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Uma equipe,
os melhores especialistas do país

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Ortopedista Especialista em Coluna pela Cassi | Equipe Dr. Rodrigo


Ortopedia de Coluna · Instituto Medicina em Foco

O ortopedista especialista em coluna pela Cassi no Instituto Medicina em Foco é o Dr. Pedro Correa (CRM 213158, RQE 87090), integrante da equipe do Dr. Rodrigo Barbosa. O atendimento cobre diagnóstico, tratamento conservador e cirurgia minimamente invasiva da coluna vertebral.

Buscar um ortopedista especialista em coluna pela Cassi exige mais do que conferir uma lista de credenciados: significa procurar um profissional com formação específica em cirurgia da coluna vertebral, integrado a uma equipe que conduza o caso do diagnóstico ao pós-operatório. No Instituto Medicina em Foco, esse cuidado é estruturado em torno da equipe coordenada pelo Dr. Rodrigo Barbosa, da qual o Dr. Pedro Correa faz parte como cirurgião de coluna.

Este guia explica como funciona o atendimento de pacientes da Cassi com o Dr. Pedro Correa, quais condutas são consideradas como tratamento indicado para dor lombar, hérnia de disco e estenose, e como a equipe organiza o fluxo desde a primeira consulta até a recuperação. O conteúdo é direcionado a beneficiários que querem entender o que esperar antes de marcar a avaliação.

Reforçamos que cada caso é individual: a abordagem recomendada para uma hérnia lombar de um paciente pode não servir para outro com quadro semelhante. Por isso, o texto traz definições, etapas e perguntas frequentes, mas não substitui a consulta presencial com o ortopedista especialista em coluna pela Cassi.

Pontos-chave deste guia

Quem é o ortopedista especialista em coluna pela Cassi no Instituto

Acompanhando pacientes encaminhados por convênios como a Cassi no Instituto Medicina em Foco, observamos que a maior dúvida não é técnica — é saber quem assume o caso e como a equipe se organiza ao redor do diagnóstico.

O ortopedista especialista em coluna pela Cassi no Instituto Medicina em Foco é o Dr. Pedro Correa, CRM 213158, RQE 87090. Sua formação é dirigida à cirurgia da coluna vertebral, com foco no tratamento de patologias degenerativas, traumáticas e radiculares — sempre com a possibilidade de abordagem por técnicas minimamente invasivas quando o caso permite.

O Dr. Pedro Correa integra a equipe coordenada pelo Dr. Rodrigo Barbosa, o que significa que o paciente Cassi não é atendido de forma isolada: discussões de caso, segunda opinião interna e seguimento pós-operatório acontecem dentro de um fluxo institucional. Essa integração é parte do diferencial editorial e clínico do Instituto.

Como Membro Titular da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (SBOT), o Dr. Pedro Correa segue diretrizes reconhecidas internacionalmente para indicação de cirurgia, manejo conservador e seguimento. Isso reduz variabilidade e aumenta previsibilidade do tratamento indicado para cada perfil de paciente.

Para o beneficiário Cassi, o caminho prático começa pelo agendamento da consulta. Na avaliação, o ortopedista revisa história clínica, exame físico e exames de imagem prévios. Se necessário, novos exames são solicitados dentro da rede credenciada.

Tabela 1 — Quem atende coluna na equipe e o que esperar
Item Detalhe
Especialista de coluna Dr. Pedro Correa — CRM 213158 · RQE 87090
Equipe Integrante do time do Dr. Rodrigo Barbosa
Local Instituto Medicina em Foco
Convênio Cassi (consulta, exames e cirurgia conforme rol)
Áreas Hérnia, estenose, espondilolistese, dor cervical e lombar

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Como funciona o atendimento Cassi com a equipe do Dr. Rodrigo Barbosa

O atendimento ao paciente Cassi segue um fluxo padronizado pelo Instituto Medicina em Foco. A ideia é reduzir tempo de espera entre suspeita diagnóstica, exames complementares e início do tratamento indicado, sem abrir mão da análise individualizada que cada caso de coluna exige.

Na primeira consulta, o ortopedista especialista em coluna pela Cassi conduz anamnese detalhada, exame neurológico (força, sensibilidade, reflexos) e revisão de exames trazidos. Em quadros com sinais de compressão radicular, a ressonância magnética costuma ser o exame de escolha — quando ainda não foi feita, a solicitação é encaminhada pela secretaria para autorização Cassi.

Definido o diagnóstico, o paciente recebe um plano terapêutico estruturado. Em mais de 80% dos quadros de dor lombar e cervical, a abordagem recomendada inicial é conservadora: medicação, fisioterapia direcionada, ajuste postural e, em casos selecionados, bloqueios guiados por imagem. Cirurgia é reservada a falha do tratamento conservador ou sinais de alarme.

Toda essa jornada acontece dentro da equipe do Dr. Rodrigo Barbosa. Isso significa retaguarda institucional: discussões de caso, possibilidade de segunda opinião interna e continuidade do cuidado em revisões pós-tratamento.

  1. Passo 1: Contato com a secretaria informando ser beneficiário Cassi e o motivo da consulta (dor lombar, cervical, hérnia, etc.).
  2. Passo 2: Agendamento da consulta presencial com o Dr. Pedro Correa, ortopedista especialista em coluna pela Cassi.
  3. Passo 3: Avaliação clínica completa, revisão de exames e definição do plano terapêutico.
  4. Passo 4: Solicitação de exames complementares (RM, TC, raio-X dinâmico) quando necessário, com autorização pela Cassi.
  5. Passo 5: Início do tratamento indicado — conservador na maioria dos casos, cirúrgico em indicações específicas.
  6. Passo 6: Acompanhamento programado com a equipe do Dr. Rodrigo Barbosa até alta clínica.

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Principais quadros tratados: hérnia, estenose e lombalgia

A coluna concentra três grandes grupos de patologias que motivam a busca por um ortopedista especialista em coluna pela Cassi: as discais (hérnias e protrusões), as degenerativas (estenose, artrose facetária, espondilolistese) e as dolorosas mecânicas (lombalgia e cervicalgia inespecíficas). Cada grupo tem perfil próprio de sintomas e opções terapêuticas.

Hérnia de disco é o deslocamento parcial do núcleo pulposo do disco intervertebral, podendo comprimir raízes nervosas e gerar dor irradiada (ciática, cervicobraquialgia). A maior parte resolve com tratamento conservador em 6 a 12 semanas; cirurgia é considerada quando há déficit neurológico ou dor refratária.

Estenose lombar é o estreitamento do canal vertebral, geralmente degenerativo, com claudicação neurogênica — dor e dormência nas pernas ao caminhar, que melhora ao sentar. A abordagem recomendada começa com fisioterapia e analgesia; descompressão cirúrgica é indicada quando a limitação funcional é significativa.

Lombalgia crônica sem causa estrutural definida é a apresentação mais frequente. Aqui, o ortopedista especialista em coluna pela Cassi atua coordenando reabilitação, ajuste de hábitos e, eventualmente, procedimentos guiados por imagem, evitando indicações cirúrgicas precipitadas.

Sinais de alarme que aceleram a avaliação

Alguns sintomas exigem avaliação rápida com ortopedista especialista em coluna pela Cassi: perda de força progressiva em um membro, alteração de controle urinário ou fecal, anestesia em sela (região perineal), febre associada a dor lombar intensa ou dor noturna em paciente oncológico. Esses quadros podem indicar síndrome da cauda equina, infecção ou doença metastática e mudam completamente a urgência.

Tabela 2 — Quadros mais comuns e abordagem recomendada
Quadro Sintoma típico 1ª linha Quando operar
Hérnia de disco lombar Dor irradiada para perna (ciática) Conservador 6–12 semanas Déficit motor, dor refratária
Estenose lombar Claudicação neurogênica Fisioterapia + analgesia Limitação funcional grave
Espondilolistese Dor lombar mecânica + instabilidade Reabilitação + controle de imagem Instabilidade progressiva
Lombalgia crônica Dor lombar sem irradiação Multimodal (medicação, exercício) Raramente cirúrgica
Hérnia cervical Dor no braço, parestesia Conservador + bloqueios Mielopatia ou déficit progressivo

Cirurgia minimamente invasiva: quando é a abordagem recomendada

Quando o tratamento conservador falha ou há indicação cirúrgica direta, a equipe do Dr. Rodrigo Barbosa prioriza, sempre que tecnicamente possível, técnicas minimamente invasivas da coluna. O Dr. Pedro Correa tem dedicação específica a essa linha, alinhada à sua área de atuação (cirurgia da coluna vertebral e técnicas minimamente invasivas).

Cirurgia minimamente invasiva é o conjunto de técnicas que utilizam incisões menores, afastadores tubulares, microscópio ou endoscopia, com o objetivo de reduzir trauma muscular, sangramento e tempo de internação. Para o paciente Cassi, isso costuma significar retorno mais rápido às atividades, desde que a indicação seja correta.

É importante ressaltar: minimamente invasivo não é sinônimo de menos eficaz — e também não é solução universal. Há casos (instabilidades extensas, deformidades, revisões complexas) em que a abordagem recomendada é convencional ou híbrida. A decisão é técnica e individualizada.

Entre os procedimentos mais realizados pela equipe estão a microdiscectomia para hérnia lombar, a descompressão tubular para estenose, a artrodese percutânea em indicações selecionadas e a endoscopia de coluna em casos específicos. Todos exigem planejamento por imagem cuidadoso e discussão prévia com o paciente.

  • Microdiscectomia: Remoção da hérnia comprimindo a raiz nervosa, via incisão pequena com afastador tubular.
  • Descompressão tubular: Alívio do canal estenótico preservando estruturas posteriores.
  • Artrodese percutânea: Estabilização com parafusos pediculares por mini-incisões, em casos selecionados.
  • Endoscopia de coluna: Acesso por porta de 7-8 mm para hérnias e estenoses específicas.

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Pós-operatório e recuperação com a equipe integrada

O pós-operatório de uma cirurgia de coluna é tão importante quanto o ato cirúrgico em si. A equipe do Dr. Rodrigo Barbosa estrutura essa fase com revisões programadas, fisioterapia direcionada e retorno gradual às atividades — sempre com o ortopedista especialista em coluna pela Cassi como referência clínica do caso.

Nas primeiras semanas, o foco é controle da dor, prevenção de complicações (trombose, infecção) e reabilitação progressiva. Em cirurgias minimamente invasivas, a alta hospitalar costuma ocorrer em 24 a 48 horas, com retorno a atividades leves nas primeiras semanas. Atividades de impacto exigem liberação específica.

A fisioterapia entra no momento certo: cedo demais pode comprometer cicatrização, tarde demais favorece atrofia e rigidez. O Dr. Pedro Correa orienta o cronograma de acordo com o procedimento realizado, a anatomia abordada e a resposta clínica do paciente.

Para o beneficiário Cassi, a continuidade do cuidado dentro do Instituto Medicina em Foco facilita o acesso a exames de controle, eventuais reavaliações e suporte da equipe coordenada pelo Dr. Rodrigo Barbosa em qualquer intercorrência.

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Como cuidamos no Instituto Medicina em Foco

No Instituto Medicina em Foco, o cuidado com a coluna é organizado em equipe. O Dr. Pedro Correa atua como ortopedista especialista em coluna pela Cassi, integrando o time coordenado pelo Dr. Rodrigo Barbosa — referência institucional de autoridade clínica do nosso domínio. Essa estrutura garante coerência diagnóstica, continuidade do tratamento e retaguarda em casos complexos.

Nossa diretriz editorial e clínica é simples: indicar o que é necessário, no momento certo, com a técnica adequada. Cirurgia quando precisa; conservador quando funciona. E sempre com explicação clara para que o paciente entenda cada decisão sobre sua própria coluna.

O que dizem os pacientes

Avaliação média 4.5/5 com base em 6 avaliações verificadas em Google.

Mazzini jr.★★★★★

Atendimento humanizado profissional com bastante propriedade impressão de especialista.

Doctoralia · abr. de 2026
Daiane Vieira★★★★★

Gostaria de deixar registrado minha imensa gratidão ao Doutor Pedro Corrêa. Depois de passar por vários profissionais, ele foi o único que conseguiu ser verdadeiramente atencioso, ouvir com cuidado cada detalhe do meu caso e principalmente resolveu com competência e segurança.
Graças à sua dedicação e conhecimento, meu caso foi resolvido, algo que eu já não tinha mais esperança de conseguir. É um médico super humano, simpático, dedicado, pontual e extremamente prestativo. Desde a primeira consulta me senti acolhida e confiante. Sua postura transmite tranquilidade e profissionalismo, algo que faz toda diferença.
Super indico de olhos fechados! Além de ser um excelente médico, conta com uma equipe maravilhosa por trás, organizada e eficiente em todos os setores, o que torna toda a experiência ainda mais positiva.
Minha eterna gratidão por todo o cuidado e dedicação!

Google · fev. de 2026
Daniela Melo★★★★★

Dr. Pedro é um profissional diferenciado. Além de muito competente, demonstra empatia e respeito em cada consulta. Explica o problema e o tratamento de forma clara, o que traz muita segurança. Estou muito satisfeita com o atendimento e evolução do meu quadro. Recomendo!

Google · fev. de 2026
Gislaine Rodrigues★★★★★

Dr. Pedro é um profissional ímpar! Atencioso, explica direitinho como é o procedimento. Faz dois meses que fiz a cirurgia e estou me recuperando muito bem. A equipe dele é prestativa e sempre nos dá apoio com a parte burocrática.

Google · fev. de 2026
Alex Melo★★★★★

Ótimo atendimento de toda a equipe, atenciosos demais! Doutor Pedro sem.comentarios, além de super gentil um ótimo profissional, tinha dores lombares eternas e so o doutor Pedro conseguiu dar um tratamento de qualidade! Super recomendo

Google · jan. de 2026
Alana B.★★☆☆☆

Péssima experiencia, quer dizer, ótima experiencia com meu avô, que está precisando fazer um tratamento caro para melhorar a coluna, mas péssima comigo que tenho doença autoimune neurológica e precisava ''apenas'' de sessões com fisioterapeuta. Nada invasivo realmente, nada ''$irurgico''! Ótimos cumprimentos iniciais, más após isso apenas desfeito, pressão e pressa para encerrar o atendimento. Me senti um lixo sendo atendida pelo médico Pedro, se quer me disse a senha do wifi que estava do lado de fora da sala de atendimento dele para que eu pudesse verificar meus exames pelo celular (ou deixou eu sair para verificar a senha), já que, embora eu tivesse internet, não era starlink e não funcionava dentro da sala dele, já que era configurado para que não funcionasse realmente.

Deixo aqui o resumo de como funciona uma doença neurológica degenerativa para, no futuro, o Dr Pedro ter a chance de fazer um melhor atendimento em alguém que não depende 100% dos outros para acompanhar em consultas, apenas precisa de empatia do profissional:

Doenças degenerativas não surgem de forma abrupta nem se limitam a um único sintoma visível, muito menos é atingida apenas em idosos, então é bom estar sempre profissional e humantário. Elas afetam progressivamente funções do sistema nervoso, podendo comprometer força muscular, coordenação motora, equilíbrio, sensibilidade, fadiga, dor crônica, cognição, processamento de informações e até a velocidade de resposta do corpo e da mente.
Isso significa que tarefas simples para outras pessoas, como: acessar exames no celular, se locomover rapidamente, lidar com pressão, falar sob estresse ou tomar decisões imediatas, podem se tornar significativamente mais difíceis, especialmente em ambientes hostis, apressados ou pouco acolhedores.

O paciente com uma condição degenerativa não é desinteressado, lento ou desorganizado. Ele está lidando, muitas vezes silenciosamente, com limitações reais, flutuantes e imprevisíveis. Pressa, impaciência, desdém ou falta de orientação clara não aceleram o atendimento, apenas aumentam a ansiedade, o cansaço físico e emocional e a sensação de desamparo.

Empatia, nesse contexto, não significa tratamento diferenciado ou privilégios. Significa oferecer explicações claras, tempo mínimo para compreensão, orientação básica e respeito. Significa entender que nem toda limitação é visível e que autonomia não se mede pela ausência de uma doença, mas pela forma como o profissional permite que o paciente participe do próprio cuidado.

Atendimento em saúde não é apenas técnica. É também humanidade.

Google · jan. de 2026

Ver todas as avaliações no Doctoralia

Perguntas frequentes

Como o Dr. Pedro Correa, especialista em coluna, atende pacientes da Cassi?

O Dr. Pedro Correa atende beneficiários Cassi no Instituto Medicina em Foco como integrante da equipe do Dr. Rodrigo Barbosa. O fluxo inclui agendamento pela secretaria, consulta presencial, solicitação de exames pela rede Cassi quando necessário e definição de plano terapêutico individualizado.

Quais procedimentos na coluna vertebral são geralmente cobertos pela Cassi?

A Cassi costuma cobrir consultas, exames de imagem (raio-X, tomografia, ressonância), bloqueios guiados, microdiscectomia, descompressão de estenose e artrodese, conforme rol contratual e indicação clínica. A análise é individual e a autorização é encaminhada pela secretaria após a consulta.

O Dr. Rodrigo Barbosa e sua equipe utilizam técnicas cirúrgicas minimamente invasivas na coluna?

Sim. A equipe do Dr. Rodrigo Barbosa, com o Dr. Pedro Correa na linha de coluna, prioriza técnicas minimamente invasivas sempre que indicado, como microdiscectomia, descompressão tubular e endoscopia de coluna, buscando menor trauma e recuperação mais rápida.

Qual a importância da ressonância magnética da coluna para o diagnóstico?

A ressonância é o exame padrão-ouro para avaliar discos, raízes nervosas, medula e tecidos moles da coluna. Permite confirmar hérnias, estenose e outras lesões que orientam a decisão entre tratamento conservador e cirúrgico pelo ortopedista especialista em coluna pela Cassi.

Como posso agendar uma consulta com o Dr. Pedro Correa pela Cassi?

O agendamento é feito pelos canais oficiais do Instituto Medicina em Foco (telefone e WhatsApp da secretaria). Tenha em mãos a carteirinha Cassi, documento com foto e exames prévios da coluna, se houver. A secretaria confirma cobertura e datas disponíveis.

Quais os benefícios de tratar a coluna com uma equipe integrada como a do Dr. Rodrigo Barbosa?

Uma equipe integrada oferece discussão de casos, segunda opinião interna, padronização de condutas e continuidade do cuidado. O paciente Cassi se beneficia de retaguarda institucional, reduzindo variabilidade e aumentando segurança em decisões complexas sobre a coluna.

O que esperar da recuperação após uma cirurgia de coluna pela equipe?

Em cirurgias minimamente invasivas, a alta hospitalar costuma ocorrer em 24 a 48 horas. Atividades leves voltam em poucas semanas, com fisioterapia direcionada. Atividades de impacto exigem liberação específica, com revisões programadas pela equipe.

Toda dor lombar precisa de cirurgia de coluna?

Não. A maior parte dos quadros de dor lombar é tratada de forma conservadora, com medicação, fisioterapia, ajuste de hábitos e, em casos selecionados, bloqueios. Cirurgia é reservada a falha do tratamento conservador, déficit neurológico ou instabilidade significativa.

Quais sinais indicam que devo procurar urgência ortopédica de coluna?

Perda de força progressiva em uma perna, alteração de controle urinário ou fecal, anestesia na região perineal, febre com dor lombar intensa ou dor noturna em paciente oncológico exigem avaliação imediata, pois podem indicar quadros graves como síndrome da cauda equina.

Posso continuar com fisioterapia pela Cassi após operar com a equipe?

Sim. A fisioterapia faz parte do plano pós-operatório e é geralmente coberta pela Cassi conforme indicação. O ortopedista define o momento de início, o tipo de protocolo e acompanha a evolução em retornos programados no Instituto Medicina em Foco.

Aviso médico: este conteúdo é informativo e não substitui consulta médica presencial. Para diagnóstico e tratamento individualizado, agende avaliação com um profissional habilitado. Dr. Pedro Correa — CRM-SP 213158 / RQE 87090. Publicado em 19/05/2026. Última revisão: 19/05/2026.


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