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Uma equipe,
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Cirurgia Robótica de Próstata pela Care Plus | São Paulo

Cirurgia Robótica de Próstata pela Care Plus | São Paulo

O que vigiar por anos após a retirada robótica da próstata, e por que o seguimento pesa tanto quanto a cirurgia.

“O paciente costuma relaxar quando o primeiro PSA (exame de sangue que mede uma proteína da próstata) volta baixo. Prefiro combinar logo o calendário das dosagens seguintes, porque a vigilância só protege quando continua regular.”— Dr. José Augusto

CRM 185703RQE 100170Urologia
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Formação acadêmica
  • Residência Médica em Cirurgia Geral na Santa Casa de São Paulo
  • Residência em Urologia no Hospital Santa Marcelina de São Paulo
  • Fellowship em Cirurgia Robótica em Urologia na Santa Casa de Santos-SP
  • Pós-Graduação em Cirurgia Robótica em Urologia no Hospital Albert Einstein
Títulos de especialista
  • Destaque na American Urological Association (AUA) por contribuições à urologia minimamente invasiva brasileira
Sociedades médicas
  • Membro Titular da Sociedade Brasileira de Urologia
  • Membro da American Urological Association (AUA)
  • com destaque na associação por suas contribuições à urologia minimamente invasiva brasileira
Onde atende
  • Hospital Beneficência Portuguesa, Hospital Santa Catarina, Hospital Sírio Libanês, Rede Dor São Paulo, Hospital Nove de Julho, Instituto Medicina em Foco
Áreas de atuação
  • Urologia
Dr. José Augusto, Urologia — Cirurgia Robótica de Próstata pela Care Plus
20 min de leituraRevisado por Dr. José AugustoJose Augusto Farias Da Silva Junior · CRM 185703 · RQE 100170Atualizado em 29 de setembro de 20269 referências citadas
Sumário
  1. Cirurgia Robótica de Próstata pela Care Plus: o que precisa ser confirmado antes de marcar
  2. O que é a prostatectomia radical robótica e quem tem indicação
  3. Robótica, laparoscópica ou aberta: o que a evidência mostra de diferença real
  4. Riscos, recuperação e efeitos colaterais que o paciente deve conhecer
  5. Alternativas à cirurgia: vigilância ativa, radioterapia e outros tratamentos
  6. Consulta, honorários, hospital e robô: quais itens da conta podem ficar fora da cobertura
  7. Passo a passo para pedir a autorização prévia à Care Plus
  8. Documentos e exames que o relatório médico precisa reunir
  9. O que fazer se a cobertura for negada
  10. Como escolher o urologista e o hospital em São Paulo
Urologia

Para mim, operar é uma etapa; acompanhar o paciente pelos anos seguintes é o que dá sentido ao esforço da cirurgia.

— Dr. José Augusto
Quem busca Cirurgia Robótica de Próstata pela Care Plus costuma pensar na autorização e esquecer o que vem depois. Sou o Dr. José Augusto, Urologia do corpo clínico do Instituto Medicina em Foco, com atendimento em São Paulo. Neste guia, explico o caminho do convênio e, sobretudo, o seguimento de longo prazo depois da operação.
Muitos homens chegam ao primeiro retorno achando que a história terminou, e no consultório explico que não é bem assim. O resultado da cirurgia também depende da constância desse acompanhamento e dos hábitos mantidos em casa. A partir dos próximos blocos, mostro o que cada etapa pede de você, do pedido de autorização às consultas de controle.
Como funciona

Passo a passo

  • 1Consulta urológicaO urologista revisa PSA, toque retal (exame da próstata pelo reto) e biópsia para definir o tratamento.
  • 2Exames de imagemExames de imagem mostram se o tumor está restrito à próstata e ajudam a comparar cirurgia com outras opções.
  • 3Autorização do planoO relatório médico segue para a operadora, que analisa o pedido de internação e emite a guia correspondente.
  • 4Cirurgia e altaA retirada da próstata é feita com o robô, e a sonda urinária costuma permanecer alguns dias após a alta.
  • 5Primeiros retornosO laudo da peça operada e o primeiro PSA orientam o ritmo das consultas seguintes.
  • 6Seguimento contínuoDosagens periódicas de PSA, avaliação da urina e da ereção e ajustes de hábitos seguem ao longo dos anos.
01

Cirurgia Robótica de Próstata pela Care Plus: o que precisa ser confirmado antes de marcar

Análise completa
O urologista aceitar Care Plus indica apenas que as consultas passam pelo convênio. A prostatectomia (cirurgia de retirada da próstata) robótica depende de outras variáveis: produto contratado, hospital e autorização prévia.

Três confirmações antes da data

A primeira é a segmentação assistencial (tipo de cobertura do contrato, como ambulatorial ou hospitalar) do seu produto. Planos só ambulatoriais não incluem internação. Vale também checar se o hospital escolhido faz parte da rede credenciada do seu plano.A segunda é o que a guia autorizada inclui. A autorização cobre a internação hospitalar; o aluguel do sistema robótico e os honorários médicos podem ser cobrados à parte. Peça por escrito, com protocolo, e pergunte sobre coparticipação (parte do valor paga pelo próprio usuário) e reembolso.A terceira é a documentação clínica. Relatório médico com CID (código que classifica a doença), laudo da biópsia e estadiamento sustentam o pedido. Leve esses documentos ao urologista com atendimento em São Paulo antes de protocolar o pedido.Na nossa prática clínica, pedidos incompletos costumam voltar com exigências e empurram a data da cirurgia. Se houver negativa, registre o protocolo e recorra à ouvidoria da Care Plus. Persistindo o impasse, a ANS (agência que regula os planos de saúde) recebe reclamações.A conduta descrita aqui se apoia em material de referência clínica.
02

O que é a prostatectomia radical robótica e quem tem indicação

Análise completa
O cirurgião opera sentado a um console (painel de comando), movendo pinças finas que entram por pequenos cortes no abdome. A peça retirada inclui as vesículas seminais (glândulas do sêmen) e, em alguns casos, gânglios da pelve. A visão ampliada ajuda a preservar os feixes neurovasculares (nervos ligados à ereção) quando o tumor permite.

Quem costuma ter indicação

A escolha pesa o risco do tumor, a idade, a expectativa de vida e a saúde geral. Pelas orientações da Sociedade Brasileira de Urologia - SBU, a cirurgia é opção para a doença localizada (tumor restrito à próstata). Os candidatos mais frequentes têm risco intermediário ou alto e boa condição clínica para anestesia prolongada.Na Cirurgia Robótica de Próstata pela Care Plus, o pedido de autorização precisa espelhar esses critérios clínicos no relatório médico. O raciocínio é o mesmo descrito em cirurgia robótica de próstata pela Omint, mudando apenas as regras da operadora.

Quando outra estratégia faz mais sentido

Em tumores de baixo risco, a vigilância ativa (acompanhamento com exames periódicos, sem operar de imediato) costuma ser discutida primeiro. Quando há metástase (tumor espalhado para ossos ou outros órgãos), a retirada da próstata isolada deixa de ser o eixo do tratamento. Doenças graves e expectativa de vida curta também pesam contra; entenda melhor quando dá para não operar.A conduta adequada depende da avaliação individual realizada pelo médico assistente, considerando histórico, exames e contexto clínico de cada paciente.
Imagem ilustrativa — Cirurgia Robótica de Próstata pela Care Plus
Imagem ilustrativaAgende sua avaliação com Dr. José →
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Robótica, laparoscópica ou aberta: o que a evidência mostra de diferença real

Análise completa
O robô traz vantagem concreta em sangramento e tempo de internação quando comparado à cirurgia aberta, segundo revisões indexadas no PubMed. Em continência urinária (capacidade de segurar a urina) e ereção, as diferenças entre técnicas são pequenas.

Onde a diferença aparece e onde ela some

Com o robô, a transfusão de sangue fica rara e a alta costuma ocorrer em poucos dias. A laparoscopia (cirurgia por pequenos cortes, com câmera e pinças manuais) chega a resultados parecidos, mas é tecnicamente mais difícil.No controle da urina, alguns estudos sugerem recuperação mais precoce com o robô, mas a vantagem tende a sumir em um ano. Na função erétil, pesa mais a preservação dos nervos, possível em qualquer técnica quando o tumor permite.Nenhuma via elimina a chance de perda urinária temporária ou de mudança na ereção. O ritmo de recuperação depende mais do quadro de cada homem que da tecnologia empregada.

O que pesa mais que a tecnologia

A experiência da equipe cirúrgica pesa mais que a plataforma escolhida. A conduta adequada depende da avaliação individual realizada pelo médico assistente, considerando histórico, exames e contexto clínico de cada paciente. Na Cirurgia Robótica de Próstata pela Care Plus, pergunte ao urologista quantas operações a equipe realiza por ano.A conversão para cirurgia aberta (troca de técnica durante a operação) é possível na robótica, embora pouco frequente. Quem compara convênios encontra as mesmas perguntas no guia de cirurgia robótica pela Mediservice.
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Riscos, recuperação e efeitos colaterais que o paciente deve conhecer

Análise completa
A maioria dos homens deixa o hospital em poucos dias, ainda com sonda vesical (tubo que drena a urina). Caminhadas leves começam logo, enquanto esforço físico, direção e peso ficam suspensos até liberação do urologista. Prazos de volta ao trabalho variam; o texto sobre cirurgia robótica ou aberta de próstata compara essas diferenças.

Complicações possíveis nas primeiras semanas

Sangramento, infecção urinária e trombose venosa (coágulo nas veias das pernas) são complicações possíveis, embora pouco frequentes. Após a retirada dos gânglios, pode surgir linfocele (acúmulo de líquido linfático na pelve). Mais tarde, uma estenose (estreitamento) na junção entre bexiga e uretra pode afinar o jato.Febre, dor na panturrilha, falta de ar ou sonda sem drenar exigem contato imediato com a equipe.

Como evoluem a urina e a ereção

Logo após tirar a sonda, é comum perder urina ao tossir, rir ou levantar da cadeira. Essa perda, chamada incontinência de esforço (escape de urina ao fazer força), tende a diminuir ao longo de meses. O ritmo varia com idade, tamanho da próstata e reserva muscular do assoalho pélvico (músculos da base da pelve).A ereção costuma voltar mais devagar que o controle urinário, às vezes ao longo de vários meses. Nervos preservados favorecem essa retomada, mas não asseguram o retorno ao padrão anterior à operação.A reabilitação peniana (estímulo precoce da ereção com remédios ou dispositivos) e a fisioterapia pélvica são definidas caso a caso. Se o jato afinar, o urologista pode pedir ultrassom para medir a urina que sobra na bexiga. Veja como funciona o ultrassom de próstata pelo convênio Mediservice para esse tipo de avaliação.A conduta descrita aqui se apoia em Prostate cancer MedlinePlus Medical Encyclopedia.
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Alternativas à cirurgia: vigilância ativa, radioterapia e outros tratamentos

Análise completa
A escolha entre operar e não operar depende do risco do tumor, da idade e das outras doenças do paciente. Em vários cenários, o controle da doença é comparável, e o que muda é o perfil de efeitos colaterais.

Vigilância ativa: acompanhar sem operar de imediato

Na vigilância ativa (acompanhamento com exames periódicos, sem tratar de imediato), o tumor de baixo risco é monitorado de perto. O seguimento combina PSA, ressonância multiparamétrica (exame de imagem detalhado da próstata) e novas biópsias em intervalos definidos pelo urologista. A biópsia costuma ser guiada por imagem, como mostra o texto sobre o ultrassom de próstata pelo Bradesco Saúde.Se o PSA sobe de forma consistente ou a biópsia mostra tumor mais agressivo, o tratamento ativo volta a ser discutido. Para rever o diagnóstico antes de decidir, vale conhecer a segunda opinião em câncer de próstata.

Radioterapia e bloqueio hormonal

A radioterapia (tratamento que destrói células do tumor com radiação) é alternativa à cirurgia na doença localizada. Pode ser externa, em sessões diárias por algumas semanas, ou por braquiterapia (sementes radioativas implantadas na próstata).Nos tumores de risco mais alto, a radiação costuma vir associada ao bloqueio hormonal (remédios que reduzem a testosterona). Os efeitos da radiação tendem a atingir mais intestino e bexiga, enquanto a cirurgia pesa mais na continência e na ereção. Quem ainda compara caminhos pode ver o tempo de recuperação da cirurgia de próstata.A conduta descrita aqui se apoia em Prostate cancer treatment MedlinePlus Medical Encyclopedia.
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Consulta, honorários, hospital e robô: quais itens da conta podem ficar fora da cobertura

Análise completa
A conta de uma prostatectomia robótica reúne cobranças de origens diferentes, e cada uma segue sua própria regra no contrato. A guia autorizada cobre a internação hospitalar, mas o aluguel do robô e os honorários médicos podem ser cobrados à parte.

Item por item: o que entra na guia e o que pode sair

A consulta com o urologista da rede credenciada passa pelo convênio, conforme o produto contratado. Os honorários do cirurgião, dos auxiliares e do anestesista seguem acordos próprios e podem gerar cobrança separada. Quando a equipe não é credenciada, o paciente paga e depois pede reembolso (valor devolvido pela operadora dentro do limite contratual).As diárias, a sala cirúrgica e a enfermagem integram a internação hospitalar autorizada pela guia. Materiais descartáveis e a taxa de uso do equipamento robótico costumam concentrar as cobranças extras. Peça ao hospital um orçamento por escrito desses dois itens antes de marcar a data.Guarde notas fiscais, recibos e o relatório médico, porque sem eles o pedido de reembolso fica incompleto. Anote também o número de cada protocolo aberto com a operadora.

Exames antes e depois da cirurgia

Exames pré-operatórios (feitos antes da operação) e os de seguimento seguem pedidos próprios, fora da guia da cirurgia. Cada operadora trata esses exames de modo diferente, como mostra o texto sobre ultrassom de próstata pelo convênio Omint. O fluxo de consultas e pedidos de guia está descrito na página do urologista que atende pela Care Plus.
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Passo a passo para pedir a autorização prévia à Care Plus

Análise completa
O pedido percorre quatro etapas: consulta, reunião dos documentos, análise da operadora e confirmação do hospital. Cada etapa tem um responsável diferente, e os atrasos costumam nascer na passagem de uma para outra.

Da consulta ao protocolo

Na consulta, o urologista confirma o diagnóstico e redige o relatório com CID, tipo de cirurgia e justificativa clínica. Confira se ele cita o laudo da biópsia e os exames de estadiamento. Confira também o código do procedimento (número que identifica a cirurgia na tabela da operadora).Com o relatório em mãos, a solicitação segue pelo hospital ou pela secretaria do cirurgião, conforme o fluxo da operadora. Anote o número do protocolo, a data do envio e o nome de quem atendeu. Exames como a retossigmoidoscopia (exame do final do intestino) seguem fluxo parecido, como mostra o guia da retossigmoidoscopia pela Mediservice.

Análise da operadora e confirmação do hospital

A operadora pode encaminhar o pedido à auditoria médica (análise feita por médicos do próprio plano), que às vezes solicita novos exames. Responda às exigências de preferência dentro do mesmo protocolo.Liberada a guia, ligue para o hospital e confirme data, equipe cirúrgica e o que consta na autorização. Pergunte se o robô está reservado para o seu horário e peça por escrito qualquer valor extra. Havendo negativa, solicite a justificativa formal e leve-a ao urologista antes de recorrer.
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Documentos e exames que o relatório médico precisa reunir

Análise completa
A auditoria médica decide com base no que está escrito, sem examinar o paciente. Um pedido com laudos datados, legíveis e coerentes tende a ter menos idas e vindas. Lacunas no dossiê costumam gerar exigências e novo prazo de resposta.

Exames que comprovam o diagnóstico

O primeiro item é a série de dosagens de PSA, com datas, mostrando a evolução do exame. Quem ainda está nessa fase encontra orientação no texto sobre o que fazer com PSA alto. O laudo anatomopatológico (análise do tecido da biópsia ao microscópio) precisa trazer o escore de Gleason (nota de agressividade do tumor).Informe quantos fragmentos da biópsia vieram com tumor e em quais regiões da próstata. Esse dado ajuda a auditoria a medir o volume da doença.

Estadiamento, CID e histórico clínico

A ressonância multiparamétrica (imagem detalhada da próstata) mostra se o tumor ultrapassa a cápsula da glândula. Quando o urologista pede exames de ossos e gânglios, os laudos também entram no pacote. O relatório resume esses achados na classificação TNM (sistema que descreve tamanho, gânglios e metástases).Completam o dossiê o CID do câncer de próstata, a lista de doenças associadas e os remédios em uso. O risco cirúrgico descrito pelo médico também entra no pedido. Exames de outras especialidades seguem a mesma lógica documental, como mostra o guia da retossigmoidoscopia pelo convênio Omint.Guarde cópias de tudo e numere as páginas antes de entregar ao hospital.A conduta descrita aqui se apoia em Relatório de recomendação nº 662.
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O que fazer se a cobertura for negada

Análise completa
Uma negativa não encerra o pedido. Peça à Care Plus a justificativa formal por escrito, com o motivo da recusa e a cláusula contratual citada. Guarde essa resposta, porque ela orienta cada recurso seguinte.

Reanálise dentro da operadora

Leve a justificativa ao urologista e peça um relatório complementar respondendo ponto a ponto ao motivo apontado. Com ele, solicite a reanálise (nova avaliação do mesmo pedido) no protocolo original. Se a recusa for por falta de exame, anexe o laudo pendente em vez de abrir pedido novo.Sem solução, registre a reclamação na ouvidoria (canal que revê casos não resolvidos no atendimento comum) da Care Plus. Anote o número do protocolo, a data e o prazo de resposta informado.

Quando levar o caso à ANS e a outras instâncias

Persistindo a recusa, a ANS recebe a reclamação e pode abrir uma Notificação de Intermediação Preliminar (mediação com a operadora). Informe todos os protocolos anteriores, porque a agência usa esse histórico ao cobrar a resposta. Procon e via judicial também existem, mas cada caso depende de análise própria e não tem desfecho previsível.Uma pasta única com relatório, laudos, negativa e protocolos agiliza cada etapa. Enquanto o recurso corre, mantenha o urologista informado, porque o tempo de espera também pesa na decisão clínica. O roteiro do convênio aparece no guia de cirurgia robótica em São Paulo.
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Como escolher o urologista e o hospital em São Paulo

Análise completa
A decisão fica mais segura quando cada parte responde por escrito ao que lhe cabe. Cirurgião, hospital e operadora guardam informações diferentes, e nenhuma delas substitui as outras.

Perguntas ao cirurgião

Pergunte quantas prostatectomias robóticas ele próprio já realizou e se tem treinamento certificado no sistema robótico usado pelo hospital. Confirme quem opera no console e quem atende intercorrências (problemas inesperados) depois da alta, inclusive em fins de semana. Peça também que explique o seguimento dos meses seguintes, com PSA, continência e ereção.

Perguntas ao hospital

Confirme se o hospital integra a rede credenciada do seu produto Care Plus, e não apenas da operadora em geral. Pergunte qual modelo de sistema robótico o hospital usa, como o Da Vinci, e quantas unidades mantém. Vale saber ainda se existe UTI (unidade de terapia intensiva) disponível caso a recuperação exija.

Perguntas à Care Plus

Ligue para a central e peça, com número de protocolo, a lista de hospitais credenciados para esse procedimento no seu produto. Confirme se a equipe escolhida é credenciada ou se os honorários seguirão por reembolso. Respostas por escrito valem mais que confirmações apenas verbais.Dr. José Augusto, de Urologia, atende no Instituto Medicina em Foco, em São Paulo. E revisa essas respostas com você antes da decisão. Para marcar a avaliação, veja os valores e canais de agendamento urológico do consultório.

O que dizem os pacientes

Excelente profissional, me atendeu desde a urgência com muita competência e carinho, só gratidão!
— Aline Franco (dez/2025)
Atendimento super humanitário Atencioso e cordial!! profissionalismo totalmente diferenciado ! fiquei super satisfeito ! Recomendo a todos que necessitarem de uma consulta urologica e indico o DR José Augusto da silva !!
— Joao Roberto (mai/2026)
Gostaria de registrar minha imensa satisfação e gratidão pelo excelente atendimento prestado pelo Dr. José Augusto, urologista, e por sua equipe. Realizei uma cirurgia com o Dr. José Augusto e todo o processo foi conduzido com extrema competência, profissionalismo e cuidado. Desde o pré-operatório, recebi orientações claras e detalhadas, o que me trouxe muita segurança e tranquilidade. A cirurgia transcorreu perfeitamente, e o pós-operatório foi acompanhado de perto, sempre com atenção, disponibilidade e respeito. Também faço questão de elogiar a secretária Vanessa, que foi fundamental em toda a minha jornada. Sempre muito atenciosa, organizada e prestativa, ela me orientou em todas as etapas, esclareceu dúvidas e garantiu que tudo ocorresse de forma tranquila e bem planejada. Recomendo fortemente o Dr. José Augusto e sua equipe a todos que buscam um atendimento humanizado, eficiente e de altíssimo nível. Minha experiência foi extremamente positiva.
— Eduardo J L CARVALHO (fev/2026)
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Perguntas frequentes

A Cirurgia Robótica de Próstata pela Care Plus tem cobertura em todos os planos?
Não existe liberação uniforme para todos os produtos da operadora. A análise considera o contrato, o relatório médico e o hospital escolhido dentro da rede. Quando aprovada, a autorização cobre a internação hospitalar, e o aluguel do robô e os honorários podem ser cobrados à parte.
Preciso de encaminhamento para consultar um urologista pela Care Plus?
A regra varia conforme o produto contratado, e algumas modalidades exigem passagem prévia por outro médico. Confira no aplicativo ou na central da operadora antes de marcar. Leve à primeira consulta os exames de PSA e de biópsia que você já tiver.
Quais hospitais fazem a prostatectomia robótica pela Care Plus?
A lista muda com o tempo, porque depende dos contratos entre a operadora e os hospitais que têm a plataforma robótica. Consulte a rede credenciada (hospitais conveniados ao plano) do seu produto e confirme por telefone, anotando o protocolo. O urologista também informa onde costuma operar e se aquele hospital atende o seu plano.
Quanto custa a cirurgia robótica de próstata com Care Plus?
Não há valor único, porque o gasto depende do que a guia libera e da taxa do equipamento. Honorários e coparticipação (parte paga pelo beneficiário) também entram na conta. Um orçamento discriminado do hospital, comparado à resposta escrita da operadora, mostra o que pode ficar por sua conta.
A cirurgia robótica é melhor que a aberta ou a laparoscópica?
O controle do tumor é parecido entre as técnicas. O robô tende a reduzir sangramento e tempo de internação, mas continência e ereção dependem muito da experiência da equipe. A escolha considera o tumor, o corpo do paciente e as cirurgias abdominais anteriores.
Com que frequência preciso dosar o PSA depois da cirurgia?
O intervalo é definido pelo urologista conforme o laudo da peça operada e o primeiro resultado. Costuma ser mais curto nos primeiros anos e se espaçar quando os valores ficam estáveis. Mantenha o mesmo laboratório para que as dosagens possam ser comparadas entre si.
Por quanto tempo dura o acompanhamento depois de tratado?
O seguimento continua por muitos anos, porque uma recidiva (volta do câncer) pode surgir tarde e sem sintomas. Com o tempo, os retornos ficam mais espaçados, mas não deixam de existir. Urina, ereção, peso e pressão arterial também entram nessas consultas.
Que hábitos ajudam depois da retirada da próstata?
Caminhadas regulares, alimentação com mais vegetais e menos ultraprocessados e controle do peso favorecem a recuperação e a saúde cardiovascular. Parar de fumar melhora a circulação, inclusive a do pênis. Os exercícios do assoalho pélvico (músculos que sustentam a bexiga) rendem mais quando viram parte da rotina.
A Care Plus cobre os exames do seguimento após a cirurgia?
A cobertura das consultas e dos exames de controle segue o contrato, e alguns exames de imagem pedem autorização prévia. Guarde o relatório cirúrgico e o laudo da peça, que embasam novos pedidos. Em caso de dúvida, peça a resposta da operadora por escrito, com número de protocolo.

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