídiaRastrear ISTs ativas, muitas vezes assintomáticas

Por que cada resultado importa

Um teste reagente para HIV antes do início muda completamente o caminho clínico, e nesse cenário vale saber qual médico procurar diante de um resultado reagente antes de qualquer conduta. Já a função renal alterada não inviabiliza necessariamente a profilaxia, mas exige monitoramento mais próximo.
05

Monitoramento trimestral durante o uso da PrEP

Análise completa
O acompanhamento de quem usa a profilaxia não termina na prescrição: ele é trimestral e reúne consulta clínica, renovação da receita e nova bateria de exames. A cada três meses, a consulta para PrEP se repete em formato de monitoramento, com novo teste de HIV, avaliação renal e rastreio de infecções sexualmente transmissíveis, com contexto em Sociedade Brasileira de Infectologia - SBI.

Por que a testagem a cada três meses

O novo teste de HIV faz mais do que confirmar a soronegatividade: permite identificar precocemente qualquer falha na proteção. Compreender o que muda entre carga viral detectável e indetectável ajuda a dimensionar o risco quando há uma parceria que vive com HIV.

Atenção redobrada à função renal

A vigilância renal é especialmente relevante para pessoas acima de 50 anos, com hipertensão ou diabetes, porque o tenofovir pode, em casos raros, reduzir a filtração glomerular. Identificar a alteração cedo permite ajustar ou substituir o esquema antes de qualquer dano. A renovação da receita fica condicionada aos resultados, protocolo respaldado pelas diretrizes do Ministério da Saúde.
06

Esquema diário ou sob demanda: como escolher

Análise completa
Dois esquemas estão aprovados no Brasil, e a escolha depende da frequência das relações e da capacidade de adesão de cada pessoa. O diário é o mais flexível; o sob demanda exige planejamento da relação sexual, com contexto em consulta para PrEP.

Comparando os dois formatos

EsquemaComo é usadoPara quem
DiárioUm comprimido por dia, sem intervalosMaioria dos perfis, inclusive relações vaginais
Sob demanda (2-1-1)2 comprimidos 2 a 24h antes, 1 após 24h e 1 após 48hHomens cisgênero com relações anais ocasionais

Quando cada um faz sentido

Quem tem vida sexual frequente ou esquece doses com facilidade tende a se beneficiar do esquema diário, que perdoa pequenas variações. Já o 2-1-1 é uma opção para exposições planejadas e espaçadas, mas nunca deve ser improvisado fora do contexto de relação anal. Em ambos os casos, o acompanhamento com infectologista é o que sustenta a segurança e a renovação correta da profilaxia.
07

Efeitos colaterais e as primeiras semanas de uso

Análise completa
A combinação de tenofovir e entricitabina é bem tolerada pela maioria das pessoas, mas efeitos adversos existem e merecem atenção nas primeiras semanas de uso. Conhecê-los antes evita interrupções desnecessárias por susto, com contexto em PrEP ou PEP: antes vs. depois da exposição.

O que é esperado no início

Os relatos mais frequentes nas primeiras quatro a seis semanas são náuseas, em geral aliviadas ao tomar o comprimido com alimento, cefaleia leve e fadiga passageira. Esses sintomas costumam regredir espontaneamente, sem necessidade de suspender a profilaxia.

Quando procurar o médico

Alterações gastrointestinais intensas, icterícia ou redução perceptível do volume urinário não são esperadas e exigem contato imediato com o profissional, pois podem indicar intolerância medicamentosa ou comprometimento renal. Nesses casos, a decisão de manter, ajustar ou trocar o esquema cabe ao especialista, e não à interrupção por conta própria.
08

Onde fazer a PrEP em São Paulo e pelo SUS

Análise completa
A PrEP está disponível gratuitamente pelo SUS em unidades de saúde habilitadas, e também na rede privada com acompanhamento de infectologista. Quem pesquisa por uma consulta de PrEP perto de mim costuma encontrar tanto serviços públicos especializados quanto consultórios particulares na capital, com contexto em Infectologista para PrEP: consulta, exames e proteção.

Acesso público e privado

No SUS, o atendimento segue o mesmo protocolo de exames e retornos trimestrais. Na rede privada, o diferencial costuma ser a agilidade no agendamento e na liberação de resultados, o que encurta o tempo entre a decisão e o início efetivo da proteção.

PrEP injetável: o que muda

Além dos comprimidos, já existe a apresentação de longa duração, que dispensa a dose diária. Vale conhecer como obter a versão injetável na capital paulista para discutir, na avaliação, se esse formato se encaixa melhor na sua rotina.
09

Atuação integrada no Instituto Medicina em Foco

Análise completa
O Dr. Celso Mendanha, infectologista e imunologista, integra a equipe do Dr. Rodrigo Barbosa no Instituto Medicina em Foco, atuando de forma coordenada dentro de uma proposta assistencial multidisciplinar. Isso permite que o paciente acesse não apenas o olhar da infectologia, mas uma estrutura mais ampla de cuidado, com condutas discutidas em conjunto.

Por que o cuidado em equipe importa na prevenção

A prevenção do HIV raramente caminha sozinha: envolve saúde sexual, rastreio de ISTs e, por vezes, decisões sobre quando apenas monitorar ou efetivamente tratar o HIV. Essa integração entre especialidades dá continuidade ao acompanhamento e segurança a quem inicia ou mantém a profilaxia.

O que dizem os pacientes

5/5
Excelente profissional. O Dr. Celso Mendanha é um infectologista extremamente atencioso, competente e atualizado. Explica tudo com clareza, demonstra muito conhecimento e passa segurança desde a primeira consulta. Atendimento humano, cuidadoso e respeitoso. Recomendo fortemente. Muito obrigada, Dr!
— Mariana Corinti (fev/2026)
5/5
Fui atendida pelo Dr. Celso e só tenho elogios. Atendimento extremamente atencioso, humano e cuidadoso. Ele escuta com calma, explica tudo de forma clara e passa muita segurança, além de ter um conhecimento impecável. Recomendo fortemente.
— Marilia Gomes Costa (fev/2026)
5/5
Dr Celso simplesmente é o melhor infectologista que conheci, extremamente técnico, acolhedor e atualizado, sempre dando suporte ao paciente. Indico de olhos fechado!!!! Por mais médicos assim
— Ligia Machado (fev/2026)
Próximo passo

Agende sua avaliação com Dr. Celso Mendanha

Uma avaliação reservada e objetiva define o esquema de proteção mais adequado ao seu dia a dia, com exames orientados e acompanhamento contínuo a cada três meses.

Atendimento humanizadoAvaliação individualizadaPlano terapêutico personalizado

Agende sua avaliação com Dr. CelsoLigar agora

Rua Frei Caneca, 1380 · Consolação, São Paulo — SP(11) 97424-7440

Resposta no mesmo dia útil · Atendimento humanizado e sem pressa

Perguntas frequentes

A consulta para PrEP é gratuita pelo SUS?
Sim. A avaliação, os exames obrigatórios e o medicamento são oferecidos gratuitamente pelo SUS em unidades de saúde habilitadas. Na rede privada, o acompanhamento com infectologista costuma agilizar o agendamento e a liberação dos resultados.
Como encontrar uma consulta de PrEP?
Você pode buscar serviços públicos especializados em prevenção ou consultórios particulares de infectologia na sua região. Em São Paulo, há ampla oferta nas duas redes, e o importante é garantir que a avaliação inclua teste de HIV recente e rastreio de ISTs.
Quanto tempo a PrEP leva para começar a proteger?
No esquema diário, a proteção contra exposição anal se firma em torno de 7 dias de uso contínuo, enquanto o tecido vaginal pode levar até 20 dias. Nesse intervalo inicial, o preservativo segue recomendado como reforço.
Qual a diferença entre PrEP e PEP?
A PrEP é usada antes da exposição, de forma contínua ou planejada, enquanto a PEP é iniciada após um risco específico, idealmente em até 72 horas. Vale entender quando cada estratégia se aplica para escolher a proteção certa.
O que acontece se eu esquecer um comprimido no esquema diário?
Esquecimentos ocasionais não anulam a proteção, sobretudo em quem mantém boa adesão geral. Ainda assim, falhas frequentes reduzem a eficácia, por isso o tema é revisto em cada retorno trimestral com o infectologista.
Preciso continuar usando preservativo durante a PrEP?
Sim. A profilaxia protege contra o HIV, mas não previne sífilis, gonorreia, clamídia ou outras ISTs. O preservativo permanece como parte da prevenção combinada, junto da testagem periódica.
Plano de saúde cobre o acompanhamento da PrEP?
As consultas e os exames de acompanhamento costumam ter cobertura conforme o contrato da operadora. O fornecimento do medicamento, no entanto, é garantido de forma gratuita pelo SUS, independentemente de plano.
Existe PrEP injetável no Brasil?
Sim, já há uma apresentação de longa duração que dispensa o comprimido diário. Você pode verificar onde conseguir a versão injetável em São Paulo e discutir com o especialista se ela se adapta à sua rotina.

0 Comentários

Notícias Relacionadas