Ligadura elástica | Dr. Rodrigo Barbosa | São Paulo
Por que o grau da hemorroida, e não o tamanho do incômodo, define se um elástico basta sem cirurgia.
“Recebo muita gente convencida de que precisará de bisturi. Em geral, o sangramento vem de hemorroidas internas, tratáveis com um elástico em minutos. Peço sempre que avisem antes sobre remédios que afinam o sangue.”— Dr. Rodrigo Barbosa
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- Cirurgia Geral pela Santa Casa de São Paulo
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- Hospital Sírio Libanês, Hospital 9 de Julho, Hospital HCOR, Hospital Vila Nova Star, Instituto Medicina em Foco, Solare Trials
- Cirurgião do Aparelho Digestivo
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A ligadura elástica assusta menos quando o paciente entende cada etapa antes de deitar na maca. Observamos que muitos adiam a consulta por vergonha e convivem anos com sangramento e coceira.— Dr. Rodrigo Barbosa
Passo a passo
- 1Consulta inicial
O especialista ouve os sintomas, revisa os remédios em uso e examina a região anal com o paciente deitado de lado.
- 2Definição do grau
A anuscopia mostra quais hemorroidas são internas e em que grau estão, definindo se o tratamento com elástico faz sentido.
- 3Preparo seguro
Remédios que afinam o sangue são revistos com o médico que os receitou, e infecções ativas adiam a sessão.
- 4Aplicação do anel
O ligador (aparelho que dispara o anel) prende o elástico na base da hemorroida, e o paciente volta para casa.
- 5Primeiros dias
Sensação de peso e leve incômodo são comuns até o tecido cair, enquanto fibras e água facilitam a evacuação.
- 6Reavaliação
Semanas depois, um novo exame confere a cicatrização e decide se outra hemorroida precisa de nova sessão.
Ligadura elástica: o que é e como o elástico age na hemorroida interna
O anel fica acima da linha pectínea (linha denteada que divide o canal anal), numa região pouco sensível. Nessa altura, a mucosa (camada que forra o intestino por dentro) não tem terminações nervosas de dor. A aplicação costuma ser bem tolerada, com sensação de pressão em vez de pontada.
Do anel à queda do tecido
O ligador puxa a hemorroida para dentro de um pequeno cilindro e solta o elástico apertado na base dela. A pressão bloqueia a chegada de sangue àquele tecido. Sem irrigação, ocorre necrose controlada (morte planejada do tecido), e a hemorroida murcha aos poucos.
Nos dias seguintes, o tecido seco se desprende junto com o anel, em geral durante uma evacuação. Muitos pacientes nem percebem a saída. No consultório, explico que um pouco de sangue nesse momento pode aparecer e costuma ser discreto.
Estudos publicados no World Journal of Gastroenterology apoiam o método no controle de hemorroidas internas de grau I a III. Quem chegou aqui buscando outros temas do aparelho digestivo encontra no site, por exemplo, a cirurgia metabólica e suas indicações.
Antes de tratar: por que o sangramento precisa de diagnóstico
O sangue vivo no papel higiênico costuma ser atribuído às hemorroidas, mas outras doenças provocam o mesmo sinal. Fissura anal (pequeno corte na pele do ânus), pólipos (crescimentos na parede intestinal) e câncer colorretal podem sangrar de forma parecida. Só o exame mostra a origem real.
O que a anuscopia revela
A anuscopia é feita na própria consulta e leva poucos minutos. Ela confirma se as hemorroidas são internas e define o grau de cada uma. Sem essa confirmação, a ligadura elástica pode tratar o problema errado e atrasar o diagnóstico verdadeiro.
Quando a colonoscopia entra na investigação
A colonoscopia (exame que avalia o intestino grosso por dentro) é indicada conforme idade, histórico familiar e características do sangramento. Mudança no hábito intestinal, perda de peso e anemia (baixa de glóbulos vermelhos) reforçam a indicação, segundo a Sociedade Brasileira de Coloproctologia. Doença de Crohn e retocolite ulcerativa (inflamações crônicas do intestino) também entram nessa investigação.
Com a origem confirmada, a ligadura elástica ou outra opção mira a causa certa, poupando meses de pomadas que só aliviam sintomas.

Para quais graus de hemorroida o procedimento costuma ser indicado
A classificação de Goligher (escala que gradua a hemorroida interna pelo quanto ela desce) separa os casos em quatro graus. Antes da ligadura elástica, essa escala responde a uma pergunta simples: a hemorroida sai do ânus e volta sozinha?
Os quatro graus na prática
No grau I, as veias dilatadas ficam dentro do canal anal e apenas sangram. No grau II, a hemorroida desce na evacuação e volta sozinha depois. No grau III, ela escorrega e precisa ser empurrada de volta com o dedo.
Nos graus I e II, e em parte do grau III, a ligadura elástica costuma controlar os sintomas. No grau IV, com prolapso fixo, a hemorroidectomia (retirada cirúrgica das hemorroidas) passa a ser avaliada. Revisões clínicas indexadas no PubMed sustentam essa escolha guiada pelo grau.
Hemorroida interna ou externa: a linha que decide
A hemorroida externa (veia dilatada na borda do ânus, sob a pele) nasce abaixo da linha pectínea. Essa pele tem muitas terminações nervosas, e um elástico ali causaria dor intensa. Por esse motivo, o elástico só atua acima dessa linha, onde a sensibilidade é menor.
Quando o elástico não é a melhor escolha
A ligadura elástica depende de tecido sem inflamação aguda, coagulação controlada e defesas do corpo preservadas. Quando um desses pilares falha, aumentam os riscos de dor, sangramento e infecção.
Fissura ativa e hemorroida externa predominante
A fissura anal ativa causa espasmo do esfíncter (músculo que fecha o ânus) e dor forte ao evacuar. Um anel nessa fase tende a aumentar a dor, e a fissura costuma ser tratada primeiro. O guia sobre complicações da ligadura com elástico descreve dor e sangramento entre os riscos do método.
Quando o incômodo vem sobretudo da hemorroida externa, o anel não alcança a origem dos sintomas. O exame físico e outros testes definem o que predomina, como mostra o guia de como escolher exames para intestino.
Remédios que afinam o sangue e imunidade baixa
Anticoagulantes como varfarina, rivaroxabana e apixabana elevam o risco de sangramento quando o tecido se desprende. Antiagregantes como ácido acetilsalicílico e clopidogrel, além de distúrbios de coagulação, pedem o mesmo cuidado.
Na imunossupressão (defesas do corpo reduzidas por doença ou remédio), a área ligada pode infeccionar com mais facilidade. Quem trata doença de Crohn ou retocolite ulcerativa com imunossupressores pede análise conjunta, assunto do texto sobre tratamento da doença de Crohn. Febre, dor crescente ou dificuldade para urinar após a ligadura elástica pedem avaliação no mesmo dia.
Como é o dia do procedimento no consultório
O paciente chega para uma sessão curta de ligadura elástica, sem internação e sem anestesia geral. Antes de começar, o especialista confere os remédios em uso e confirma que não há infecção ativa na região. Com tudo revisado, a aplicação começa com o paciente deitado de lado.
Anestesia e tempo de aplicação
Um gel anestésico local é aplicado no canal anal, e não há sedação (remédio que deixa sonolento) nem anestesia geral. A colocação de cada anel leva poucos minutos, e o paciente permanece acordado o tempo todo.
Quantas hemorroidas por sessão
O número de anéis na mesma sessão depende de quantas hemorroidas existem, do grau de cada uma e da tolerância do paciente. Com várias hemorroidas, o tratamento costuma ser dividido em etapas, com quatro a seis semanas entre elas. A reavaliação entre as etapas segue o roteiro do guia de exames para o intestino.
Alta e volta para casa
Terminada a ligadura elástica, o paciente descansa alguns minutos e já pode ir embora. Na maioria das vezes, a volta às atividades acontece no mesmo dia ou no seguinte. Sensação de peso no ânus pode durar alguns dias, mas não costuma impedir a rotina.
Esta seção foi revisada contra Rubber band ligation of hemorrhoid.
Dói? Como separar desconforto esperado de dor anormal
A sensação mais comum após a ligadura elástica é pressão ou peso no ânus, parecida com vontade de evacuar. Cólica leve no baixo ventre também pode surgir nas primeiras horas e tende a passar em pouco tempo. Um pequeno sangramento é comum quando o tecido seco se desprende, entre 5 e 10 dias depois.
Sinais de que a dor deixou de ser normal
Dor forte e contínua, que piora com os dias em vez de ceder, pede contato com o especialista no mesmo dia. Um caroço endurecido e muito dolorido na borda do ânus sugere trombose (formação de coágulo dentro da veia) hemorroidária externa. Sangramento que enche o vaso sanitário ou forma coágulos grandes exige avaliação imediata.
A conduta adequada depende da avaliação individual realizada pelo médico assistente, considerando histórico, exames e contexto clínico de cada paciente. Esses sinais são raros, mas reconhecê-los cedo encurta o caminho até o tratamento.
Como aliviar o incômodo esperado
Banho de assento morno, fibras, bastante água e o analgésico (remédio para dor) prescrito costumam bastar para os primeiros dias. Um ensaio randomizado com dois métodos endoscópicos 2023 (estudo que sorteia os grupos) comparou formas de aplicar o anel em hemorroidas sintomáticas. Analgésicos mais fortes ou anti-inflamatórios só entram com orientação médica, pois alguns afinam o sangue.
Nem todo desconforto desses dias vem do ânus: azia e queimação no peito pedem outra investigação. Quando esses sintomas se repetem, o texto sobre sintomas da hérnia de hiato ajuda a entender outra causa comum.
Cuidados nos dias seguintes à sessão
O objetivo central depois da ligadura elástica é proteger a área tratada enquanto o tecido seca e se desprende. Fezes macias e evacuação sem força reduzem a pressão sobre o anel e diminuem o risco de sangramento.
Evacuação, fibras e líquidos
Fibras de frutas, verduras, aveia e feijão, com bastante água ao longo do dia, deixam as fezes mais macias. Evite segurar a vontade de evacuar e não force no vaso. Ficar muito tempo sentado no banheiro, mexendo no celular, aumenta a pressão no ânus.
Higiene e banho de assento
Prefira lavar a região com água morna e sabonete neutro em vez de esfregar papel higiênico. O banho de assento (sentar numa bacia com água morna por alguns minutos) relaxa o esfíncter e alivia o peso. Seque com toalha macia, apenas encostando, sem atrito.
Volta ao trabalho e aos exercícios
Trabalho de escritório costuma ser retomado no mesmo dia ou no seguinte. Musculação, corrida, bicicleta e esforço que aumente a pressão abdominal esperam o tecido cair, entre 5 e 10 dias. Quem avalia bariátrica (cirurgia para tratamento da obesidade) encontra critérios no guia sobre onde fazer bariátrica em São Paulo.
Complicações e sinais de alerta para procurar atendimento
A maioria dos pacientes passa pelos dias seguintes à ligadura elástica apenas com peso e leve incômodo. Problemas mais sérios são incomuns e costumam dar sinais claros. Reconhecê-los cedo permite tratar antes que se agravem.
Complicações possíveis
O sangramento tardio pode surgir quando o tecido se desprende, entre 5 e 10 dias após a sessão. A retenção urinária (dificuldade para esvaziar a bexiga) aparece em alguns casos, sobretudo nas primeiras horas. Tontura ou desmaio logo após a aplicação refletem reação vasovagal (queda brusca de pressão por reflexo nervoso).
Mais raras, a trombose de hemorroida vizinha e a úlcera (ferida aberta) no ponto do anel causam dor localizada. A infecção pélvica (inflamação grave dos tecidos ao redor do reto) é rara, mas séria e pede atenção imediata.
Sinais que pedem atendimento imediato
Febre, calafrios, dor que piora dia após dia e dificuldade para urinar compõem o conjunto de alerta mais importante. Juntos, podem indicar infecção pélvica e pedem pronto-socorro no mesmo dia, sem esperar a consulta de retorno. Depois da fase aguda, a reavaliação segue o roteiro de exames indicados para investigar o intestino.
Sangramento volumoso, com coágulos ou acompanhado de tontura e palidez, sugere perda maior de sangue. O quadro também entra na lista de urgências, mesmo fora do horário comercial.
Esta seção foi revisada contra material de referência clínica.
Quantas sessões são necessárias e se a hemorroida pode voltar
Três situações diferentes costumam ser confundidas depois do tratamento. A resposta é a melhora do sangramento e do prolapso na hemorroida tratada. A nova sessão trata outra hemorroida ainda ativa, e a recorrência é o retorno dos sintomas meses depois.
Resposta e nova sessão: o que muda
Cada anel trata uma hemorroida, e o alívio da hemorroida tratada costuma aparecer depois que o tecido cai. Quando outras continuam sangrando ou descendo, uma nova aplicação entra no plano após a cicatrização. Precisar de mais etapas é previsto e não significa falha do método.
A hemorroida pode voltar?
A recorrência atinge parte dos pacientes, porque a ligadura elástica elimina o tecido doente, não a tendência a formar hemorroidas. Uma metanálise (estudo que soma várias pesquisas) comparou o elástico à amarração das artérias da hemorroida nos graus II e III. Os desfechos avaliados incluíram retorno dos sintomas, dor e necessidade de repetir o tratamento.
O que reduz a chance de retorno
Intestino preso, esforço para evacuar e muito tempo sentado no vaso favorecem o surgimento de novas hemorroidas. A tensão excessiva do esfíncter anal também eleva a pressão no canal e pode contribuir para o retorno. Sintomas que reaparecem pedem novo exame, já que o sangramento também pode ter outra origem.
Escleroterapia, coagulação infravermelha ou cirurgia: como comparar
A ligadura elástica divide espaço com outras técnicas, cada uma com vantagens e limites próprios na hemorroida interna. Nenhuma delas é superior para todos os pacientes, porque grau, sintomas e saúde geral mudam o peso de cada escolha. A comparação honesta olha alívio, desconforto, tempo de recuperação e chance de retorno.
Como cada técnica age na hemorroida
Na escleroterapia, o médico injeta uma substância na base da hemorroida, provocando fibrose (cicatriz que endurece o tecido) e reduzindo o sangramento. A coagulação infravermelha aplica pulsos de calor por luz no mesmo ponto, com efeito parecido e aplicação rápida. A hemorroidectomia (retirada cirúrgica das hemorroidas) remove o tecido doente em centro cirúrgico, com anestesia e afastamento maior.
Quando outra opção pesa mais que o elástico
Em hemorroidas pequenas que só sangram, escleroterapia ou coagulação infravermelha podem bastar, como discute um estudo comparando elástico e escleroterapia. A hemorroidectomia ganha espaço no grau IV, em hemorroidas grandes com componente externo e quando os sintomas voltam após várias sessões. A recuperação é mais dolorosa, mas a chance de retorno tende a ser menor.
Para comparar as opções no seu caso, agende uma avaliação com o Dr. Rodrigo Barbosa, Cirurgião do Aparelho Digestivo, Cirurgião Geral, Coloproctologista. O atendimento acontece no Instituto Medicina em Foco, em São Paulo, com exame e plano definidos em conjunto. Quem também pensa no sleeve (redução do estômago em formato de manga) pode ler sobre a válvula contra refluxo nessa cirurgia.
O que dizem os pacientes
Amei ser atendida pelo Dr. Rodrigo , um médico muito atencioso, que se preocupa realmente verdade com os pacientes. Realmente foi a melhor escolha que fiz pois ele se dedica a pessoa e explica direitinho sobre o procedimento que vai ser feito . Parabéns Dr. Rodrigo pela sua dedicação com seu trabalho!.— Amanda Guedes (jan/2026)
Excelente profissional! A cirurgia foi perfeita e o Dr. Rodrigo nos surpreendeu também pelo acompanhamento cuidadoso tanto na pré, quanto no pós. Sempre disponível para tirar dúvidas e monitorar a recuperação, ele trata o paciente com humanidade e respeito. Não apenas o Dr, mas toda a sua equipe, de psicólogo, nutricionista, endócrino…recomendo de olhos fechados!— Anna Fidelis (jan/2026)
Dr Rodrigo é disparado o melhor médico que já me atendeu a nível humanitário e assistencial, desde nossa primeira conversa, ele não me julgou pela questão do peso e entendeu meus gatilhos e histórico até ali. Tive um pós operatório difícil acompanhado de COVID e ele me visitou durante 20 dias, muitas vezes só para saber como eu estava. Recomendo muito o trabalho dele e confio em tudo que ele me recomenda.— Amanda Tibério (jan/2026)
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Perguntas frequentes
A ligadura elástica dói?
A maioria sente apenas uma pressão breve e uma sensação de peso no reto. O anel fica acima da linha pectínea (fronteira interna do canal anal), onde a mucosa quase não sente dor. Dor forte e crescente foge do esperado e pede contato com o especialista.
Preciso de acompanhante no dia da sessão?
Em geral, não, porque o procedimento usa apenas gel anestésico local, sem sedação (remédio na veia que causa sonolência). O paciente sai lúcido, caminhando, e volta para casa logo depois. Ainda assim, quem se sente inseguro pode levar alguém para acompanhar o trajeto.
É preciso jejum ou preparo intestinal antes?
Em geral, não há jejum, porque o procedimento dispensa sedação e anestesia geral (anestesia que faz o paciente dormir). Algumas equipes pedem apenas para evacuar antes de sair de casa. As orientações de preparo são passadas na consulta que antecede a sessão.
O tratamento funciona para hemorroida externa?
Não, porque a hemorroida externa fica abaixo da linha pectínea, coberta por pele rica em nervos de dor. Ali o anel provocaria dor intensa, e o tratamento segue outro caminho definido no exame. Quando há os dois tipos juntos, o anel cuida só da parte interna.
Quem toma anticoagulante pode fazer a ligadura elástica?
Pode, desde que o uso seja informado já na primeira consulta. Anticoagulantes (remédios que retardam a coagulação), como varfarina, rivaroxabana e apixabana, aumentam o sangramento quando o tecido cai. Qualquer pausa é combinada com o médico que receitou o remédio, nunca feita por conta própria.
Quantas sessões costumam ser necessárias?
Depende do número de mamilos (saliências hemorroidárias isoladas) e do grau visto na anuscopia (exame do canal anal com tubo curto). Alguns casos se resolvem numa única aplicação, enquanto outros pedem mais sessões. O intervalo entre elas costuma ficar entre quatro e seis semanas.
Posso evacuar normalmente depois do anel?
Sim, e evacuar sem esforço faz parte da recuperação. Fezes macias, com fibras e boa ingestão de água, protegem a área enquanto o tecido cicatriza. Um pequeno sangramento no dia em que o anel cai é comum e costuma parar sozinho.
A hemorroida pode voltar depois do tratamento?
Pode, sobretudo quando persistem prisão de ventre, esforço ao evacuar e longos períodos sentado no vaso. O anel remove o tecido doente, mas não corrige esses hábitos. Fibras, água e idas rápidas ao banheiro ajudam a manter o resultado ao longo do tempo.
O plano de saúde cobre o procedimento?
Depende do contrato, e vale confirmar cada item com a operadora e com a equipe antes de agendar. A autorização do plano cobre a internação hospitalar, quando ela existe. Já o aluguel de equipamento e os honorários médicos podem ser cobrados à parte.




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