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Rizotomia por Radiofrequência em São Paulo

Rizotomia por Radiofrequência em São Paulo

O critério que separa quem melhora de quem repete o procedimento sem alívio.

“Vejo pacientes chegarem com a indicação pronta e nenhum bloqueio diagnóstico no prontuário. Quando faço esse teste antes, sei exatamente qual nervo vou desligar. O paciente também sabe o que esperar.”

CRM 213158RQE 87090Ortopedista Especialista em Coluna
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Formação e títulos
  • Título de Especialista em Ortopedia e Traumatologia pela SBOT
  • Título de Especialista da Sociedade Brasileira de Coluna (SBC)
Sociedades médicas
  • Membro da North American Spine Society
  • Membro Titular da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (SBOT)
  • Membro da Sociedade Brasileira de Coluna (SBC)
Onde atende
  • Instituto Medicina em Foco | Corpo Clínico dos Hospitais Albert Einstein, Alemão Oswaldo Cruz e Nove de Julho.
Áreas de atuação
  • Ortopedista especialista em coluna
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Dr. Pedro Henrique Correa, Ortopedista especialista em coluna — rizotomia por radiofrequência
13 min de leituraRevisado por Dr. Pedro Henrique CorreaCRM 213158 · RQE 87090Atualizado em 7 de agosto de 20263 referências citadas
Sumário
  1. Quando procurar avaliação para a dor das facetas
  2. O que a radiofrequência desliga e o que ela não alcança
  3. O bloqueio diagnóstico decide quem é candidato
  4. Credenciais que pesam na escolha do profissional
  5. Red flags em currículos inflados
  6. Como o especialista em rizotomia por radiofrequência conduz o procedimento
  7. Recuperação dia a dia: da alta às quatro semanas
  8. Quanto dura o alívio e quando repetir a ablação
  9. Riscos, efeitos esperados e limites do método
  10. Atuação integrada no Instituto Medicina em Foco

Agende sua avaliação com Dr. Pedro

Ortopedista especialista em colunaOrtopedia de coluna

Atendo pacientes com dor facetária quase toda semana, e a pergunta que mais ouço é: "quanto tempo vai durar o resultado?". Na prática, quando os bloqueios diagnósticos confirmam a origem da dor e a técnica é bem executada, o alívio costuma se manter entre 6 e 12 meses — e pode ser repetido sempre que necessário.

— Dr. Pedro Henrique Correa
Procurar um especialista em rizotomia por radiofrequência costuma acontecer depois de meses de fisioterapia sem resultado. A dor lombar ou cervical persiste e o exame de imagem mostra desgaste nas facetas. A dúvida que sobra é simples: isso vai funcionar em mim?
As respostas abaixo seguem o critério que uso em consultório, com o Instituto Medicina em Foco como extensão dessa prática. Nada aqui substitui a avaliação presencial. Mas ajuda você a chegar na consulta sabendo o que perguntar.
01

Quando procurar avaliação para a dor das facetas

Análise completa

A avaliação da dor axial, aquela que fica no eixo da coluna e não desce pela perna, começa por um padrão frequente. A queixa dura meses e não cede com anti-inflamatório.

Essa dor piora ao inclinar o corpo para trás e não desce pela perna.

Esse padrão aponta para as facetas, as pequenas articulações que ligam uma vértebra à outra. Ele é diferente da dor que desce pela perna e formiga, típica de compressão de raiz.

Sinais que costumam apontar para as facetas

  • Dor concentrada na lombar ou na nuca, sem irradiar abaixo do joelho.
  • Piora ao levantar da cadeira, girar o tronco ou estender a coluna.
  • Melhora parcial ao sentar inclinado para a frente.
  • Rigidez matinal que cede em 30 a 60 minutos de movimento.

Quando a dor não vem das facetas

Dor que desce abaixo do joelho, com formigamento ou perda de força, aponta para a raiz nervosa. Esse quadro pede investigação de hérnia de disco.

Dor na nádega que piora ao subir escada costuma vir da articulação sacroilíaca. Já a dor na virilha, com limitação para calçar meia, costuma ser do quadril.

Confundir essas origens é o motivo mais comum de um procedimento sem resultado. Por isso o exame clínico vem antes da agulha.

O que fazer antes de pensar em agulha

Fisioterapia orientada e ajuste de carga vêm primeiro, sempre. Só depois de 8 a 12 semanas sem resposta a investigação intervencionista entra em cena.

Se você ainda está mapeando quem cuida de coluna em São Paulo, comece pela avaliação clínica e não pelo procedimento.

Na prática clínica, rizotomia por radiofrequência exige atenção contínua e critério individualizado.

02

O que a radiofrequência desliga e o que ela não alcança

Análise completa

A radiofrequência desliga um nervo fino chamado ramo medial da faceta. Ela não alcança o disco nem a raiz, com contexto em Consulta com Especialista em Coluna: Valor 2026.

Esse ramo funciona como um fio de telefone: leva o recado de dor da faceta até o cérebro. O calor das ondas de rádio interrompe o fio num ponto preciso.

O calor gerado pelas ondas de rádio interrompe esse fio em um ponto preciso, sem mexer na estrutura da articulação. A articulação zigapofisária, nome técnico da faceta, continua desgastada e para de avisar.

O erro de indicação mais comum

Indicar o procedimento para dor discogênica (originada no próprio disco) ou radicular frustra paciente e médico. Hérnia de disco que comprime a raiz pede outra conduta.

A descrição técnica da ablação por radiofrequência deixa claro que o alvo é o nervo sensitivo, não a lesão estrutural.

Ablação (aquecimento controlado que interrompe o nervo)

Na ablação térmica convencional, a ponta da agulha aquece o tecido entre 60 e 80 graus.

A versão pulsada trabalha em temperatura mais baixa e é reservada a outros alvos. Escolher entre as duas é decisão técnica, não preferência de marketing.

Vale reforçar: rizotomia por radiofrequência pede acompanhamento próximo do especialista.

Médico avalia exame de coluna com paciente no consultório — rizotomia por radiofrequência
Médico avalia exame de coluna com paciente no consultórioAgende sua avaliação com Dr. Pedro →
03

O bloqueio diagnóstico decide quem é candidato

Análise completa

O bloqueio diagnóstico decide quem é candidato porque mede, na prática, a resposta do nervo suspeito. Na síndrome facetária o teste dura poucos minutos.

O anestésico é depositado no ramo medial, sob raio-X em tempo real. A ressonância magnética (exame de imagem detalhado sem radiação) prévia serve de mapa.

Se a dor cai mais de 80% enquanto o anestésico age, aquele nervo é mesmo o culpado. Se não cai, a origem da dor está em outro lugar.

Por que dois bloqueios e não um

Um único teste positivo carrega taxa alta de falso-positivo, por efeito placebo e por difusão do anestésico. Repetir o bloqueio em outra data confirma a resposta. O critério de seleção adotado na neurotomia segue essa lógica há anos.

EtapaO que respondeDuração do efeito
Bloqueio diagnósticoDe onde vem a dorHoras
RizotomiaTratar a dor confirmada6 a 12 meses
Cirurgia de artrodeseInstabilidade estruturalDefinitiva na estrutura

Fluxograma de decisão

Bloqueio positivo nas duas vezes leva à indicação. Bloqueio negativo devolve o caso à investigação, com atenção a disco, sacroilíaca e quadril. Nesse cenário, insistir na ablação só adia o diagnóstico correto.

Esse cuidado com rizotomia por radiofrequência faz diferença mensurável no longo prazo.

04

Credenciais que pesam na escolha do profissional

Análise completa

As credenciais que pesam na escolha do profissional cabem em duas conferências objetivas. O registro de qualificação de especialista, o RQE, é público e leva 30 segundos para checar.

Ele mostra que a formação foi reconhecida na especialidade, e não apenas declarada. Título de curso livre não substitui esse registro.

A lista curta do paciente

  • CRM ativo e RQE na especialidade que trata coluna.
  • Uso rotineiro de fluoroscopia (raio-X em tempo real que guia a agulha).
  • Volume anual de procedimentos que o profissional informa sem hesitar.
  • Protocolo escrito de bloqueio diagnóstico antes da indicação.

Onde conferir

O portal do conselho regional traz o CRM e o RQE. A Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia mantém a lista de membros titulares e informa sobre formação reconhecida.

Essas duas conferências rápidas já filtram boa parte das indicações sem critério.

05

Red flags em currículos inflados

Análise completa

As red flags em currículos inflados aparecem antes do procedimento, com contexto em Centers for Disease Control and Prevention - CDC.

Currículo longo não é sinônimo de experiência na técnica. O que interessa é a frequência com que aquele profissional faz o procedimento e o critério que ele usa para não fazer. Quem nunca contraindica é quem indica demais.

Os sinais de alerta

Cinco sinais aparecem com frequência e valem uma segunda opinião antes de qualquer agenda.

  • Promessa de resultado, de cura ou de alívio permanente da dor.
  • Indicação fechada na primeira consulta, sem bloqueio diagnóstico.
  • Certificados de congresso apresentados como especialização.
  • Recusa em detalhar riscos, taxa de repetição e alternativas.
  • Preço fechado por telefone, antes de qualquer exame.

Como pedir a segunda opinião

Leve o laudo da ressonância e o registro do bloqueio, se já houver. Pergunte o que aconteceria se você não fizesse nada por três meses.

Pergunte também como o honorário é composto. Transparência de valor costuma andar junto com transparência clínica.

06

Como o especialista em rizotomia por radiofrequência conduz o procedimento

Análise completa

O especialista conduz o procedimento em 30 a 45 minutos, com você em jejum de seis horas. A alta é no mesmo dia, sem internação.

A sedação é leve e mantém você responsivo, porque a sua resposta ao estímulo elétrico faz parte da técnica. Anestesia geral (anestesia que faz o paciente dormir durante o procedimento) não é a rotina aqui.

A sequência dentro da sala

  1. Posicionamento de bruços, com monitorização e acesso venoso.
  2. Fluoroscopia (raio-X em tempo real) localiza o ramo medial em cada nível.
  3. Estímulo sensitivo e motor confirma a ponta da agulha no alvo certo.
  4. Anestésico local e aquecimento controlado por 60 a 90 segundos.
  5. Repetição em cada nível planejado, em média dois a três de cada lado.

Por que o teste elétrico não se pula

A neurotomia, outro nome dado à rizotomia, depende desse passo para separar o nervo alvo dos vizinhos.

Ele separa o nervo alvo da raiz motora que move a perna.

A revisão técnica sobre ablação por radiofrequência descreve esse passo como parte do padrão de segurança. Um serviço de referência em rizotomia por radiofrequência não abre mão dele.

07

Recuperação dia a dia: da alta às quatro semanas

Análise completa

A recuperação dia a dia começa com uma primeira semana que confunde quem não foi avisado sobre ela.

É comum haver dor no local da punção, às vezes um pouco pior que a dor de origem. Isso é resposta ao aquecimento do nervo e não sinal de falha.

PeríodoO que esperarO que liberar
Dia 0Dormência e desconforto localCaminhada curta em casa
Dias 1 a 2Dor da punção no picoRepouso relativo, gelo local
Dias 3 a 7Queda gradual do desconfortoTrabalho administrativo
Semanas 2 a 4Alívio da dor original se estabilizaFisioterapia e carga progressiva

O que atrasa o resultado

Voltar cedo demais à carga pesada é o erro mais frequente. Repouso absoluto prolongado também atrapalha, porque a musculatura que estabiliza a coluna perde condicionamento rápido.

A dúvida entre repouso ou movimento na recuperação lombar aparece em quase toda consulta de retorno.

08

Quanto dura o alívio e quando repetir a ablação

Análise completa

O alívio dura de 6 a 12 meses e depois a ablação pode ser repetida. O ramo medial não é destruído para sempre: ele se regenera ao longo de meses e volta a conduzir o sinal.

Por isso o procedimento se descreve como controle de dor, e nunca como cura da artrose facetária.

Quando faz sentido repetir

Se o primeiro procedimento entregou alívio relevante por seis meses ou mais, repetir tende a funcionar de novo.

Se o alívio durou poucas semanas, o problema costuma estar na indicação e não na técnica. Nesse caso eu volto ao diagnóstico antes de voltar à sala.

O que sustenta o resultado entre uma sessão e outra

Fortalecimento de core, controle de peso e ajuste postural sustentam o resultado. Vale conferir material revisado sobre quando a dor cervical exige investigação.

Isso separa orientação séria de conselho de rede social. O procedimento abre a janela; o que você faz nela define quanto ela dura.

09

Riscos, efeitos esperados e limites do método

Análise completa

Os riscos e limites do método cabem em uma lista curta, que vale ler antes de assinar o consentimento.

A maior parte dos eventos é transitória e se resolve sozinha. O que preocupa de verdade é raro e tem prevenção conhecida.

O que costuma acontecer

  • Dor no local da punção por uma a duas semanas.
  • Sensação de queimação ou dormência no trajeto do nervo tratado.
  • Hematoma pequeno e autolimitado.

O que é raro e como se previne

Queimadura de pele, infecção e lesão de raiz motora entram na categoria excepcional. A prevenção passa por técnica estéril, fluoroscopia e teste de estímulo motor. Esses cuidados são o padrão descrito na literatura técnica.

Em coluna cervical o cuidado é maior, porque a margem de erro é menor. O acervo de saúde do NIH reúne a informação de referência.

Quando o método não se aplica

Infecção ativa, distúrbio de coagulação não controlado e gestação contraindicam. Marca-passo ou outro dispositivo eletrônico implantado exige avaliação prévia com o cardiologista.

Uso de anticoagulante precisa de ajuste combinado com quem prescreveu. Dor de origem discal, sacroilíaca ou de quadril também sai da lista, por motivo diferente: ali a ablação não teria alvo.

10

Atuação integrada no Instituto Medicina em Foco

Análise completa

A atuação integrada no Instituto Medicina em Foco muda o que vem antes e depois da sala. Quem procura o tratamento em São Paulo costuma comparar só preço e agenda.

O que muda o desfecho, na prática, é o que vem antes e depois da sala. Um serviço organizado combina avaliação, bloqueio teste, procedimento e reabilitação na mesma linha de cuidado.

Como a equipe se organiza

O Dr. Pedro Henrique Correa integra a equipe do Dr. Rodrigo Barbosa no Instituto Medicina em Foco.

As especialidades discutem o caso em conjunto. Isso encurta o caminho quando a dor tem mais de uma origem.

Reumatologia, fisiatria e fisioterapia entram sem que o paciente precise recomeçar a história do zero.

O que o paciente recebe no retorno

  • Reavaliação em 30 dias com registro objetivo do alívio.
  • Plano de fortalecimento escrito, ajustado à sua rotina.
  • Critério claro sobre quando repetir e quando investigar de novo.

O que dizem os pacientes

Dr. Pedro é um profissional diferenciado. Além de muito competente, demonstra empatia e respeito em cada consulta. Explica o problema e o tratamento de forma clara, o que traz muita segurança. Estou muito satisfeita com o atendimento e evolução do meu quadro. Recomendo!
— Daniela Melo (fev/2026)
Dr. Pedro é um profissional ímpar! Atencioso, explica direitinho como é o procedimento. Faz dois meses que fiz a cirurgia e estou me recuperando muito bem. A equipe dele é prestativa e sempre nos dá apoio com a parte burocrática.
— Gislaine Rodrigues (fev/2026)
Ótimo atendimento de toda a equipe, atenciosos demais! Doutor Pedro sem.comentarios , além de super gentil um ótimo profissional, tinha dores lombares eternas e so o doutor Pedro conseguiu dar um tratamento de qualidade ! Super recomendo
— Alex Melo (jan/2026)
Próximo passo

Agende sua avaliação com Dr. Pedro Henrique Correa

Na avaliação eu revejo suas imagens, defino se o bloqueio teste faz sentido e explico o que muda no seu caso.

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Perguntas frequentes

Quais os riscos de uma rizotomia?

Os riscos são baixos e a maior parte é transitória. Dor na punção por uma a duas semanas e dormência no trajeto do nervo respondem pela maioria dos casos. Hematoma pequeno também é comum.

Queimadura de pele, infecção e lesão de raiz motora existem, mas são excepcionais. O teste de estímulo elétrico antes do aquecimento é o que reduz esse risco raro.

Quantos dias é o repouso da rizotomia lombar?

O repouso é relativo, não absoluto. Nas primeiras 24 a 48 horas a orientação é ficar em casa, caminhar curtas distâncias e usar gelo local.

Atividades leves e trabalho administrativo voltam entre o segundo e o terceiro dia. Carga pesada, academia e esforço de flexão só depois da segunda semana, com liberação individual.

Quais os efeitos colaterais da radiofrequência na coluna?

O efeito mais comum é a dor pós-ablação, que dura de uma a duas semanas. Em alguns casos ela parece pior que a dor original. Sensação de queimação e dormência na região tratada também aparecem e cedem sozinhas.

Nenhum desses sinais indica que o procedimento falhou. O resultado real só se avalia entre a segunda e a quarta semana.

Qual o valor de uma cirurgia de rizotomia?

O valor depende de três variáveis objetivas. Pesam quantos níveis serão tratados, se o lado é um só ou os dois, e se o caso corre pelo convênio.

Bloqueio diagnóstico e procedimento são cobrados separadamente, porque são atos distintos. Peça sempre o orçamento por escrito, discriminando honorário, sala e material.

A rizotomia por radiofrequência dói?

Durante o procedimento não. A sedação leve mantém você confortável e o anestésico local cobre o trajeto da agulha.

Você permanece responsivo porque a resposta ao estímulo elétrico faz parte da técnica. O desconforto aparece depois, no local da punção, e costuma ser bem controlado com analgesia simples e gelo.

Quanto tempo dura o efeito da rizotomia?

Entre 6 e 12 meses na maioria dos casos. O prazo tem explicação anatômica. O ramo medial tratado se regenera ao longo dos meses e volta a conduzir o sinal de dor.

Por isso o procedimento é descrito como controle de dor, e não como cura do desgaste da articulação. Fortalecimento e controle de peso ajudam a esticar essa janela.

A rizotomia por radiofrequência é coberta pelo convênio?

O procedimento consta no rol de coberturas e costuma ser autorizado quando a indicação está documentada. O que a operadora analisa é o relatório médico: tempo de dor, tratamentos já feitos e resultado do bloqueio diagnóstico.

Sem esse registro, a negativa é frequente. Cada plano tem prazo próprio de análise, e vale confirmar antes de agendar.

A rizotomia resolve hérnia de disco?

Não. São problemas diferentes e a confusão é a principal causa de resultado frustrante. A ablação interrompe o nervo que leva a dor da faceta, uma articulação na parte de trás da vértebra.

A hérnia comprime a raiz nervosa e produz dor que desce pela perna, com formigamento ou perda de força. Esse quadro pede outra conduta.

Posso repetir a rizotomia quantas vezes?

Não existe um número fixo, e sim um critério. Se o procedimento anterior entregou alívio relevante por seis meses ou mais, repetir tende a funcionar de novo com resposta parecida.

Se o alívio durou poucas semanas, repetir não é o caminho: o problema costuma estar na indicação. Nesse caso a investigação recomeça antes de qualquer agulha.

Como escolher onde fazer rizotomia por radiofrequência em São Paulo?

Comece pela conferência do RQE no portal do conselho regional, que leva menos de um minuto. Confirme se a sala tem fluoroscopia, o raio-X em tempo real que guia a agulha.

Pergunte quantos procedimentos o profissional faz por ano e qual o protocolo de bloqueio diagnóstico. Um especialista em rizotomia por radiofrequência de referência responde as três sem hesitar.

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