Especialista em Cirurgia Robótica da Próstata SP 2026
O que acontece na primeira consulta, como o caso é avaliado e quais perguntas levam a uma decisão mais segura.
“Peço que o paciente traga os laudos de PSA (exame de sangue que acompanha a próstata) e da biópsia, organizados por data. Assim sobra tempo para falar de urina, ereção e alternativas à cirurgia.”— Dr. José Augusto
Ver currículo do profissional
- Residência Médica em Cirurgia Geral na Santa Casa de São Paulo
- Residência em Urologia no Hospital Santa Marcelina de São Paulo
- Fellowship em Cirurgia Robótica em Urologia na Santa Casa de Santos-SP
- Pós-Graduação em Cirurgia Robótica em Urologia no Hospital Albert Einstein
- Destaque na American Urological Association (AUA) por contribuições à urologia minimamente invasiva brasileira
- Membro Titular da Sociedade Brasileira de Urologia
- Membro da American Urological Association (AUA)
- com destaque na associação por suas contribuições à urologia minimamente invasiva brasileira
- Hospital Beneficência Portuguesa, Hospital Santa Catarina, Hospital Sírio Libanês, Rede Dor São Paulo, Hospital Nove de Julho, Instituto Medicina em Foco
- Urologia

Prefiro que você chegue com perguntas anotadas, porque é delas que sai uma decisão bem feita.— Dr. José Augusto
Passo a passo
- 1Primeira consulta
O urologista ouve sua história, examina a próstata e revê os laudos de PSA, ressonância e biópsia.
- 2Exames complementares
Se faltar dado, pede ressonância magnética (exame de imagem detalhado sem radiação) ou exames que medem a extensão do tumor.
- 3Decisão compartilhada
Médico e paciente comparam prostatectomia radical robótica, radioterapia e vigilância ativa, pesando o grupo de risco e as preferências pessoais.
- 4Cirurgia e alta
Na prostatectomia assistida por robô, o paciente costuma sair do hospital com sonda vesical (tubo que drena a urina da bexiga).
- 5Reabilitação
Retirada a sonda, começam a reabilitação pélvica (exercícios para os músculos que seguram a urina) e a reabilitação sexual.
- 6Seguimento com PSA
Consultas de retorno repetem o PSA em intervalos definidos pelo urologista para checar o controle do câncer e ajustar a reabilitação.
Especialista em cirurgia robótica da próstata: o que esse profissional faz e o que o robô não resolve sozinho
O cirurgião robótico de próstata une Urologia com RQE, urologia oncológica (área dos tumores urinários) e treino na plataforma. A certificação da plataforma robótica comprova o manejo do equipamento, não o domínio do câncer de próstata. Quem opera com frequência acumula volume de procedimentos e adapta a técnica a cada anatomia.
O que o robô acrescenta e o que depende do cirurgião
O sistema Da Vinci dá visão tridimensional e instrumentos articulados, que dobram como um punho dentro do abdome. Quem decide onde cortar, quanto tecido retirar e como preservar os feixes neurovasculares (nervos ligados à ereção) é o cirurgião. Na rotina clínica, essa escolha pesa mais que a máquina na margem cirúrgica (borda do tecido retirado).
Perguntas que revelam a experiência
Pergunte quantas prostatectomias robóticas o cirurgião faz por ano e qual equipe o acompanha na sala. Vale saber se ele treinou com proctor (cirurgião experiente que supervisiona os primeiros casos).
A comparação entre técnicas está no guia sobre como decidir entre robótica e aberta. Formação e áreas de atuação aparecem na página de atendimento com urologista em São Paulo.
Para escrever esta parte consultamos material de referência clínica.
Prostatectomia radical robótica: em que casos de câncer de próstata ela é indicada
O grupo de risco combina PSA, Grupo de Grau (escala de 1 a 5 da agressividade do tumor) e estadiamento. A ressonância magnética multiparamétrica (que combina várias sequências de imagem) e a biópsia prostática fornecem esses dados.
Quando a cirurgia entra na conversa e quando não
A cirurgia costuma ser proposta para tumor localizado de risco intermediário ou alto, em quem tem boa saúde geral. Em baixo risco, a vigilância ativa costuma vir antes; com metástase (tumor espalhado a outros órgãos), entram outros tratamentos. Os critérios seguem as diretrizes da Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica.
A hiperplasia prostática benigna (aumento da próstata sem câncer) é tratada com outros procedimentos, voltados a melhorar o jato urinário. Idade, outras doenças e cirurgias abdominais anteriores também entram na conta de cada caso. Especialista em cirurgia robótica da próstata e paciente pesam esses fatores juntos, como descreve a página de avaliação robótica em São Paulo.

PSA, ressonância, biópsia e Gleason: os exames que precedem a decisão cirúrgica
O estadiamento junta quatro peças: o valor do PSA, a imagem da ressonância, o laudo da biópsia e o Gleason. Nenhum exame isolado basta para indicar ou descartar a cirurgia. Especialista em cirurgia robótica da próstata confere esses dados antes de falar em data de cirurgia.
O que cada exame mostra
O PSA sobe com câncer, mas também com inflamação ou aumento benigno da próstata. A ressonância multiparamétrica localiza áreas suspeitas e orienta a agulha da biópsia. A biópsia prostática confirma o câncer, e o patologista (médico que analisa o tecido ao microscópio) atribui o Gleason.
Notas de Gleason mais altas correspondem a tumor mais agressivo, como descreve o guia do MedlinePlus (NIH/NLM). Se há suspeita de doença fora da próstata, o urologista pode pedir o PET-PSMA (exame que rastreia o tumor pelo corpo).
Quando falta algum dado
Biópsia feita sem ressonância prévia ou laudo incompleto podem levar a repetir etapas antes de qualquer decisão. A revisão de lâminas (nova leitura da biópsia por outro patologista) também confirma o Gleason quando há dúvida. Como esses dados entram na escolha do cirurgião aparece nos critérios para escolher o urologista robótico.
CRM, RQE, fellowship e certificação na plataforma: como conferir se o médico é mesmo especialista
O registro no conselho e o título de especialista são públicos e podem ser consultados antes da consulta. A formação em cirurgia robótica aparece em certificados que o próprio cirurgião pode mostrar.
O que está nos registros públicos
No portal do Conselho Federal de Medicina, a busca pelo nome mostra o CRM ativo e cada RQE registrado. Para cirurgia de próstata, procure o RQE em Urologia. O título vem da residência médica reconhecida ou da prova da Sociedade Brasileira de Urologia (SBU) com a Associação Médica Brasileira (AMB).
O que o cirurgião mostra em documentos
O fellowship tem instituição, duração e supervisor, todos verificáveis no certificado. A certificação na plataforma, como o sistema Da Vinci, envolve treino no equipamento e casos acompanhados por proctor. O hospital também exige esses documentos para liberar o médico a operar com o robô.
Os critérios de escolha, com perfil de formação, estão na página do urologista robótico de próstata em São Paulo. No convênio, como na cirurgia robótica de próstata pela Cassi, confirme também se o cirurgião está credenciado na rede.
Volume de cirurgias, equipe e hospital: perguntas que revelam a experiência real
A experiência de um cirurgião se mede pelo número de prostatectomias robóticas feitas por ano e pelos resultados que ele acompanha. Equipe treinada e hospital equipado completam essa conta.
Volume, complicações e conversão de técnica
Pergunte quantas prostatectomias robóticas o cirurgião realiza por ano e há quanto tempo opera com o robô. Peça também a taxa de complicações, como sangramento, infecção e escape de urina na emenda entre bexiga e uretra.
Pergunte ainda quando ocorre conversão (troca de técnica no meio da operação). As opções são a cirurgia aberta e a laparoscopia (cirurgia por vídeo com pinças retas).
Equipe na sala e estrutura do hospital
Na sala, o cirurgião trabalha com auxiliar à beira do paciente, anestesista e enfermagem treinada no robô. Pergunte se essa equipe é fixa e se o hospital tem UTI e suporte pós-operatório (cuidados nas primeiras horas após a cirurgia).
Pelo convênio, confirme se hospital e cirurgião estão na rede, como explica a página sobre cirurgia robótica pela Cassi. A autorização cobre a internação hospitalar, mas aluguel do robô e honorários médicos podem ser cobrados à parte. O mesmo vale para quem usa o Saúde Caixa na cirurgia robótica.
Para escrever esta parte consultamos material de referência clínica.
Robótica, laparoscópica ou aberta: o que muda na prática para o paciente
As três técnicas retiram a próstata inteira e as vesículas seminais (glândulas que produzem parte do sêmen). A diferença está no caminho até ela: um corte maior no abdome ou pequenos furos com câmera.
Acesso, sangramento e recuperação
A cirurgia aberta usa uma incisão maior abaixo do umbigo. Robótica e laparoscopia são cirurgia minimamente invasiva (feita por pequenos furos no abdome). Nelas, a perda de sangue e a dor costumam ser menores, e a internação tende a ser mais curta.
Controle do câncer, urina e ereção
O controle oncológico (retirada completa do tumor) depende do estadiamento e da técnica do cirurgião mais que do acesso escolhido. Continência urinária e ereção seguem a mesma lógica: pesam a idade, o tamanho do tumor e a função antes da cirurgia.
Disponibilidade pelo convênio
A técnica disponível também depende do hospital e da rede credenciada, porque nem todo centro tem a plataforma robótica. Pelo convênio, a autorização cobre a internação hospitalar, e aluguel do robô e honorários médicos podem ser cobrados à parte.
As regras de cada plano mudam, como mostra a página da cirurgia robótica pela Porto Seguro. Para outro plano, há o guia de cirurgia robótica no Saúde Caixa.
Cirurgia ou radioterapia: por que um bom especialista apresenta as duas opções
A radioterapia por aparelho externo e a braquiterapia (sementes radioativas implantadas na próstata) tratam o tumor sem retirar o órgão. Quem as conduz é o radioterapeuta (médico especialista em tratamento com radiação), que avalia o caso junto com o urologista.
Quando as duas opções se equivalem
Em tumor localizado de risco baixo ou intermediário, cirurgia e radioterapia mostram controle do câncer semelhante a longo prazo. A escolha passa a depender dos efeitos de cada uma e das preferências do paciente. Quem decide pelo robô no plano encontra as regras na página da cirurgia robótica de próstata pela Omint.
Por que desconfiar de quem só oferece a cirurgia
A cirurgia tende a afetar mais a continência urinária logo após a operação. A radioterapia pode irritar a bexiga e o reto (parte final do intestino) e também reduzir a ereção com o tempo.
Um urologista que apresenta só o bisturi deixa de fora metade da comparação. A consulta com o radioterapeuta, antes de decidir, completa o quadro e dá ao paciente base para escolher.
Para escrever esta parte consultamos Prostate cancer treatment Surgery vs radiation.
Continência urinária e ereção após a cirurgia: o que depende do cirurgião e o que não depende
A recuperação da urina e da ereção soma três grupos de fatores: do paciente, do tumor e da técnica. O cirurgião controla só o terceiro.
O que vem antes da cirurgia
Idade, peso, diabetes e a função erétil antes do diagnóstico pesam no resultado. Quem já tinha escape de urina ou ereção fraca tende a recuperar menos.
O que está nas mãos do cirurgião
Conta o cuidado com o esfíncter (músculo que fecha a uretra) e com a emenda entre bexiga e uretra. Poupar os feixes neurovasculares, quando o tumor permite, favorece a volta da ereção. Se o tumor encosta nesses nervos, poupá-los arrisca deixar câncer na margem cirúrgica.
Quanto tempo a recuperação leva
A continência costuma voltar aos poucos ao longo de meses, e a ereção tende a demorar mais. Como os prazos variam, nenhum especialista pode garantir quando nem quanto cada função volta. As regras do plano estão na página sobre cirurgia robótica de próstata pela Mediservice.
Para escrever esta parte consultamos material de referência clínica.
Preparo, internação, sonda e retorno às atividades: como é o percurso do paciente
Entre a decisão pela cirurgia e a alta definitiva passam alguns meses. O tempo inclui exames pré-operatórios, a operação, a retirada da sonda e as consultas de controle.
Antes da cirurgia
O preparo inclui exames de sangue, eletrocardiograma (registro da atividade elétrica do coração) e consulta com o anestesista. Quem usa anticoagulante (remédio que afina o sangue) leva a lista completa de medicamentos para revisão. A autorização do plano tem prazo próprio, como mostra o exemplo da cirurgia robótica de rim pelo Allianz.
Internação e sonda
A internação após a prostatectomia robótica costuma durar poucos dias, conforme a recuperação de cada pessoa. O paciente vai para casa com a sonda vesical, que costuma permanecer cerca de uma a duas semanas. A retirada acontece em retorno ambulatorial (consulta sem internação), e só então o escape de urina pode ser avaliado.
Retorno às atividades e seguimento
Caminhadas leves voltam cedo, enquanto esforço físico e direção costumam esperar algumas semanas. A reabilitação pélvica começa após a retirada da sonda, e a reabilitação sexual segue em paralelo. O PSA pós-operatório, esperado próximo de zero, abre o seguimento de anos com o urologista.
Convênio, reembolso e custos da cirurgia robótica: o que confirmar antes de marcar
A guia de autorização (documento em que o plano libera o procedimento) cobre a internação hospitalar. O aluguel do robô e os honorários do cirurgião e do anestesista podem ser cobrados à parte.
Com o plano de saúde
Peça a autorização por escrito, com o código do procedimento e o hospital liberado. Confira a carência (prazo após a contratação em que o plano ainda não cobre). Veja também se cirurgião e hospital estão na rede credenciada.
Reembolso fora da rede
Planos com livre escolha devolvem parte dos honorários pagos a médico fora da rede, até o limite do contrato. O pedido costuma exigir nota fiscal, relatório médico e comprovante de pagamento. Pergunte ao plano o valor de reembolso antes de pagar.
Com o hospital e o cirurgião
Solicite ao hospital e ao cirurgião um orçamento por escrito do que não entra na autorização. A conduta adequada depende da avaliação individual realizada pelo médico assistente, considerando histórico, exames e contexto clínico de cada paciente. Cada operadora tem regras próprias, como mostra o guia de cirurgia robótica pela Care Plus.
O que está descrito acima segue referência da literatura médica, referência usada nesta seção.
O Dr. José Augusto atende em Urologia no Instituto Medicina em Foco, em São Paulo. Agende sua consulta para revisar a autorização e o orçamento, e veja as regras de cobertura e autorização pelo Allianz.
O que dizem os pacientes
Excelente profissional, me atendeu desde a urgência com muita competência e carinho, só gratidão!— Aline Franco (dez/2025)
Atendimento super humanitário Atencioso e cordial!! profissionalismo totalmente diferenciado ! fiquei super satisfeito ! Recomendo a todos que necessitarem de uma consulta urologica e indico o DR José Augusto da silva !!— Joao Roberto (mai/2026)
Gostaria de registrar minha imensa satisfação e gratidão pelo excelente atendimento prestado pelo Dr. José Augusto, urologista, e por sua equipe. Realizei uma cirurgia com o Dr. José Augusto e todo o processo foi conduzido com extrema competência, profissionalismo e cuidado. Desde o pré-operatório, recebi orientações claras e detalhadas, o que me trouxe muita segurança e tranquilidade. A cirurgia transcorreu perfeitamente, e o pós-operatório foi acompanhado de perto, sempre com atenção, disponibilidade e respeito. Também faço questão de elogiar a secretária Vanessa, que foi fundamental em toda a minha jornada. Sempre muito atenciosa, organizada e prestativa, ela me orientou em todas as etapas, esclareceu dúvidas e garantiu que tudo ocorresse de forma tranquila e bem planejada. Recomendo fortemente o Dr. José Augusto e sua equipe a todos que buscam um atendimento humanizado, eficiente e de altíssimo nível. Minha experiência foi extremamente positiva.— Eduardo J L CARVALHO (fev/2026)
Agende sua avaliação com Dr. José Augusto
Consulta com Dr. José Augusto, Urologia, no corpo clínico do Instituto Medicina em Foco, em São Paulo.
Agende sua avaliação com Dr. JoséLigar agora
Perguntas frequentes
Especialista em cirurgia robótica da próstata: como escolher com segurança?
Confira três camadas: título de urologista com RQE (registro de especialista no CRM), formação em urologia oncológica e treino na plataforma robótica. Depois, pergunte sobre volume anual de cirurgias, equipe fixa e estrutura do hospital. Desconfie de quem promete resultado antes de rever os seus exames.
Qual a diferença entre urologista geral, urologista oncológico e cirurgião robótico?
Todo urologista trata doenças do trato urinário e da próstata. O urologista oncológico concentra a prática nos tumores urinários, como o câncer de próstata. O cirurgião robótico tem treino certificado no robô, e para retirar a próstata o ideal é reunir as duas formações.
A primeira consulta já sai com a cirurgia marcada?
Na maioria das vezes, não. A primeira conversa confere o diagnóstico, organiza os exames e apresenta as alternativas de tratamento. A data costuma ser definida depois que os laudos estão completos e você teve tempo de pensar nas opções.
Posso levar um acompanhante à consulta?
Pode, e costuma ajudar bastante. Um familiar anota as explicações, lembra perguntas esquecidas e participa da decisão sobre o tratamento. Muitas informações chegam de uma vez, e duas pessoas guardam mais detalhes que uma.
Vale a pena pedir uma segunda opinião?
Sim, e um bom especialista recebe esse pedido com naturalidade. Ela ajuda quando há dúvida entre cirurgia e radioterapia, laudo incompleto ou Gleason (nota de agressividade do tumor) incerto. Leve os mesmos laudos e, se possível, as lâminas da biópsia para nova leitura.
Quais são os riscos da cirurgia robótica da próstata?
Como em toda operação, há risco de sangramento, infecção, trombose (coágulo nas veias das pernas) e reação à anestesia. Depois da retirada da próstata, podem ocorrer escape de urina e redução da ereção, em grau variável. Pergunte ao cirurgião como ele previne e trata cada complicação.
A cirurgia robótica é coberta pelo plano de saúde?
A autorização do plano cobre a internação hospitalar. O aluguel do equipamento robótico e os honorários médicos podem ser cobrados à parte, conforme o contrato e o hospital. Peça a autorização e o orçamento por escrito antes de marcar a data.
Quanto custa a cirurgia robótica da próstata?
O valor muda conforme hospital, equipe, tempo de internação e o que o plano autoriza. Por isso, não existe um preço único que sirva de referência. Solicite orçamento detalhado com honorários, aluguel do robô e diárias, e compare com o reembolso previsto no seu contrato.
Como preparar a minha história clínica para a consulta?
Anote quando surgiram os sintomas urinários, se houve sangue na urina e como está a ereção hoje. Liste os remédios em uso, cirurgias abdominais anteriores e casos de câncer na família. Leve as perguntas por escrito para conferir, na saída, se todas foram respondidas.
O que perguntar sobre o acompanhamento depois da cirurgia?
Pergunte quem conduz os retornos e com que frequência o PSA (exame de sangue que acompanha a próstata) será repetido. Confirme também quem orienta a reabilitação. Saiba ainda a quem recorrer em caso de febre, sangramento ou problema com a sonda nos primeiros dias.




0 Comentários